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Empreendedorismo

Ser consultor de empresas é algo indescritível. É um prazer imenso poder ajudar pessoas e empresas a encontrarem os melhores caminhos, seja em momentos de dificuldade ou em momentos de bonança. Normalmente, o consultor é acionado em duas situações:

  1. Quando a empresa perde vendas e entra em colapso
  2. Quando a empresa cresce demais e perde o direcionamento
Em qualquer uma das delas, o empresário se encontrará em um momento complicado, cheio de dúvidas, cercado de inseguranças e acumulando noites mal dormidas.


A DIFERENÇA ENTRE O ADMINISTRADOR E O CONSULTOR DE EMPRESAS

Essa é uma confusão comum, pois a maioria dos consultores nasce de uma formação em Administração de Empresas. Mas, nem todo administrador se especializa para adquirir as competências de um consultor.

O administrador é o profissional que controla números e informações e toma as decisões dentro do negócio. Para isso, ele precisa atuar diretamente no dia a dia da empresa, relacionando-se com a equipe, gerando e cobrando resultados. O administrador é visto como um braço direito da diretoria, aquela pessoa que representa os sócios na maioria das negociações e mesas de reuniões.

Já o consultor de empresas, possui uma vertente inversa no aspecto da rotina, pois ele não participa das decisões cotidianas da empresa. O consultor é acionado para auxiliar a diretoria e os administradores em momentos de maior complexidade, onde a experiência e bagagem trazida de outros negócios do mesmo segmento e até de outros ramos completamente diferentes, têm um peso significativo para elaboração da melhor estratégia. Sendo assim, o consultor estuda o cenário, busca soluções tradicionais, cria soluções alternativas, elabora o plano de ações e implementa até colher o resultado. Mas, o consultor não consegue implantar nada sozinho, pois, ele não atua no cotidiano da empresa. Para que um plano de ação obtenha sucesso, é imprescindível que a consultoria, a diretoria e os administradores do negócio atuem em conjunto, cada um dentro da sua competência.

Apesar das duas profissões terem vários pontos em comum, uma coisa é certa: os melhores consultores nem sempre são bons administradores e, os melhores administradores nem sempre são bons consultores.


QUANDO É INDICADA A PRESENÇA DE UM CONSULTORIA NA EMPRESA?

empresário analisando relatórios

 

Toda empresa, de qualquer porte ou segmento, pode contratar um consultor de empresas. No entanto, é preciso avaliar se realmente há essa necessidade. O consultor é ávido por mudanças e por desafios, portanto, um empresário que não queira passar por mudanças não deveria pensar em iniciar um projeto de consultoria.

O consultor precisa ser acionado quando não há solução aparente ou quando a solução existente parece distante e arriscada demais. Estes tipos de situação são propícios para iniciar um estudo, buscar referências, traçar cenários, encontrar recursos viáveis e montar o plano de ações. Como já foi dito, isso é um prato cheio para um consultor faminto.

De modo mais prático, podemos enumerar os casos ideais para um projeto de consultoria, dentro das duas situações já citadas:

Em cenários de crise ou queda de vendas:
– Reestruturação de produtos, custos e margens
– Reposicionamento de marca no mercado
– Reequilíbrio entre oferta e demanda
– Redução de custos e despesas
– Revisão de processos e redução de pessoal
– Renegociação de dívidas

Em cenários de expansão
– Estruturação do modelo de gestão
– Definição do melhor formato para expansão
– Construção de projeto de franquias
– Plano de investimentos e análise de viabilidade econômico-financeira
– Prospecção de capital e recursos
– Valuation

Então, contratar uma consultoria para uma empresa só porque o concorrente contratou ou porque o amigo disse que é bom, não faz sentido. Primeiro, é preciso encontrar o motivo real e só depois buscar o profissional no mercado, examinando suas referências comerciais e seu portfólio de clientes.

 

CONSULTORIA PARA EMPRESAS É SEMPRE NA ÁREA FINANCEIRA?


A resposta é não. Como o consultor de empresas é comumente apelidado de consultor financeiro, existe essa pequena distorção. Acontece que uma empresa precisa de números para tomar suas decisões e para controlar seus passos, portanto, tudo se inicia no setor financeiro. Entretanto, o domínio de estratégias de recursos humanos, de produção e de marketing são fundamentais para que um projeto de consultoria obtenha sucesso. As áreas são interligadas, sendo quase impossível criar uma ação sem envolver mais de uma área, configurando o consultor de empresas em um consultor de gestão. O consultor não precisa ser um gestor, mas precisa ter conhecimento profundo em gestão de negócios.

Imagine uma ação aparentemente simples, como o reajuste de 15% no preço de um produto. Veja com ela se desdobra:

– o mercado precisa aceitar esse aumento de preço, portanto, precisamos de um planejamento de marketing para criar uma comunicação eficiente, que apresente os benefícios deste produto e justifique seu preço mais elevado.

