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Gestão

Diante de um cenário de pouco crescimento econômico e constantes atualizações tecnológicas, as empresas precisam cada vez mais de colaboradores especializados e produtivos. 

Mas como encontrar e atrair esses profissionais qualificados? A solução pode estar dentro da organização!

Com um mercado de trabalho altamente competitivo, muitas vezes buscar e contratar novas equipes pode sair bastante caro e demorado. Foi aí que as empresas e os setores de recursos humanos começaram a apostar na Cultura do Aprendizado.

Afinal, treinar e capacitar talentos internos pode ser muito mais rentável e eficiente do que buscar novos funcionários. Com a cultura de aprendizado, as empresas incentivam seus colaboradores a aprimorar os conhecimentos e habilidades, trazendo muito mais competitividade para a corporação.

Mas como funciona tudo isso na prática? Continue lendo e veja como a cultura de aprendizado é aplicada em uma empresa!


Entenda o que é a cultura do aprendizado

Abrangendo muito mais do que apenas oferecer treinamentos, eventos, cursos e workshops, a cultura de aprendizado envolve toda uma mudança de pensamento na empresa, passando a ter o compartilhamento de conhecimento como um processo no dia a dia do negócio.

Dessa forma, o perfil comportamental da equipe é transformando, deixando o time mais satisfeito e produtivo. Veja alguns dos resultados que a Cultura do Aprendizado traz:

 

  • Funcionários mais satisfeitos;
  • Aumento da proatividade;
  • Ampliação da eficiência e produtividade;
  • Desenvolvimento de lideranças;
  • Times mais flexíveis e resilientes.


A cultura de aprendizado precisa de planejamento para sair do papel e gerar resultados concretos. Por isso, os setores de Recursos Humanos e T&D precisam participar ativamente dos projetos, definindo objetivos, prazos e tipos de atividades.

Além disso, serão fundamentais as ações de persuasão e estímulo aos colaboradores, seja com certificações ou seja com um plano de carreira. 

Para te ajudar a começar uma Cultura do Aprendizado na sua empresa, separamos algumas dicas. Confira:


1 – Use as lideranças

Aproveitar os líderes da sua empresa, estimulando que eles começam a compartilhar o conhecimento entre os seus liderados. 

A ideia pode começar de forma simples, como em encontros quinzenais onde cada dia um diretor ou gerente apresente temas distintos. Como ele já tem o entendimento sobre a empresa, o processo é mais efetivo e bem mais barato do que contratar palestrantes externos, por exemplo. 


2 – Acerte na divulgação

Como já falamos, criar meios de incentivar a participação dos colaboradores é fundamental para que se tenha resultados com a cultura do aprendizado. 

Tenha em mente que é preciso que eles sintam vontade de evoluir e engajem no projeto, por isso, recompensas são é uma ótima estratégia.

3 – Dê feedbacks

No gerenciamento de equipes, dar feedbacks é indispensável, assim como é na cultura de aprendizado. O retorno é fundamental para que o colaborador saiba se está evoluindo ou se ainda precisa trabalhar algum ponto.

Assim, o participante se sente parte ativa do processo e fomenta o desejo de aprender sempre mais.


4 – Ouça

Além de dar o feedback, é importante também saber ouvir. Assim, a empresa saberá o que pode ser melhorado ou adaptado, podendo oferecer experiências cada vez melhores e mais eficientes. 

 

5 – Avalie resultados

Nenhum investimento em um empresa é feito sem a análise de resultados. E na cultura de aprendizado isso não é diferente.  

Saber se os colaboradores colocam em prática o que aprenderam e quais foram as melhorias adquiridas são alguns dos resultados possíveis de mensurar. Outras quatro funções da cultura de aprendizado que podem ser analisadas são: aplicabilidade; compartilhamento; integralidade; flexibilidade.

Como vimos, a cultura de aprendizado ajuda a melhorar o desempenho corporativo porque adapta as ações de capacitação de acordo com os interesses e necessidades de uma empresa.

E aí, na sua empresa já é trabalhada essa cultura? O que falta? Deixe seu comentário!

 





Autor Convidado:

Bruno Saes, Analista de Marketing de Conteúdo na Impacta, que está há mais de 30 anos transformando pessoas e equipes por meia da educação e capacitação em tecnologia, gestão e design!

 

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Gestão pessoal

Os hábitos de empreendedores de sucesso mostram uma coisa que muita gente já desconfiava: o sucesso não vem por acaso e não é resultado, apenas, de trabalho duro.

O modo de agir, o método de trabalho e, até, o modo de pensar e ver cada situação, contribuem para o sucesso das maiores mentes do empreendedorismo mundial.

Como para cada caminho existe um mapa e para todo resultado existe um método, para a conquista do sucesso não pode ser diferente.


Cada empreendedor de sucesso traçou o seu próprio caminho para o sucesso mas muitos passos foram parecidos, ou mesmo, igual a de outros empresários bem-sucedidos.

Isso nos mostra que resultados parecidos exige técnicas e práticas semelhantes. Por isso, a gente separou neste artigo, algumas dicas dos hábitos de empreendedores de sucesso: para que você possa observar o que funciona para você e para sua empresa e para que possa fazer uma correção de rota, caso tenha traçado um caminho que vai dar em um resultado diferente do sucesso.

 

Observe a seguinte citação:

O início de um hábito é como um fio invisível, mas a cada vez que o repetimos o ato reforça o fio, acrescenta-lhe outro filamento, até que se torna um enorme cabo, e nos prende de forma irremediável, no pensamento e ação.  Orison Swett Marden

 

Você mesmo consegue perceber a verdade nesta frase, não é? Nossos hábitos definem quem a gente é no dia a dia. Os resultados deles também.

Não seria muito melhor se a gente adotasse somente hábitos que nos levam ao sucesso?




Hábitos de empreendedores de sucesso: veja as melhores dicas

 

Ao invés de selecionar dicas com os hábitos dos empreendedores de sucesso focadas em estilo de vida, mostrando como eles levam a vida fora da empresa a gente preferiu separar somente dicas práticas.

 

São dicas que você pode aplicar no cotidiano da sua empresa ou praticar em função da produtividade e dos resultados do seu negócio. Vamos às dicas:

     

    Empreendedores de sucesso administram bem seu próprio dinheiro


Esta dica parece óbvia mas poucos empresários se dão conta de que devem cuidar das suas finanças mesmo quando já estão ganhando muito dinheiro. O
controle financeiro deve ser a parte mais importante de uma vida focada no sucesso já que sem recursos monetários fica impossível investir em novas ideias, ou mesmo, em novos mercados e nichos que vão surgindo com o passar do tempo.

É claro que isso não significa que os empreendedores de sucesso não aproveitam bem o dinheiro que ganham. É certo que eles aproveitam bem a vida que os seus recursos podem proporcionar, mas eles também sabem que não devem jogar dinheiro pela janela e nem investir em negócios de alto risco. Afinal, não é fácil ganhar dinheiro mas é muito fácil perder ele por erros bobos.

     

    Eles têm metas grandes, claras e alcançáveis


Como você vai traçar um caminho se não sabe bem onde quer chegar? Você deve ter seu foco onde no ponto em que você quer chegar. É por isso que os empresários de sucesso tem como hábito traçar metas claras de onde querem estar em determinado período de tempo, de quanto querem ter em suas contas bancárias e dos resultados que querem obter com cada ação.

É claro que, principalmente no momento de traçar estas metas, é ideal que você tenha os pés no chão. Suas metas devem ser alcançáveis e seus objetivos possíveis de serem atingidos. Tenha sempre em mente, também, nesse momento, que você deve especificar uma meta clara e não algo abstrato em algum futuro desconhecido.

   

     Eles escolhem sempre agir

Um dos hábitos de empreendedores de sucesso é sempre escolher a ação. Isso não quer dizer que um planejamento estratégico ou um plano de negócios não sejam essenciais mas, estes empresários sabem que a ação é muito mais importante depois que o planejamento está pronto e não ficam presos nas planilhas e cadernos de estudos.

   

    Empresários de sucesso focam no que traz resultado

Talvez esta seja o maior dos hábitos de empreendedores de sucesso. Elas focam somente naquilo que traz resultado. Isso não quer dizer que eles acertem sempre ou que suas estratégias sempre trazem resultados rápido.

Quer dizer que eles sabem analisar e planejar ações com caminhos certeiros para o sucesso e sabem focar naquilo que vai trazer esses resultados para o seu negócio.

Uma vez que você aprenda a tomar esse caminho, você vai perceber que ele não tem volta. Todo o resto parece pequeno quando você começa a apontar suas estratégias para aquilo que realmente vai trazer resultados, esquecendo aquelas tarefas que trazem apenas números pequenos.



   Organização é o principal hábito deles

O dia de um empresário é curto. Se o dia das pessoas normais parece ter 24 horas, o de um empresário parece ter apenas 12. Isso porque, quem possui um negócio tem que executar diversas funções e tarefas durante um só dia. São muitas responsabilidades e, de que maneira é possível dar conta delas sem muita organização?

Por isso, um dos hábitos de empreendedores de sucesso é ter disciplina e organização durante todos os seus dias, todos os seus meses e todos os seus anos. Ter horários definidos para cada tipo de tarefa, saber delegar atividades, ter uma agenda com os compromissos listados, e todas as outras técnicas disponíveis para isso, são essenciais para quem deseja ter sucesso em seu negócio.


   
   Eles têm sede de conhecimento

A leitura é um hábito que beneficia a todos mas, no caso do empresário, este hábito traz ainda mais conhecimentos sobre as pessoas, estratégias e, principalmente, sobre o seu próprio setor de atuação. 

Por isso, a leitura é essencial para o sucesso. Ter sempre junto de você uma forma de se informar, tanto por livros quanto por jornais ou meios digitais, nos sites de notícias. 

Estar por dentro do que acontece no mundo é primordial para um empresário de sucesso manter o seu sucesso, ou para um empreendedor iniciante descobrir o seu próprio caminho para se tornar bem sucedido.



   Eles mantém seu foco no sucesso

Este hábito é o equivalente a manter seus olhos no resultado. E o resultado esperado é o sucesso, certo? Por isso, não só suas ações, mas também seus pensamentos devem estar voltados para o sucesso.

Quando você se habituar a pensar assim, em todas as situações você vai conseguir ver uma oportunidade. A busca pelo sucesso e por ver o que de bom cada situação pode trazer se torna um instinto e o objetivo final se torna mais fácil de ser alcançado.


 
  Empresários bem sucedidos têm uma boa rede de contato

No século passado Napoleon Hill já afirmava que somos o resultado direto das pessoas com quem nos relacionamos. Baseado nesta mesma ideia, o autor ainda dizia que devemos manter contato com pessoas que tenham objetivos parecidos os iguais aos nossos e que tenham uma visão parecida da vida.

 Isso equivale a dizer que, você deve ter uma rede de contatos desse tipo. Eles não vão ser, de forma alguma, seus concorrentes mas sim, companheiros de jornadas, que vão poder colaborar com ideias, soluções e com aquela mão amiga quando você precisar.


   Eles focam na solução

Sabemos que o cotidiano de um empresário não é um parque de diversões. A burocracia e a dificuldade de se lidar com o capital humano das empresas representam grandes desafios.

É por isso, que um dos hábitos de empresários de sucesso é focar na solução e não no problema. Essa prática torna o dia a dia um pouco mais simples, uma vez que o empresário, ao invés de ficar analisando o que deu errado em uma estratégia, vai analisar o que ele deve fazer para ter sucesso na próxima empreitada.

É claro que, somente este artigo não encerra todas as dicas e hábitos de empreendedores de sucesso. Existem tantas outras práticas adotadas por estes profissionais que seria impossível listar elas.

Entretanto, é válido dizer, que hábitos do tipo podem revolucionar, não só a vida profissional de um empresário mas, também, a vida pessoal. Por isso, vale a pena ficar atento ao que cada um destes empresários de sucesso têm a dizer em suas palestras, livros e vídeos.


* Este é um texto realizado pelo Blog do “Quanto Sobra”.

 



Matérias sobre empreendedorismo que você pode se interessar:

Dúvidas ao abrir um negócio
Como escolher um sócio

 

 

 

 

 



 

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Empreendedorismo

As mudanças no mundo do trabalho ocasionadas pelo que é chamado de quarta revolução industrial já têm impacto sobre milhões de trabalhadores e organizações. Reinventar-se tornou-se necessário em diversos aspectos. Nova cultura, posicionamento e estratégia são apenas o começo de muitas adaptações.


Desde as necessidades das empresas, até as expectativas dos profissionais, muita coisa mudou. Por isso, é necessário compreender quais são essas mudanças e como elas afetam as pessoas e empresas. Depois disso, entender como lidar com elas de forma eficiente para todos.


Entenda agora o que mudou nas formas de trabalho e como isso impacta nas empresas e nos profissionais.



A Quarta Revolução Industrial

O que caracteriza uma revolução industrial são as mudanças provocadas por novas tecnologias, que influenciam a economia, política e sociedade como um todo. Enquanto nos séculos XVIII e XIX (na primeira Revolução Industrial) isso representou a introdução do uso de máquinas, agora a história é diferente.

 

Desenvolvimentos em genética, inteligência artificial, robótica, nanotecnologia, impressão 3D e biotecnologia são algumas das novas descobertas. Além disso, a tecnologia da informação, big data e internet das coisas mudam a relação humana com os itens tecnológicos. Isso proporcionará uma revolução mais abrangente do que qualquer coisa que já tenhamos visto.

 

Sistemas inteligentes — residências, fábricas, fazendas ou cidades — ajudarão a resolver problemas que vão desde o gerenciamento da cadeia de suprimentos até a mudança climática. A ascensão da economia compartilhada permitirá que as pessoas monetizem tudo, desde a sua casa vazia até o seu carro. As opções de espaços de trabalho compartilhados (ou coworkings) crescem cada vez mais.