– o setor de RH precisa ser acionado para promover um treinamento com a equipe de vendas, conscientizando-os sobre o novo preço e, principalmente, sobre a estratégia de marketing que defenderá este novo preço.

– o setor financeiro precisa atualizar as fichas técnicas dos produtos em conjunto com o setor produtivo. Além disso, será preciso revisar as margens deste produto para que as projeções de receitas e custos sejam coerentes com o novo preço e com a representatividade do custo sobre o novo preço.

Este pequeno exemplo poderia ser encarado como uma tarefa financeira, pois bastaria aplicar 15% ao preço original. Mas, como pudemos ver, não é restrita à área financeira e não é simples.

Podemos ir mais além, neste mesmo caso, e sugerir que este produto se encontre num mercado altamente concorrido e que o reajuste de 15% em seu preço não seria aceito tão facilmente pelo público, necessitando, portanto, de um reposicionamento do produto no mercado. Agora ficou ainda mais complicado, não é? Vamos tentar montar um miniplano:

– Estudo sociodemográfico do mercado para descobrir se o público consumidor será mantido ou se teremos que atacar uma nova fatia de mercado, contemplada por outras classes sociais, outras idades, outras regiões, etc.

– Criar linguagem de comunicação para este novo público, adequando mídias online e offline.

– Desenvolver nova embalagem para aumentar o valor percebido pelo cliente e encantá-lo mais rápido.

Depois disso, ainda será preciso executar os mesmos passos do exemplo anterior, alinhando os treinamentos com o RH, as planilhas com a produção e as projeções com o financeiro. Enfim, é realmente complexo.


OS TIPOS DE CONSULTORIA PARA EMPRESAS

consultores apresentando dados para cliente
Vencido o mito de que todo consultor de empresas é “consultor financeiro”, podemos abrir um pouco o tema e mencionar os diversos tipos de consultoria disponíveis no mercado.

Uma empresa pode apresentar falhas em todos os seus departamentos e, nem sempre, o consultor terá soluções prontas para aquele tema específico. Além disso, existem segmentos de mercado especialmente técnicos, onde um consultor de empresas competente consegue atuar na gestão, mas precisa de auxílio de outras consultorias específicas.

Imaginemos uma empresa do ramo de casacos femininos voltados para a classe média-alta, que detenha desde a confecção até a comercialização varejista dos produtos e que se encontre em crise financeira. O consultor de empresas traçará as soluções para aumento de receita ou para redução de custos, porém, em qualquer um dos caminhos, é fundamental a inserção de outras consultorias no processo, pois a abrangência do negócio é longa, indo desde a indústria até o varejo.

– Primeiramente, uma consultoria de moda seria bem-vinda, para avaliar o produto final, verificar se estão alinhados com as tendências e se há possibilidade de redução de valor agregado sem redução de valor percebido.

– Em seguida, uma consultoria de varejo poderia ser uma boa aposta, para garantir que o modelo de loja é o ideal para o público alvo, verificar se a localização e distribuição destes pontos de venda está adequada e ainda criar estratégias de exposição e promoção dos produtos.

– Caberia ainda, uma consultoria de produção, especializada em confecção, para revisar os processos internos, reduzir custos desnecessários, criar células produtivas funcionais e aumentar a produtividade sem novas contratações.

– Diante de tantas mudanças, o clima organizacional poderá ser abalado, baixando o nível de confiança dos colaboradores na empresa. A solução poderia ser uma consultoria de recursos humanos, para traçar uma análise de clima, montar o diagnóstico, criar programas de pontuação e bônus para valorizar os membros mais motivados, implantar programas de reciclagem e treinamentos em conjunto com a consultoria de produção, entre outras aplicações.

 O exemplo foi pontual, mas é simples de imaginar amarrações similares em projetos de alto nível técnico, como hospitais, indústrias de alimentos, construtoras etc.

Veja também: Primeiros passos ao abrir um negócio


COMO SE TORNAR UM CONSULTOR DE EMPRESAS

consultor de empresa apresentando resultados


Resposta rápida: não é da noite para o dia. Um consultor é construído ao longo de alguns anos. Experiência, conhecimento e capacidade de transferir conhecimento, representam a fórmula de um verdadeiro consultor.

O consultor precisa ser, antes de mais nada, um bom vendedor, pois o tempo todo estará diante de empresários e administradores tentando convencê-los sobre seu plano e sobre o melhor caminho a seguir. Um plano traçado no papel não tem nenhum valor se não for implantado e reconhecido por seus resultados gerados. Assim como um professor precisa vender o conteúdo aos alunos, um consultor precisa deixar claro os argumentos e embasamentos da sua ideia. Mas, para vender uma ideia, é preciso, primeiro, “criar a ideia”.

Para se construir uma ideia sólida, o consultor  de empresas precisa se transformar em um pesquisador insaciável, revirando informações antigas, atuais e futuras; buscando tendências regionais, nacionais e internacionais; relacionando segmentos avessos, setores complementares a ramos similares; extinguindo crenças e traumas e abrindo-se ao novo, ao inesperado. Pode ter soado poético, mas é a pura realidade.