 

Embora a mudança iminente seja uma grande promessa, os padrões de consumo, produção e emprego criados por ela também representam grandes desafios, exigindo uma adaptação proativa por parte de empresas, governos e indivíduos.


As mudanças proporcionadas pela tecnologia

 

De acordo com pesquisas apresentadas no World Economy Forum em 2018, quase 50% das empresas esperam que a automação leve a uma redução em sua força de trabalho em tempo integral até 2022.

 

No entanto, no futuro do trabalho, 38% das empresas pesquisadas esperam estender sua força de trabalho para novas funções de melhoria de produtividade, e mais de um quarto espera que a automação leve à criação de novas funções em sua empresa. 

 

Isso significa que enquanto setores inteiros se ajustam, a maioria das profissões está passando por uma transformação fundamental. Enquanto alguns trabalhos são ameaçados, outros crescem rapidamente. Os trabalhos existentes também estão passando por uma mudança nos conjuntos de habilidades necessárias para executá-los.

 

Porém, juntamente à revolução tecnológica, surgem fatores de mudança socioeconômicos, geopolíticos e demográficos mais amplos, cada um interagindo em múltiplas direções e intensificando-se mutuamente. O que gera mudanças no mercado de trabalho e no posicionamento dos profissionais e empresas.



Os novos perfis de profissionais

Da mesma forma que as empresas possuem novas necessidades, os trabalhadores também. Principalmente nos grandes centros urbanos a correria do dia-a-dia e quantidade de tarefas estão cada vez maiores. É necessário administrar compromissos de trabalho, lazer, cuidar da saúde, da família e uma série de outras coisas.

 

Por isso, os profissionais estão cada vez menos valorizando aspectos como estabilidade e carteira assinada. Também não aceitam horários rígidos, gestão engessada e inflexibilidade. Por outro lado, veem muito valor em uma cultura colaborativa, flexibilização dos horários e espaços de trabalho, valorização da equipe e gestão humanizada.

 

Um grande exemplo disso é o sucesso que os espaços de coworking estão encontrando ao abrigarem equipes de grandes corporações. Ter times de colaboradores em escritórios compartilhados não só flexibiliza e facilita o dia-a-dia do profissional como também o torna mais satisfeito (e consequentemente mais produtivo).

 

Além disso, os profissionais estão cada vez mais focados em serem multifuncionais. Atualmente, vê-se muito mais valor em conseguir executar diversas tarefas, relacionadas e setores diferentes, do que especializar-se somente em um assunto. Claro que saber a fundo sobre certas informações é necessário, mas só isso já não é mais suficiente para satisfazer os anseios das pessoas e nem das empresas.

 

Os aspectos emocionais também têm ganhado destaque nessas mudanças, tanto por parte dos trabalhadores quanto das próprias empresas. As competências emocionais, como autoconhecimento e capacidade de lidar com o outro são muito valorizadas pelas organizações. Mas, em contrapartida, os colaboradores também exigem respeito e empatia por parte da gestão.


As mudanças no estilo de vida

 

A economia colaborativa mudou muito a forma como as pessoas enxergam o consumo. No lugar de ser proprietário de algo, escolhe-se usar itens compartilhados. Desde bicicletas e carros, até apartamentos e escritórios. Essa escolha acontece por razões práticas e econômicas, pois facilitam o deslocamento no dia-a-dia, hospedagem ou moradia e, claro, as formas de trabalho.

 

Deslocar-se de carro e ficar horas no trânsito é uma situação impensável para muitas pessoas. Os profissionais valorizam, cada vez mais, a possibilidade de trabalhar perto de casa, e realizar seus encontros e reuniões em locais práticos e bem estruturados. Ir para o trabalho de bicicleta ou caminhando é um luxo que tem se tornado cada vez mais comum.

Veja também: Como abrir um negócio de sucesso 

 

Até aqui, deu para perceber que as novas tecnologias, evoluções globais  e mudanças sociais impactam na relação das empresas com as pessoas e vice-versa. Mas também há alterações na forma como o trabalho é visto e executado. É importante manter-se sempre atualizado, seja você representante de uma organização ou um funcionário. Assim, estando ciente das novas demandas no mercado de trabalho, sempre haverá espaço para você.

 

Se você gostou deste assunto e quer se aprofundar, entenda por que o futuro do trabalho não será sobre diplomas, e sim sobre habilidades

 

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Gestão
Se você se depara com situações que precisam daquele incentivo tecnológico durante sua rotina de trabalho, esta matéria pode ser útil para você.

Muitas vezes, tarefas deixam de ser realizadas, conhecimentos deixam de ser adquiridos e, nosso tempo acaba sendo gasto com atividades desnecessárias que poderiam ser evitadas ou simplificadas.

Diante da necessidade, por que não recorrer àquele que está sempre ao nosso lado -ou dentro de nosso bolso – o smartphone?

Neste guia nossa equipe reuniu os 10 melhores aplicativos de celular que vão auxiliar na produtividade e eficiência no dia a dia do empreendedor.

Gostou da ideia? Confira abaixo a lista selecionada e testada pela GPME.


Os 10 melhores apps de celular para empreendedores

  • Esens

    “Leia ou escute um livro por dia, sem pagar nada”


Ideal para quem gosta de livros, mas não consegue encaixar a leitura na rotina. Com o Esens o usuário tem resumos diários de livros em forma de áudio ou escrita, além de poder ler ou ouvir resumos em apenas 15 minutos por dia. Esens é um grande agregador para a vida do empreendedor e que não poderia faltar em nossa lista.


         “Quebre maus hábitos ou construa hábitos positivos”


O usuário pode selecionar quais hábitos deseja implantar e quais deseja tirar de sua rotina, além de sugerir novas práticas para seu melhor rendimento. O app conta ainda com ferramentas para a mensuração do seu progresso.


  • Waze:
    “Pegue a melhor rota em tempo real com a ajuda de outros motoristas”


O Waze é um aplicativo gratuito de informações de localizações e GPS. Além de apresentar uma melhor rota para o usuário, o app informa pontos de interesse, locais turísticos e estabelecimentos comerciais, conta ainda com alertas em tempo real, interface com mapa e orientação por voz.



  • BeerOrCoffee:

    “Faça mais negócios e trabalhe cada dia de um espaço de trabalho diferente”

Com centenas de empresas de coworkings parceiras, a proposta do BeerOrCoffee – soluções em Workspaces – é reunir em uma plataforma, estações de trabalho compartilhada de todo o Brasil. O app é ideal para empresas com atuação em várias cidades, e empresários que se deslocam com grande frequência.


  • Dropbox:

    “Armazene seus arquivos em nuvem”
 
O Dropbox segue o princípio do armazenamento em nuvem. Permite a integração de arquivos entre membros da mesma equipe. Sem dúvidas um grande facilitador para equipes e interação entre membros e o utilizado aqui na GPME.

“Organize a vida e depois vá desfrutar dela”
                 


A proposta do Todoist é organizar suas tarefas. O aplicativo funciona como um lembrete pessoal para o usuário. Sempre que você tiver uma tarefa pendente ou marcada para ser realizada, ele te dará um alerta para sua execução.

O app tira a preocupação de sempre acharmos que deixamos algo sem realizar. Um verdadeiro auxiliador para o empreendedor e sua rotina agitada.


       
  • Duolingo:

    “Aprenda um idioma com o Duolingo”

Referência em aprender um novo idioma através do celular, o Duolingo tem a proposta de ensinar o usuário de uma forma divertida, fugindo dos métodos tradicionais.

No app você tem a possibilidade de escolher qual idioma deseja aprender e seguir a jornada, avançando gradativamente nos níveis. Você pode realizar as tarefas do app ao longo do dia, de uma forma descontraída e efetiva.



  • Camscaner:

    “Aproveite a digitalização a qualquer momento”

A proposta do Camscanner é simples e eficiente, por isso, o motivo de estar em nossa lista. Basta posicionar o documento em frente à câmera e deixar o Camscanner fazer o trabalho. Os documentos são escaneados em formatos adequados para envio formal ao destinatário.


  • Trademap:

    “O mercado financeiro em seu bolso”


Se você possui ações na bolsa ou pensa em conhecer melhor o mercado financeiro, o Trademap é o nosso selecionado para te auxiliar. Nele você consegue acompanhar o movimento da bolsa de valores, escolher quais ações deseja acompanhar além de notificações e índices das empresas. Um app de alto padrão e que entrega o que promete de uma forma simples e eficiente. Assista acima um vídeo demostrativo das funcionalidades do app

  • Booking:

    “Facilite suas viagens e reservas”


Viaja com frequência e se depara com a dor de cabeça de buscar por hospedagens? No Booking o usuário consegue de maneira fácil reservar pousadas, hostels e hotéis em todo o mundo. Basta entrar no app, selecionar data, local e demais informações. Você pode filtrar também por preços e achar o que mais se enquadra no que precisa. 






 

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Empreendedorismo, Gestão pessoal

Os podcasts são perfeitos para inspirar e ensinar sobre qualquer assunto. E porque não adquirir mais conhecimento com notícias de empreendedorismo enquanto você está no trânsito, na academia, tomando um café, ou fazendo qualquer tipo de atividade que não vai tirar sua concentração?

É como se fosse um programa de rádio com conteúdo sob demanda. Você pode ouvir o que quiser, na hora que bem entender. Dá pra escutar os episódios diretamente do seu computador, ou baixar aplicativos no celular para ter acesso a todas às plataformas.

Confira as três dicas de podcasts sobre empreendedorismo e negócios que trouxemos pra vocês:


1- DIRETO DAS TRINCHEIRAS

Esse podcast é apresentado elo Ricardo Jordão Magalhães e tem assuntos relacionados com vendas, marketing, liderança, empreendedorismo e e-commerce. Os insights são práticos e podem ser aplicados facilmente.

Escute aqui  o podcast ou baixe no seu agregador.


2- MAN IN THE ARENA

Quando o assunto é podcast sobre empreendedorismo, Man in the arena é uma referência um podcast de entrevistas, onde três empreendedores (Miguel Cavalcanti, CEO e Founder da AgroTalento; Leo Kuba, CEO e Founder da Inkuba; e In Hsieh, Co-Founder da CBIPA) levam um convidado para falar sobre a experiência e crescimento do seu negócio, como por exemplo: Gui Telles (Uber), Cristiane Correa (autora do livro Sonho Grande) e Tiago Yonamine (Trampos.co). Além disso eles também dão indicações de livro e conselhos de gestão. O último episódio é de 2016, mas os ensinamentos ainda são atuais.

 

3- B9

Essa dica é dois em um. No portal do B9 existe mais que um podcast, e nós indicamos aqui o Braincast e o Código Aberto. O primeiro tem o foco mais voltado para a criatividade, tecnologia, cultura e negócios. Já o segundo possui episódios que falam sobre o futuro das mídias e das tecnologias. Com certeza da pra ficar por dentro de notícias sobre empreendedorismo acompanhando esses dois Podcasts.

Além dessas três dicas, você pode encontrar nessa plataforma outros podcasts sobre negócios que te interesse.



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Como Bill Gates ensina sobre liderança revelando sua maior fraqueza
Ser esforçado vale mais que ser inteligente
Principais dúvidas ao iniciar um negócio próprio

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Empreendedorismo, Gestão pessoal

Por mais que a empresa vá muito bem, com um crescimento bom e com boas contratações de clientes, será que ela não precisa de algo mais?

Geralmente o momento de parar, e aproveitar o que está sendo feito, é desvalorizado e enxergado como perda de tempo, tempo esse que poderia ser utilizado para tratar “problemas reais”.

O empreendedor não para nunca. Ele sempre tem algo para melhorar ou para segurar as pontas. Uma hora é crise, outra hora é a necessidade de uma inovação na empresa, que desgasta e acaba “comendo” o tempo dele.

E sem contar toda a dedicação com a empresa, ainda existem os desgastes pessoais, porque afinal, ninguém para de viver quando está tocando um negócio. “Não pode parar” é a frase que vem a cabeça sempre, mas já pensou que dar uma pausa pode ser necessário, nem que seja meia hora todo o dia?

Não adianta gerir o negócio e deixar de gerir a própria vida. Quando não tomamos conta de nós, a cabeça não funciona, e é sobre isso que o escritor Shirzad Chamine mostra em seu bestseller, Inteligência Positiva. Sua visão sobre a meditação é a partir de uma perspectiva científica e, segundo sua teoria, nós sabotamos a nossa mente, e isso nos impede de encontrar alternativas para crescer.

A nossa mente pode nos ajudar a pensar em saídas para situações difíceis, mas ela também pode nos sabotar, trazendo inseguranças e julgamentos, e assim, nos impedindo de arriscar e crescer, quando necessário.

É preciso exercitar a mente, como um músculo, para mudar a forma de pensar. E além disso, o autoconhecimento trás diversas vantagens para a elaboração de ideias e para a produtividade. O estado que a meditação proporciona faz com que a percepção dos dias mude. Assim a empresa continua com um crescimento alto, mas com um novo significado à passagem do tempo.

Esse exercício diário estimula a criatividade e o otimismo, o que também nos guia para soluções. O bem-estar contribui na solução de problemas, e o melhor de tudo: auxilia a se aproximar da felicidade. A preocupação com o resultado, com o final do processo, não podeedor está tendo.

Sempre existe a possibilidade de crescer e melhorar seu negócio, e ter uma vida mais equilibrada auxilia nesse e nos demais meios. E é claro que a meditação não vai ser dominada logo no primeiro dia. É todo um processo de criar um hábito que trará resultados positivos para o corpo, a mente, e a empresa.

Equilíbrio é o exercício de extrairmos a felicidade de cada hora do nosso dia. Em uma refeição eu posso gastar 20 minutos apreciando cada momento, o sabor, a textura do alimento. E é dessa forma que desenvolvemos um olhar diferente sobre o tempo que gastamos.