Grande parte do conhecimento, advém das próprias pesquisas, mas, a fatia mais significativa de sabedoria só será conquistada com muito estudo e dedicação. Estudar tributação pode ser algo chato, mas talvez, uma revisão do planejamento tributário de determinada empresa seja a única forma de salvá-la. Aprimorar os conceitos sobre fundos de investimentos pode ser cansativo e complicado, no entanto, algumas empresas só terão essa alternativa como fonte de recursos. Conhecer leis e entender o sistema jurídico nacional pode custar muitas horas de leitura, mas também pode aumentar consideravelmente as chances de ganho em um processo judicial.



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Empreendedorismo

Escolher um sócio para sua empresa é uma questão delicada e bastante comum no mundo dos negócios. Para aqueles que estão pensando em iniciar uma empresa ou para quem está vivendo um momento difícil com o sócio, este conteúdo pode ser muito útil.


Tentar empreender sozinho ou buscar um sócio para minha empresa?

Uma sociedade nada mais é do que a união de duas ou mais pessoas com o propósito de fornecer algum produto ou serviço a uma população, visando obtenção de lucros. Portanto, a adoção de um sócio só se faz necessária quando o empreendimento necessitar de:



Levantamento de Capital:


Esse é o motivo principal que motiva o empreendedor abuscar um sócio. Sem o capital inicial para ativação do negócio, dificilmente sua ideia sairá do papel. Então, se você não tem a quantia total para desenvolver seu plano, um sócio pode ser uma boa opção.

União de Habilidades Diferentes:


Sabemos que as pessoas são diferentes umas das outras e que possuem qualidades, características e conhecimentos técnicos distintos. Se você deseja criar uma construtora – por exemplo – pois se considera um ótimo engenheiro, mas sua timidez e sua falta de relacionamento social prejudicam suas oportunidades de gerar vendas, talvez você precise buscar um sócio com este perfil para complementar sua corporação.

Ampliação da Força de Trabalho:

Muitas vezes, no início do empreendimento, a quantidade de trabalho é tanta que as horas disponíveis no seu dia não são suficientes para concluir tudo que precisa ser feito. E, nesta fase de implantação, antes da empresa atingir a maturidade, pode ser inviável ampliar a equipe de colaboradores. Neste sentido, bons sócios para assumir postos de trabalho podem alavancar seus projetos e acelerar o crescimento do negócio.


Portanto, se você se enquadra em pelo menos uma destas situações, entrar em sociedade com alguém pode ser muito importante e até essencial para o sucesso do seu projeto. Por outro lado, se você já avaliou os três casos e não se sente desamparado em nenhum deles, a sua melhor opção é seguir sozinho.

 

O papel de cada sócio na empresa

Se você optar pelo caminho da sociedade, é fundamental que cada parte tenha sua missão bem clara e definida para evitar conflitos internos e garantir que o negócio caminhe numa direção única. De modo geral, esses são os papéis e tipos de sócios:



Sócio Investidor:

Tem por objetivo a injeção do capital em busca de retorno acima dos rendimentos oferecidos pelas aplicações financeiras tradicionais;

Sócio Operador:

É responsável pela operação da empresa, ou seja, faz com que todas as tarefas sejam executadas, participando do dia a dia do negócio. Pode ter competências diversas e atuar naquilo que tem mais domínio, desde o administrativo até a produção;

Sócio Estratégico:

Tem papel importante nas mesas corporativas e auxilia na avaliação de grandes decisões, deixando as ações e eventos cotidianos por conta do sócio operador, sem intervenções.

 

Quem tem sócio, tem patrão: Será mesmo?

A palavra sócio pode causar pavor em algumas pessoas, por terem vivido uma situação ruim ou por terem ouvido alguma história triste sobre sociedades problemáticas. Porém, não é a sociedade que causa a sensação de prestação de contas, mas sim, a própria empresa. Ser empresário é muito mais do que conquistar liberdade e autonomia. Inúmeros artigos sobre empreendedorismo pregam o jargão “livre-se do seu chefe”, mas esquecem de orientar sobre as dificuldades e riscos envolvidos nessa decisão, e, principalmente, acerca da disciplina exigida ao criar uma empresa e colocá-la no mundo.

Os empresários de sucesso possuem rotinas pesadas de trabalho, responsabilidades, compromissos com clientes e comprometimento com sua equipe.

Logo, um novo sócio na sua vida só será mais uma peça dentro dessa engrenagem que você construiu. Logicamente que respeito e parceria entre as partes são fundamentais para o sucesso da relação, mas não há nada além disso.

 

Um novo sócio em uma empresa existente

Esta também é uma situação muito comum, tanto para quem deseja entrar em algo já consolidado, quanto para você que tem dúvidas se vale a pena inserir mais um indivíduo na sociedade para tentar melhorar os resultados da empresa.