Com essa visão de equilíbrio, o empreendedor pode gastar 14 horas do dia com seu negócio, mas estando presente mental e emocionalmente nessas 14 horas. Para que o tempo flua com algo que te faça feliz.

Assim, continuamos a trajetória que leva nossas empresas a serem cada dia mais relevantes para o mundo, sem que a ansiedade e o stress cresçam na mesma velocidade.

Fonte: Endeavor

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Empreendedorismo
A Black Friday surgiu nos Estados Unidos, como uma estratégia organizada pelo varejo oferecendo descontos generosos e liquidação de estoque. Por lá, ela acontece um dia depois do feriado americano de Ação de Graças, um dos mais importantes do país.
 
No Brasil a Black Friday também ficou muito conhecida nos últimos anos, e é uma ótima oportunidade para sua empresa fechar 2018 com chave de ouro e alavancar as vendas no último mês do ano. Mesmo as empresas que ainda não se programaram para a data (que acontece em breve, no dia 23 de novembro), ainda há tempo de executar algumas ações para o aumento de vendas. E algumas estratégias fazem toda a diferença na hora de conquistar os consumidores. Aqui, separamos algumas das melhores estratégias da Black Friday para utilizar na sua loja física ou online:
 
1. Ofertas + desconto à vista
Em 2013, o Submarino foi um pouco além do desconto e ofereceu uma condição especial para quem fizesse o pagamento à vista. Todo o site estava com 12% de desconto para pagamento em uma única vez. Isso além dos produtos que chegavam aos 80% de desconto.
 
Esta é uma tática simples, que você provavelmente emprega no seu e-commerce, no dia a dia, mas que pode acabar sendo esquecida durante a Black Friday.
 
2. Compre agora e volte no Natal
Muitos consumidores aproveitam os baixos preços da Black Friday para adiantar suas compras de Natal. O resultado disso são alguns empreendedores insatisfeitos com a possível baixa de vendas em dezembro.
 
Para não sofrer com isso, a Americanas lançou uma promoção em que os clientes que fizessem compras na Black Friday teriam um desconto de 10% em seu próximo pedido, que seria, provavelmente, no Natal.
 
Essa é uma maneira interessante de fidelizar o cliente e elevar um pouco mais o faturamento de dezembro.
 
3. Black Friday em dezembro
Também, para não deixar a Black Friday “ofuscar” o Natal, a World Tennis apostou em uma Black Friday em dezembro. A marca promete comercializar alguns produtos com os mesmos preços que foram praticados na sexta-feira de promoções.
 
Essa é uma ótima saída para liquidar de uma vez produtos que tenham encalhado no estoque e se diferenciar dos seus concorrentes.
 
4. E-commerce: faça anúncios de retargeting
Nem todo cliente clica em um anúncio e realiza a compra de primeira. Mas anunciar novamente pode fazer o seu consumidor relembrar a sua oferta e partir para a ação de compra.
 
Na Black Friday, essa técnica é uma carta na manga, pois você pode divulgar os produtos de maior interesse com uma grande porcentagem de desconto, atraindo o interesse das pessoas.

Por fim, aproveite a data para gerar mais visibilidade e engajamento da sua empresa com o público. Estar inserido em datas comerciais importantes como esta, faz toda a diferença na maneira como as pessoas enxergam a sua marca.
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Empreendedorismo, Gestão pessoal

O que deve crescer primeiro: a empresa ou o empreendedor? A maioria das pessoas diria “a empresa, claro”. Mas o ideal é que aconteça um equilíbrio: empresa e empreendedor crescendo juntos, na mesma velocidade. À medida que o negócio se expande, o empreendedor, para acompanhar esse ritmo, precisa mudar a sua rotina.

Da forma com que ele interage com funcionários às tecnologias que dão suporte ao crescimento do negócio, tudo vai mudando. Isso implica adaptar-se para atender às necessidades do negócio em seus diferentes estágios. Assim, o empreendedor precisa saber como evoluir na mesma sintonia da empresa, passando de executor a gestor, de gestor a líder, e de líder a coach de outros líderes.

“Ninguém chega lá sozinho” é uma das frases mais famosas do ecossistema empreendedor. Ela vale ainda mais no estágio inicial do negócio, quando o empreendedor é mais executor e o crescimento começa a acontecer. Nesse momento, muita gente adota a filosofia do “eu mesmo resolvo”. Mas simplesmente não dá. Não é possível fazer tudo sozinho. Criar um negócio maior do que você mesmo significa também trazer mais pessoas para o seu lado — e dar a elas espaço para agir com autonomia. Em dado momento, será preciso trazer uma, duas, três, vinte novas pessoas. Nessa hora, o delegar será mais importante do que o “sair fazendo”.

As famosas três perguntas de Peter Drucker devem nortear esse momento:

O que estou fazendo e não precisa ser feito?
O que estou fazendo e poderia ser feito por outra pessoa?
O que estou fazendo e só eu mesmo posso fazer?
De gestor a líder, ou “gestor de gestores”
Um segundo momento crítico do desenvolvimento de uma empresa — e de seu empreendedor — é quando a equipe cresce de modo a formarem-se times de áreas diferentes. Cada departamento tem dois ou três funcionários, e o empreendedor já não consegue dar conta da gestão de tudo isso. Ou seja, ele precisa tornar-se gestor de gestores: liderar quem chega para tocar essas áreas.

É uma etapa difícil, pois implica descentralização, processo que costuma ser doloroso. Não se trata de simples desapego, mas de entender que, num dado momento, o empreendedor pode julgar que é hora de buscar novos desafios, sendo necessário que ele não esteja mais tão próximo da operação. Por isso, a pergunta determinante deste momento é:

Se você tivesse que se afastar da sua empresa hoje, ela sobreviveria?
O crescimento é o objetivo de uma empresa, essa fase é parada obrigatória. E existem indícios de que é chegado o momento de passar da gestão à liderança, aprimorando-se como gestor de gestores:

O empreendedor costuma entrar o tempo todo nas decisões, o que diminui a autoridade de outras potenciais lideranças;
Todas as decisões críticas dependem exclusivamente do empreendedor;
A equipe é formada por pessoas pouco questionadoras, que praticamente executam e não propõem.
Entre a constatação desses indícios e a saída do empreendedor da linha de frente que toca o negócio, leva algum tempo. Há casos em que o processo chega a durar um ano. Mas existem exemplos que mostram o caminho das pedras. A Contabilizei é um deles.

Líderes são os guardiões da cultura. E para tudo isso acontecer, o empreendedor, como líder, deve ser o primeiro guardião da cultura da empresa. Ele deve, obrigatoriamente, ter a visão da companhia na ponta da língua e também no coração, praticando-a no dia a dia, de modo a transmiti-las sempre para seus liderados.

Com o crescimento do negócio, chegará a etapa em que o empreendedor terá que se dedicar a construir confiança com seus liderados. Cercado de líderes funcionais — ou seja, especialistas em suas funções –, ele deverá aprimorar suas habilidades de liderança e de relacionamento, conversando, ouvindo e ensinando. Também deverá aprimorar processos internos e a infraestrutura de tecnologia para que a cultura seja preservada.