A regra é mesma, não há complicação. Pergunte a si mesmo:

  • Eu preciso injetar capital na minha empresa, evitando utilizar recursos bancários?
  • Eu preciso complementar a gestão ou a operação da empresa, inserindo competências e habilidades que eu não tenho?
  • Eu estou com minha rotina atribulada e preciso dividir tarefas com outra pessoa que possua o mesmo grau de responsabilidade e comprometimento que eu possuo?


Se não encontrar nem uma resposta positiva, esqueça… Essa empresa não precisa de um novo sócio.

 

Sociedade entre marido e mulher

Situação polêmica, mas com solução clara e objetiva: só dará certo uma sociedade entre marido e mulher se houver pelo menos uma das três famosas ocasiões: Injeção de Capital, União de habilidades ou Ampliação da força de trabalho. Em todos os casos, a regra continua válida. As sociedades formadas por marido e mulher dão errado quando iniciam sem motivo, sem necessidade, apenas por conveniência.

Sim, existem algumas questões que ultrapassam a razão e podem gerar problemas irreversíveis, mas isso ocorre em qualquer sociedade. Repetindo o que foi exposto antes, se não houver respeito, parceria e disciplina, a sociedade tenderá ao fracasso, assim como a união de dois amigos, pais e filhos ou dois desconhecidos quaisquer.

 


Dica do especialista

A escolha de um bom sócio para um negócio pode ser o divisor de águas entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento. Descubra se você realmente precisa de um sócio e construa uma relação saudável, buscando o equilíbrio entre humildade e imponência. Junte-se a pessoas melhores que você! 

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Empreendedorismo

Estamos vivendo a era da informação. Somos bombardeados diariamente com uma infinidade de notícias, textos, vídeos, imagens e muitas vezes, ficamos perdidos em meio a tanto conteúdo disponível. E, com isso, torna-se difícil decidir em que (e em quem) confiar e quais dicas valem a pena seguir para iniciar um negócio. São muitas dúvidas cercando a mente do empreendedor, como a escolha do segmento, a aposta em franquia ou a criação de uma marca, a decisão de utilizar capital próprio ou de captar um empréstimo, entre várias outras questões.
Eu sei muito bem como é, por isso separei algumas dicas que podem te ajudar muito a esclarecer as principais dúvidas de como abrir seu próprio negócio e finalmente dar os primeiros passos de sucesso. Vamos começar?



Quero abrir um negócio próprio. Qual segmento escolher?


Não pense que irá encontrar essa resposta pronta. Essa decisão depende muito de você, mas, podemos mostrar os caminhos para auxiliar você a chegar nessa definição. Para ser bem sucedido em uma atividade, o empreendedor de sucesso precisa, primeiro, dominar essa atividade. Neste aspecto, é fundamental ter aptidão com o ramo, pois isso facilita muito o início da operação e encurta o processo de aprendizagem. Nada impede de estudar e aprender sobre algo novo, mas tome ciência de que isso pode atrasar seu plano em cerca de um ano.


Portanto, se você é um ótimo cozinheiro e gosta de servir outras pessoas, pesquise opções no ramo de alimentação, como por exemplo, abrir um restaurante  ,ou se você entende de mecânica e é um bom conhecedor de carros, busque um negócio no ramo automotivo. Mas, cuidado para não confundir hobby com business e transformar uma paixão em uma obrigação. Seja seletivo e descubra algo que você se considere competente e que seja passível de monetizar.

 


Franquia ou marca própria ao iniciar um negócio?


Essa resposta é mais fácil de ser encontrada com outra pergunta: Você quer reduzir o risco pagando por um modelo já testado ou pretende apostar sozinho e começar um negócio do ponto zero? A franquia não é uma garantia de sucesso, mas é uma forma de mitigar os riscos, visto que a operação já foi testada e possui várias rotinas e processos já definidos para aumentar a chance de sucesso do franqueado. Por outro lado, se você quer iniciar um negócio por conta própria pode alongar bastante a construção do negócio, pois você será o responsável por criar cada detalhe da sua empresa, como criar um logotipo, definir o quadro inicial de funcionários, escolher as máquinas e equipamentos corretos, definir o mix de produtos e serviços, etc. Todo desafio é válido, desde que a escolha seja bem embasada.


Ao abrir um negócio, invisto meu capital ou empréstimo?


Dúvida cruel, não é? É complicado, pois ao iniciar um negócio essa decisão não pode ser tomada apenas com base financeira. Questões como família, idade e patrimônio precisam ser minuciosamente avaliadas para garantir que o empreendedor invista com mais segurança. Em nenhuma situação o empresário deve apostar em uma única opção ao abrir um negócio próprio. Apostar 100% de capital próprio significa assumir um risco desnecessário, ao passo que utilizar 100% de capital de terceiros pode representar um custo financeiro acima da capacidade de pagamento do negócio. O ideal é mesclar as opções, alinhando expectativa do empreendedor, cenário econômico e potencial de resultado do negócio. É fundamental a sintonia entre as finanças pessoais e as finanças empresariais para realizar um investimento sólido e sustentável a longo prazo. 

No vídeo abaixo o portal Sebrae exemplifica a questão da viabilidade de um empréstimo:

 

A ideia: Que tipo de empresa montar e em qual segmento?

Qualquer plano de negócio irá nascer a partir de uma ideia, ou melhor, de uma boa ideia. Essa ideia será verificada em busca de viabilidade. Viabilidade significa atestar que algo é passível de ser executado. A viabilidade pode ser verificada em vários aspectos, como financeiro, operacional, mercadológico, etc. Isto vale para qualquer porte de negócio, desde uma loja de varejo até uma grande indústria. Se você ainda não teve a grande ideia para iniciar uma empresa de sucesso, infelizmente, você está distante de construir um negócio. Mas, se você já tem a ideia, siga em frente.

Veja também: Como divulgar minha empresa



Operação: O que vender e como vender?
empresários buscando gerar lucror

Ao abrir um negócio, para descobrirmos o investimento teremos que “visualizar” essa operação em funcionamento, para então transformá-la em números. Podemos segmentar os custos operacionais para facilitar a construção do modelo:

  • Mix de Produtos e Serviços

    Defina o nome e a descrição detalhada do que você pretende vender e separe em grupos. Apure também qual o custo direto de cada produto ou serviço sobre o preço de venda. Se você tem dúvidas sobre os preços, em breve publicaremos um material com técnicas de precificação e criação de produtos de sucesso. 


  • Escolha o ponto Comercial e Área Mínima

    Identifique se as vendas da empresa dependem de alto, médio ou baixo fluxo de clientes passantes. Esta dependência vai definir a localização do empreendimento ,e se ele vai se encontrar em um shopping center, em uma avenida principal, em uma rua neutra ou em um bairro industrial. Calcule também quantos metros quadrados são necessários para realizar a operação. Com estas duas informações, você terá condições de estimar o valor de aluguel mensal.


  • Selecione o quadro de funcionários

    Elabore uma relação da equipe mínima para iniciar a operação. Pense nas funções básicas de cada setor para que o processo de comprar, transformar e vender seja executado. Assim, você terá base para projetar o custo mensal da folha de pagamento da empresa.


  • Fique atento aos encargos trabalhistas

    Este é um assunto bastante complexo, mas, como queremos praticidade e agilidade para começar o novo negócio, vamos considerar que o total de encargos seja equivalente a 80% do valor da folha de pagamento.


  • Impostos


    Outro tema complexo ao abrir um negócio é a tributação. Não vamos adentrar no mérito dos regimes tributários, nem diferenciar incidência de impostos sobre vendas ou sobre lucros. Para facilitar o cálculo, vamos criar um atalho rudimentar:  
  • Aplique 10% sobre a receita, se a empresa for do setor de comércio ou indústria.
  • Aplique 15% sobre a receita, se a empresa for uma prestadora de serviços.


  • Taxas de vendas

    Caso a empresa realize vendas em cartões, vendas online ou qualquer outro tipo de venda comissionada, considere o custo gerado por estas movimentações.


  • Custos Mensais

    Junte todas essas informações e crie uma nova lista de custos mensais, com todos os outros gastos da empresa, como telefone, internet, contador, energia, água, alarme, softwares, material de escritório, material de limpeza, despesas bancárias, custos com site, etc.




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Conceitos essenciais ao iniciar um negócio


D.R.E. (Demonstrativo de Resultado):

O DRE é a ferramenta principal do empresário, pois é com ele que conseguimos apurar a lucratividade do negócio. Além do lucro, o DRE gera vários outros indicadores fundamentais para gestão da empresa. De forma prática, vamos tratar o DRE como uma tabela onde teremos receitas, custos e lucro. Neste momento, vamos concentrar apenas em dois itens:
  • Receita: É a soma de todas as vendas realizadas, considerando a multiplicação das quantidades e preços de cada item. Também pode ser chamado de receita bruta de vendas ou faturamento.
  • Lucro: É o resultado da receita bruta deduzida de todos os custos da empresa. Na prática, é este indicador que atesta a viabilidade econômica da empresa.


Investimento Inicial
:

Consiste no levantamento de todos os gastos necessários para iniciar o negócio. Podemos separar em quatro grupos:

  • Móveis e Equipamentos – móveis, equipamentos e ferramentas para armazenar, produzir e entregar seus produtos e serviços
  • Obras e reformas – adequação física e estética de espaços
  • Formalização – taxas de constituição da empresa
  • Treinamentos – treinamento da primeira equipe, capacitação do gestor e gastos antecipados com mão de obra


Payback:

De forma prática, o payback representa o prazo de retorno do investimento, ou seja, em quanto tempo o capital investido será devolvido. Veremos mais detalhes a seguir.