Assim, é hora de manter o pensamento no alto nível, de marcar encontros com investidores, de desenvolver uma visão disruptiva, de participar de eventos que podem gerar conexões importantes ou até de visitar uma feira de tendências fora do país, por exemplo.

Nesta etapa, não só o comando do empreendedor já estará dividido, mas o seu pensamento também.

São líderes de negócio que participam da estratégia, tomam decisões de alto risco e garantem que a operação do dia a dia esteja alinhada com os objetivos estratégicos da empresa. Em resumo: o empreendedor precisa de mentores. Eles vão ajudá-lo a desenvolver-se emocionalmente para as dificuldades dos relacionamentos que surgirão, e também para a preservação da cultura organizacional neste momento.

O caso de André Street, da Stone, ilustra bem essa etapa. Para ele, o empreendedor deve ser o Chief Meaning Officer da empresa, aquele que dá significado ao negócio. E isso está intimamente ligado à capacidade de se comunicar. É a partir da combinação da cabeça de um com a cabeça do outro que nasce uma coisa nova. É o momento da descoberta de possibilidades diferentes.

De acordo com André, o empreendedor deve ser forte e saber fazer os ”chamados”: “Tentamos isso aqui… mas chega!” ou “Tenta mais uma vez, vai por esse lado, ou por aquele…”. E ele enfatiza: “a melhor comunicação é o exemplo”. Principalmente em termos de cultura, que, segundo ele, é construída na base daquilo em que o “empreendedor diz que acredita e o que tolera, dando os exemplos por meio das promoções e demissões”.

André recomenda que o empreendedor contrate outros empreendedores, capazes de transformar a realidade, pensar em coisas novas. Também orienta a dedicar tempo para estudar benchmarks para o time, olhar para coisas novas, “criar uma tropa de elite”.

No dia a dia, o empreendedor vai ser um grande juiz: vai decidir tirar alguém, vai determinar para qual direção estão indo e também pregar para todo o time o porquê vocês estão indo nessa direção. Mas isso certamente fortalecerá a cultura — com o objetivo de consolidar o crescimento da empresa.

Tanto para a empresa quanto para o empreendedor, o crescimento é um processo cheio de desafios. Mas é da superação deles que resulta no real valor do negócio, bem como do desenvolvimento pessoal de quem se arrisca no ecossistema.

Fonte: Endeavor

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Empreendedorismo
“O cinema é um bom meio de descrever os comportamentos humanos, organizacionais, as tomadas de decisão, a comunicação, a liderança e tudo que tem relação com um tema específico.”

Confira nossos 10 melhores filmes para empreendedores:


1. The King’s Speech (2010) – O Discurso do Rei



O terapeuta Lionel Logue, passa para o rei a técnica e “truques” de como ou que falar, mais que isso passa confiança, mostra a postura ideal de uma pessoa pública e até a escolha das palavras na hora de um discurso.
  • O filme mostra a cumplicidade da amizade entre um terapeuta nada convencional e o Duque de York (que se tornaria o futuro Rei George VI).

George VI (Colin Firth), conhecido como Berty, assume, a contragosto, o trono de rei da Inglaterra quando seu irmão, Edward (Guy Pearce), abdica do posto em 1936. Despreparado, o novo rei pede o auxílio de um especialista em discursos, Lionel Logue (Geoffrey Rush), para superar seu nervosismo e gagueira. Com o tempo, tornam-se amigos.



2. The Social Network (2010) – A Rede Social


Amigos são amigos, negócios à parte.

Ele pode ser o mais jovem bilionário do mundo, mas o fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg não chegou onde ele está sem fazer alguns inimigos pelo caminho. De um dormitório de Harvard para o tribunal, o filme Rede Social (interpretado por Jesse Eisenberg) conta a história do Facebook, as provações e triunfos, e como ele constrói a rede social para o império de bilhões de dólares.

A saga vem com um aviso importante aos jovens empresários sobre a facilidade com fama e fortuna podem prejudicar as relações pessoais.



3. Up in the Air (2009) – Amor sem escalas


O protagonista do filme, George Clooney representa a geração que se defende muito bem com as mudanças tecnológicas e consegue se sustentar. Além dos conflitos de comunicação.

Ryan Bingham (George Clooney) é um consultor que tem a tarefa de demitir funcionários para cortar os gastos das empresas. Quando não está no trabalho, gosta de passar o tempo em quartos de hotéis pouco conhecidos e cabines de vôos. Com uma carta de demissão na mesa de seu chefe e a promessa de trabalho em uma misteriosa firma de consultoria, Bingham está perto de conquistar seu principal objetivo: conseguir dez milhões de milhas como passageiro.



4. In the Pursuit of Happiness (2006) – À procura da Felicidade

A boa ética no trabalho tem um longo caminho.

Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade para conseguir um emprego melhor que lhe dê um salário mais digno, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos, estações de trem, banheiros e onde quer que consigam um refúgio à noite, mantendo a esperança de que dias melhores virão.

Apesar dos problemas, Chris continua a honrar seu compromisso como um pai amoroso e afetuoso, usando a afeição e a confiança que seu filho depositou nele para superar os obstáculos que encontra.



5. The Aviator (2004) – O Aviador

Não tenha medo do “cara grande”.

O filme vencedor do Oscar mostra a carreira de 20 anos do lendário Howard Hughes (Leonardo DiCaprio), como ele deixa de ser um diretor de cinema Hollywood perfeccionista para um piloto de avião inovador e proprietário de uma companhia aérea. O filme mostra como Hughes assume a Trans World Airlines e tenta competir com a grande e ruim, Pan American Airlines. A estrada é longa e a luta contra a Pan Am. é dura, mas Hughes nunca desiste. E, embora eventualmente Hughes no filme sofria de paranóia e fobias debilitantes, pelo menos faz um breve retorno no final.

A lição deste filme e a história de empreendedor é esta: Nunca tenha medo de assumir uma empresa maior do que a sua.



6. Pirates of Silicon Valley (1999) – Os Piratas do Vale do Silício

A concorrência é boa nos negócios.

Quando a revolução começou, ninguém poderia imaginar que ela começaria em dois lugares tão diferentes. De um lado estava Steve Jobs, que de sua garagem criou Apple e um dos computadores pessoais mais usados na atualidade, e Bill Gates, o criador da Microsoft e do Windows, que tirou suas idéias de conversas noturnas em seu dormitório da faculdade. Ambos mudaram o jeito de encarar a informática, criando sistemas tão simples e abrangentes, para trabalhar, viver e se comunicar. Mas essa não foi uma revolução fácil e nem honesta. Conheça os bastidores da história desses dois homens, que usaram todos os tipos de golpes e armas para ganhar essa revolução. Com Noah Wyle (de Plantão Médico) e Anthony Michael Hall (de O Clube dos Cinco).

O filme é uma ficção, que se traduz uma intensa rivalidade entre dois homens de negócios, e como eles alimentam constantemente a rivalidade.