PROJEÇÕES DE RESULTADOS DO MEU NEGÓCIO

empresário apresentando os tipos de projeções para um negócio
Agora é momento de cruzar gastos iniciais com os gastos operacionais. A ideia é simples: o resultado operacional terá que ser positivo para devolver o investimento inicial ao empresário dentro de um período de tempo.


  • COMO PROJETAR AS RECEITAS


Esse número não é tão simples de definir, mas pode ser norteado pelo correto alinhamento entre:
  • Pesquisa sobre negócios similares já existentes
  • Capacidade máxima de produção/entrega
  • Ponto de Equilíbrio


Caso esteja inseguro com as projeções de receitas, crie 3 cenários para fazer as simulações:

  • Cenário Pessimista
  • Cenário Moderado
  • Cenário Otimista
  • COMO PROJETAR CUSTOS
Os custos possuem dois comportamentos distintos, de forma que alguns variam em função da variação da receita, e, outros são fixos, independentemente do volume de vendas. Portanto, podemos classifica-los em dois grandes grupos:


  • Custos Variáveis: acompanham a variação do volume de vendas, como taxas de vendas, impostos, insumos, etc. Na projeção estes custos precisam ser lançados como percentuais aplicados sobre a receita.
  • Custos Fixos: não variam proporcionalmente com o volume de vendas. Sofrem alterações conforme o uso, mas podem ser considerados fixos, como aluguel, contador, internet, salários, encargos trabalhistas, etc.


  • COMO PROJETAR LUCROS

O lucro será decorrente da subtração entre a receita e os custos.


  • COMO CALCULAR PAYBACK



O valor de investimento inicial dividido pelo lucro mensal projetado trará a resposta de quantos meses serão necessários para recuperar o valor investido. Após reaver o valor total do investimento inicial do negócio, os próximos lucros estarão livres para o empresário.

Confira nossa vídeoaula sobre projeções de resultados



COMO SABER SE O MEU PROJETO DE EMPREENDIMENTO É VIÁVEL?

empresário pensativo no sucesso de sua empresa
Não adianta termos uma ótima ideia e todos os dados se não soubermos avaliar a qualidade destes números e conseguir medir os riscos reais do projeto. Precisamos ter base para descobrir qual o lucro ideal e qual o payback ideal para abrir seu negócio.

Veja também: O papel do consultor de empresa


Qual o lucro ideal para meu negócio?

  • Busque o lucro médio: Mesmo com essas diferenciações, podemos nortear esse indicador, considerando que a lucratividade média satisfatória é de 15 a 20% sobre a receita.
  • Cuidado com os erros nas projeções: Desconfie se a lucratividade do seu projeto apontar algo acima de 30%, pois existem grandes chances de haver algum erro nos números. Dificilmente uma empresa constituída corretamente apurará lucratividade acima de 30%.
  • Cuidado com resultados apertados: Por outro lado, se esse indicador for abaixo de 10%, é aconselhado uma revisão geral do projeto, pois lucratividades reduzidas representam maior risco ao investidor, visto que qualquer oscilação no mercado pode comprometer o resultado e alongar o prazo de payback. Existem segmentos de lucratividade baixa, porém, isso ocorre quando a escala é alta e as receitas atingem montantes elevados.

 



Qual o payback ideal para meu negócio?

O payback ideal depende dos anseios do investidor. Logicamente ao abrir um negócio próprio, todo investidor quer recuperar o capital investido no menor prazo possível, mas, é preciso entender que velocidade e rentabilidade não caminham na mesma direção.


  • Busque o Payback médio: de modo geral, o payback fica entre 24 e 48 meses.
  • Cuidado com os erros nas projeções: Desconfie de prazos abaixo de 24 meses. Pense assim: se fosse rápido e fácil, todo mundo faria. Existem prazos de retorno abaixo de 24 meses, mas apenas em casos de projetos de porte muito pequeno.
  • Cuidado com payback muito longo: Os projetos de grande porte tendem a esticar um pouco mais o prazo de retorno, mas nada que ultrapasse 60 meses. Acima disso, o risco assumido pode ser grande, pois em 5 anos, muita coisa pode mudar, como a economia de mercado, o comportamento dos consumidores, as tecnologias desenvolvidas e até mesmo os recursos naturais disponíveis no planeta.


Vamos abrir um negócio de sucesso?

E então, você se sente seguro para abrir sua própria empresa? Prepare seu checklist e tire seus planos do papel:


  • Estruture a ideia
  • Crie os produtos e serviços
  • Desenhe a estrutura física
  • Defina o quadro de funcionários
  • Faça uma relação de custos fixos (valores absolutos)
  • Faça uma relação de custos variáveis (percentuais sobre a receita)
  • Faça a projeção das Receitas
  • Simule os cenários com auxílio de DREs
  • Calcule o Lucro (avalie esse lucro)
  • Apure o Investimento Inicial
  • Calcule o Payback (avalie esse payback)
  • Inicie o negócio

Você já tem as ferramentas necessárias e sabe como abrir seu próprio negócio corretamente.
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Empreendedorismo, Gestão

Você já deve ter se deparado com aquelas faixas de tecido branco estampando a famosa mensagem em caixa alta: “SOB NOVA DIREÇÃO” pendurada na fachada de estabelecimentos. Esta foi uma medida muito usada por comerciantes do século passado e que ainda sobrevive nos dias atuais. No entanto, existe uma incoerência enorme nesta prática.