Considerando que o verdadeiro Steve Jobs e Bill Gates estão agora no topo, o filme mostra (pelo menos um) ponto: Quando você está apenas começando, um pouco de competição nunca fez mal a ninguém.



7. Jerry Maguire (1996)


Manter o seu valor.

Jerry Maguire (Tom Cruise) é um agente esportivo bem-sucedido no ramo, mas numa noite escreve uma declaração de 25 páginas que sugere que os agentes tenham menos clientes e passem a usar um tratamento mais humano para com eles. Este fato provoca sua demissão em um curto espaço de tempo e ele começa a perder de uma só vez todos os seus clientes, sendo obrigado a concentrar toda a sua energia e potencial em seu único cliente, um temperamental jogador negro de futebol americano (Cuba Gooding Jr.).

O filme nos lembra que começar um negócio nunca é fácil, mas fazer o que você acredita é sempre a escolha certa. No final, ele está mais feliz e mais bem sucedido do que nunca.



8. Wall Street (1987)

Este clássico não poderia deixar de fazer parte de nossa lista de melhores filmes sobre empreendedorismo. Nessa visão envolvente dos bastidores do mundo empresarial em 1980, um jovem e ambicioso corretor (Sheen) é atraído pelo mundo ilegal e altamente lucrativo da espionagem empresarial ao ser seduzido pelo poder, status e magia financeira da lenda de wall Street, Gordon Gekko (Douglas). Mas ele logo descobre que a riqueza adquirida da noite para o dia tem um preço muito alto. Daryl Hannah e Martin Sheen co-estrelam essa história de impressionante visão moral sobre o sonho americano que deu errado.

Wall Street tem uma forte mensagem moral: a riqueza adquirida da noite para o dia tem um preço muito alto e que a ganância vem quase sempre no caminho do verdadeiro sucesso



9. Gandhi (1982)

GANDHI não foi um monarca de nações, nem tinha dons científicos. Apesar de pequeno, este homem modesto fez o que nenhum outro homem conseguiu antes. Ele liderou um país inteiro à liberdade – ele deu esperança a seu povo. A história de GANDHI, o homem do século é contada neste filme emocionante e inesquecível. Depois de consumir 20 anos para ser concluída, esta obra-prima ganhou 9 Oscar em 1983, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Ator. Com primorosos detalhes, a vida de GANDHI seus princípios e ideais explodem nas telas em cenas impressionantes, como o terrível massacre em Amristar, onde os ingleses atingiram 15 mil homens, mulheres e crianças desarmados e a dramática marcha até o mar na qual GHANDHI liderou milhares de seus conterrâneos indianos a provar que o sal marinho pertencia a todos e não era apenas uma mercadoria britânica.

Um filme onde pode-se tirar grandes lições de liderança



10. Citizen Kane (1941) – Cidadão Kane

Um filme que está entre os melhores da história.

A ascensão de um mito da imprensa americana, de garoto pobre no interior a magnata de um império dos meios de comunicação. Associa a solidão e o sucesso profissional. Inspirado na vida do milionário William Randolph Hearst.

Fonte: jornaldoempreendedor.com.br



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Empreendedorismo

Com unidades em Porto Alegre, Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Salvador, Brasília e Miami, o Paris 6 é conhecido como um restaurante inovador, e este será o empreendimento que usaremos de exemplo aqui hoje.

Desde o nascimento, o Paris 6 representou uma série de vanguardas no segmento da gastronomia, tanto em controles quanto na busca de atendimento ao cliente na casa e ao público fora dela. A ideia inicial era montar um café que funcionasse 24 horas por dia, mas ele acabou se transformando em um dos restaurantes mais badalados de São Paulo, com enormes filas de espera e presença constante de famosos.


Quais são os principais pontos que um restaurante deve ter para se diferenciar?

Para uma empresa se diferenciar no mercado, ela precisa ter alma, DNA, autenticidade e personalidade. Este é um conceito seguido à risca no Paris 6, e isso fica muito claro quando um cliente vê um elemento do Paris 6 e identifica o todo pela parte. A partir do momento em que você consegue fazer uma parte lembrar o todo, você pode dizer que está construindo uma marca de sucesso.

Para quem quer abrir um negócio na área de alimentação, é importante ressaltar algumas atitudes que podem fazer completa diferença no sucesso do seu negócio.

Em qualquer segmento, o primeiro passo é entender o quanto você consegue focar, a capacidade de extensão desse foco e, assim, definir o seu tamanho. Ele não pode ser acima e também não pode ser abaixo do seu potencial. Entender o seu potencial e desenvolver o negócio que seja à altura dele sempre.

Mas é claro que, no caminho, aparecerão algumas dificuldades. E Isaac Azar, proprietário do Paris 6, conversou com o Jornal de Negócios e esclareceu alguns pontos sobre a rede:



Dificuldades:

“A primeira dificuldade é que, para ser dono de um negócio estabelecido na rua, no Brasil, existe a questão da segurança. É por isso, decidimos abrir lojas fora de São Paulo e Rio de Janeiro que fossem dentro de shopping centers. Até em São Paulo já começamos a adotar essa medida de abertura. É uma maneira de preservar a segurança do cliente e da nossa equipe.”

Outra dificuldade para um negócio pode ser conseguir atender às diferentes cargas tributárias, mantendo os mesmos preços e as mesmas condições em todas as casas.


Brasil vs. EUA:

Dizer que no Brasil é mais difícil e nos Estados Unidos é mais fácil é um mito. Cada país tem suas dificuldades. O importante é aprender como lidar e superar essas dificuldades.


Plano de expansão:

O primeiro plano é solidificar nas praças em que já temos casas em funcionamento. Em paralelo iremos buscar aberturas de mercados próximos a essas praças. Caso não estiverem tão próximos assim, buscaremos regiões onde exista uma grande adesão à marca Paris 6. Por exemplo, iremos abrir em Curitiba, pois sabemos que a marca é forte por lá. Foi assim que fizemos em Brasília e hoje é um retumbante sucesso.


Marketing eficaz:

É o próprio segredo do Paris 6, que posso resumir em duas palavras: foco e determinação. Hoje somos uma das redes mais focadas do mercado e uma das que mais têm determinação. Comparativamente, posso colocar lado a lado marcas como Coca-Cola, McDonald’s e outras que se preocupam com o valor da sua marca e com que ela seja identificada. Você reconhece a marca de longe.


Redes sociais:

O acompanhamento das redes sociais é muito importante. Diria que é fundamental a atenção aos usuários dentro delas. O Paris 6 conta com mais de um milhão de pessoas em todas as nossas redes sociais. Entendemos como é importante acompanhar de perto as opiniões de cada um dos usuários que postam ali os seus comentários.

Fonte: Exame.

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Empreendedorismo

Se você jogar no Google “empreendedores que chegaram perto de falir”, vai se assustar com os nomes conhecidos que aparecerão. Os motivos são os mais diversos.

O CB Insights fez uma pesquisa com 101 startups que não deram certo e listou as 20 principais razões, como ter um produto/serviço que não resolve problemas reais do mercado ou não ter um time bem estruturado.