COMPREI UMA EMPRESA. DEVO MANTER A MARCA ANTERIOR?

Quando a empresa possui uma história de sucesso e credibilidade perante o mercado, não há necessidade de abandonar aquela marca consagrada e substituí-la por uma marca nova, sem vida própria, sem trajetória construída. Se não há motivos para mudar o letreiro, também não haverá motivos para comunicar que o negócio possui um novo dono. Portanto, se a empresa que você comprou possui uma boa reputação, o ideal é manter tudo de bom que ela já tem e evitar impactar clientes e parceiros com a mudança de proprietário. O novo proprietário da empresa deve ser encarado apenas como uma peça trocada, sem tornar essa informação pública. Então, não há razão para pendurar a famosa faixa “sob nova direção”.

Veja também: Como divulgar minha empresa


COMPREI UMA EMPRESA E NÃO QUERO MANTER A MARCA ANTERIOR

Por outro lado, existem empresas que possuem alguns deslizes registrados na sua história e sua reputação não é das melhores. Nestas situações é aconselhado transformar o negócio em todos os aspectos, e, logicamente, alterar a marca. Se o novo empresário não quiser que os consumidores assimilem o negócio aos erros do passado, uma nova marca é uma estratégia muito promissora. Sendo assim, havendo mudança de marca também haverá mudança de letreiro. Ao mudar o letreiro a empresa já terá uma nova identidade e transmitirá a ideia ao cliente tornando desnecessária a faixa “sob nova direção”.



EM QUAL SITUAÇÃO É INDICADO PENDURAR A FAIXA ?

Nunca! A resposta é curta e simples. Ao comprar uma empresa, se a marca for mantida, não há motivo para comunicar que o negócio foi comprado ou vendido. Se a marca não for mantida, a nova marca já cumprirá essa tarefa de comunicar que tudo mudou. É preciso deixar claro que a marca é apenas a exteriorização da alma de uma empresa e que essa essência é muito maior do que um mero letreiro. A alma é construída com trabalho, tempo, estratégia, modelo de gestão, mix de produtos e uma infinidade de outros pontos. Mas, isso é assunto para outro dia.



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Empreendedorismo, Franquias, Gestão
Franquia não é um emprego: esse é um alerta importante no universo do franchise que deveria estar consolidado na mente dos empreendedores de plantão. Uma franquia é apenas um modelo de expansão de determinado negócio, visando replicar um modelo testado e que deu certo. Mas, o fato de ter dado certo não indica que dará certo em todas as circunstâncias. Existem fatores que devem ser levados em conta ao empreender, em todos os formatos de negócios, sejam eles franquias ou não. De acordo com estatísticas do mercado nacional, 23% das empresas fecham as portas em até dois anos de funcionamento. Quando consideramos os números do setor de franquias, essa taxa de mortalidade cai para menos de 10%. Isso indica que optar por uma franquia pode ser uma decisão mais segura, mas também não é garantia de sucesso.Antes de abrir uma empresa, muitos brasileiros se concentram no planejamento do negócio e se esquecem do próprio planejamento pessoal. No segmento de franquias, esse ponto é ainda mais grave, pois as franquias tendem a contemplar investimentos maiores em troca de fornecer um modelo mais seguro ao empresário. Portanto, se o investidor não se planejar corretamente para injetar os recursos na empresa, poderá começar com o pé esquerdo e não conseguir reverter a situação. Neste aspecto, podemos considerar, além do capital de implantação, o planejamento da renda da família durante a fase de maturação e as reservas de capital para aportar em função dos prejuízos nos meses iniciais. Esses dois desembolsos costumam chegar a até 20% do investimento inicial. Vencida esta etapa, inicia-se a escolha da franquia. Os dois filtros principais deste processo são o valor total de investimento e o ramo de atividade da franquia. Primeiramente, é preciso limitar o investimento à verba do investidor e não se esquecer de considerar as despesas extras. Em seguida, basta escolher os segmentos que tem maior afinidade com o seu perfil. Quando o assunto é franquia, não dá pra viver de oportunidades. Como já dito, a franquia não é emprego, mas sim, um empreendimento, portanto, precisa de gestão. Gerir algo que conhecemos e dominamos aumenta significativamente a chance de sucesso. Não adianta buscar numa conveniência de investimento numa franquia de sorvetes se a aptidão do empreendedor é com o mercado de moda. O ideal é alinhar o interesse, habilidade, conhecimento e gestão. Por último, depois de cuidar das finanças familiares, criar uma reserva para as despesas complementares do negócio, limitar a faixa de investimento e escolher o ramo do negócio, basta escolher a marca! Parece simples, mas não é. Antes de entregar todas as suas economias a um franqueador, investigue-o intensamente. Algumas verificações básicas são tempo de mercado, quantidade de lojas abertas e qualidade do produto ofertado. Aprofundando um pouco mais, verifique como é o suporte ao franqueado, como funcionam os treinamentos, se há acompanhamento financeiro e como é a gestão do fundo de propaganda. Por fim, tire a prova final: entre em contato com pelo menos três franqueados da marca e pergunte se eles estão satisfeitos, se obtêm resultados e se o recomendam investir na marca. Cuidado com opiniões destoantes, faça uma pesquisa sincera e sensata e boa sorte! 
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Empreendedorismo, Gestão
Toda micro e pequena empresa trabalha com orçamento limitado, portanto, um gerenciamento de custos eficiente pode aumentar significativamente a lucratividade do negócio. É importante, antes de tratar as despesas, o empresário ter em mente qual o lucro desejado na operação e qual a expectativa de receita mensal. Para definir isso, ele pode buscar referências do setor e uni-las às suas percepções práticas. Após o lucro desejado ser definido, o ideal é centralizar todos os registros de entradas e saídas financeiras da empresa em um software, uma planilha digital ou até mesmo em um caderno.

É importante controlar e conferir o saldo de caixa para garantir que todos lançamentos foram computados. Ao lançar as saídas, uma dica muito útil é classificar cada despesa, agrupando-as em categorias. Esse tipo de agrupamento é chamado de “plano de contas”, e, ao contrário do que pensa a maioria dos empresários, quanto menor a quantidade de categorias, mais fácil se torna a análise.

Os planos de conta extensos são confusos, dificultam interpretações rápidas e ainda geram dúvidas ao classificar. Podemos até deixar aqui um exemplo de plano de contas resumido, com apenas 7 categorias, que pode ser utilizado por um pequeno comércio e auxiliar em seu gerenciamento de custo:

– Produtos para revenda
– Impostos sobre venda
– Custo de Ocupação
– Serviços Mensais
– Salários e Encargos
– Despesas Diversas
– Investimentos


Em seguida, devemos criar metas de custo para uma das categorias. Para definir essas metas, é preciso iniciar as classificações, construir um histórico de um ou dois meses, analisar o comportamento de cada categoria e com esta base, definir as novas metas. Cabe ressaltar que a ação de reduzir custos não funciona quando é realizada de forma desorganizada. Primeiro, deve-se identificar o que precisa ser reduzido e quanto será reduzido. Por exemplo, “não adianta reduzir o gasto com telefone, quando não há problemas com a conta de telefone”. Reduções de custos desprogramadas podem comprometer processos internos e até afetar a qualidade oferecida ao cliente, portanto, é preciso ter critérios no gerenciamento de custos. Por fim, é importante ficar claro que são os custos que precisam se adequar às receitas e não o inverso.
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Empreendedorismo

Imagine que após anos de dedicação ao trabalho, o empreendedor se dá conta de uma situação: a empresa passa por um momento difícil e talvez precise fechar as portas. Quando isso acontece, é muito comum que não se saiba o que fazer, e para te ajudar a entender melhor como agir, trazemos aqui um novo assunto para discutirmos: e se a empresa acabar? O que fazer?

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Gestão

A alma é a alma do negócio

Diferente do que vemos na prática, a missão de uma empresa é muito mais do que um simples quadro pendurado na sala do diretor com uma frase bonita. Uma missão não se cria, a missão simplesmente nasce. É algo profundo que pode surgir antes ou durante a maturação do negócio, dependendo do instinto empreendedor e da oportunidade de mercado que será trabalhada.

Uma empresa obtém sucesso quando acredita naquilo que faz, e, principalmente, quando aquilo promove algum bem à sociedade. Nós, da GPME, acreditamos que o mundo pode ser infinitamente melhor, se as pessoas – físicas ou jurídicas – acreditarem na sua própria essência e pensarem no reflexo de suas ações perante a sociedade. Empresas sem alma, podem até gerar resultados por algum tempo, mas, dificilmente se sustentam ao longo prazo. E isso é válido tanto para a gestão de pequenas e médias empresa, quanto das grandes.

Trazemos aqui missões empresarias de dois gigantes do mercado de varejo, que mostram que um dos fatores do sucesso é promover mudanças positivas na sociedade:

  • NESTLÉ: oferecer ao consumidor brasileiro produtos reconhecidamente líderes em qualidade e valor nutricional, que contribuam para uma alimentação equilibrada, gerando sempre oportunidades de negócios para a empresa e valor compartilhado com a sociedade brasileira.

  • AVON: Ser a companhia que melhor entende e satisfaz as necessidades de produtos, serviços e auto-realização das mulheres no mundo todo.

E você, refletiu? Você acredita naquilo que vem desempenhando nos últimos anos? Sabe qual é a sua essência? Os tempos mudaram: a alma é a alma do negócio.

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