O ponto é: fracassar é mais comum do que falam por aí.

Empreender é uma empreitada de risco em que você está o tempo todo testando coisas. Inevitavelmente, você vai errar.
São várias jornadas até o empreendedor dominar um desafio, uma competência, um mercado. E é comum haver várias tentativas até acertar. Ofli Guimarães, Empreendedor Endeavor do Méliuz, por exemplo, teve 8 negócios até dar certo.

A Techcrunch tem um relatório sobre startups que se tornaram “unicórnios” e que mostra que quase 80% delas têm um cofundador que já teve algum negócio anterior.

“O que você faz depois de errar é o que separa o empreendedor da pessoa comum”, disse Bruno Balbinot, da AMBAR, em um painel do Scale-Up Summit. Para ele (e para muitos outros empreendedores), o erro é parte do processo evolutivo e você tem que usá-lo a seu favor.

E… o que você faz quando dá errado?
Em vez de ficar com aquela sensação de “eu não fui capaz”, tente ver o que você aprendeu e o que faria de diferente.

Diante de uma tomada de decisão que tenha dado errado, Fábio Di Giacomo, mentor Endeavor da Um%, provoca:

Quais foram seus pontos fortes? O que você fez que foi muito bom, independente do resultado alcançado?
Se você tivesse a oportunidade de viver esse momento novamente, o que faria de diferente?
O que você aprendeu com todo o processo?
Você acaba aprendendo uma forma que não funciona e fica cada vez mais próximo de uma que funcione.

O que todos os empreendedores que conhecemos que precisaram dar a volta por cima nos contam é: o importante é não cometer os mesmos erros de novo.

Fonte: RD Station

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Gestão pessoal

Se dissermos que estamos vivendo uma era de abundância, em que todos os grandes problemas da humanidade estão próximos de ser resolvidos, você acreditaria? Possivelmente não. Ao menos, não até ler o livro “Abundância: O futuro é melhor do que você imagina”, de Peter H. Diamandis e Steven Kotler.

No livro, os autores afirmam que a humanidade está adentrando um período de transformação radical em que a tecnologia tem o potencial de elevar substancialmente os padrões de vida globais. Diamandis e Kotler nos fazem refletir sobre alternativas viáveis para solucionar problemas atuais e a aceitar que “resolver problemas em qualquer lugar, resolve problemas em todos os lugares”.

A tecnologia é um mecanismo de liberação de recursos, e a escassez é, na verdade, apenas um contexto. Desse ponto de vista, algo é escasso apenas até que se desenvolva uma tecnologia que o torne abundante. É por isso que o seu smartphone é, hoje, muito mais poderoso e muito mais acessível do que um super-computador de 60 milhões de dólares vendido nos anos 60. Nos dias atuais temos uma geração de tecno-filantropistas, aquelas pessoas que podem fazer bilhões de dólares apenas com suas informações, alavancando tecnologias para trazer um impacto positivo para o mundo. Tudo isso se dá pelas tecnologias emergentes, que evoluem exponencialmente a cada ano. E é com esta abundância tecnológica que Diamandis e Kotler enumeram o que devemos ter pela frente nas próximas décadas: nove bilhões de pessoas com água limpa, alimentos nutritivos, moradia acessível, educação personalizada, assistência médica de primeira e energia abundante e não poluente.

O primeiro empresário do mundo a aplicar a ideia da linha de montagem em série e, assim criar uma indústria que revolucionou a forma de produzir bens no mundo, foi Henry Ford. Ele faleceu em 1947, como um dos homens mais ricos do planeta, e tinha menos acesso a recursos como eletricidade, água encanada, refrigerados e telecomunicações do que 99% dos americanos que hoje vivem abaixo da linha da pobreza. Em outras palavras, quase todos os pobres dos EUA hoje têm acesso a mais recursos do que o homem mais rico do país tinha há cerca de 50 anos.

No livro, a questão da abundância não é tratada no sentido de carros luxuosos, iates, mansões, ou proporcionar a todos uma vida de luxo. Abundância, aqui, significa proporcionar a todos uma vida de possibilidades e recursos. Essa vida de possibilidades, para os autores, passa primeiro pela sobrevivência básica (água, comida e moradia), depois por três áreas primordiais:

  • Energia
  • Educação
  • Informação/Comunicação

Para eles, essas três áreas combinadas rendem dividendos duplos. A curto prazo, aumentam os padrões de qualidade de vida. A longo prazo, abrem caminho para dois dos maiores criadores de abundância da história: especialização e intercâmbio.

“A energia fornece os meios de realizar trabalho. A educação permite aos trabalhadores se especializarem. A abundância de informação/comunicação, além de promover a especialização (expandindo as oportunidades educacionais), permite aos especialistas o intercâmbio de especialidades, criando assim o que o economista Friedrich Hayek denominou catalaxia: a possibilidade de expansão ilimitada gerada pela divisão de trabalho”, escreve Diamandis.

Por fim, no topo da pirâmide, estão outras duas áreas fundamentais: saúde e liberdade.

Já temos em nossas mãos tecnologia suficiente para fazer qualquer escritor de ficção científica de poucas décadas atrás ficar de queixo caído. O acesso que temos hoje em um smartphone oferece mais recursos de tecnologia do que o Presidente George Bush tinha há 25 anos atrás, comandando a maior nação do planeta ao fim da Guerra Fria. O livro Abundância enumera algumas inovações que já estão acontecendo, como os automóveis inteligentes da Google ou da Tesla, que não precisam de motorista e podem revolucionar o sistema de transportes em pouco tempo; ou como a produção de energia elétrica a partir de algas geneticamente modificadas, 30 vezes mais eficientes do que os biocombustíveis convencionais.

Otimismo é a palavra para o futuro. Para que essa mudança de paradigma ocorra, de fato, e seja acelerada para atingir cada vez mais pessoas, são necessárias drásticas mudanças no sistema educacional. Pensando nisso, Peter Diamandis uniu-se a Ray Kurzweil e fundou, em 2008, a Singularity University, uma universidade voltada para a aplicação de tecnologias exponenciais na resolução de grandes problemas globais. A universidade, que acabou virando praticamente um anexo da Google, estuda sobretudo biotecnologia e bioinformática, sistemas computacionais, redes e sensores, inteligência artificial, robótica, fabricação digital, medicina, e nanotecnologia.

É importante entender e saber que você pode mudar o mundo. Para se sentir motivado e entender como fazê-lo, o primeiro passo é ler “Abundância: O futuro é melhor do que você imagina”.

GPME Expansão e Estruturação de Negócios.
Fonte: Livro “Abundância: O Futuro é Melhor do que Você Imagina – por Peter Diamandis”

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Empreendedorismo

A Geração Z é definida por pessoas que nasceram entre 1998 e 2010 e, são conhecidas por ser a primeira geração “inteiramente digital” – isso porque já nasceram com o celular na mão e cresceram num mundo conectado – e são também conhecidos como “nativos digitais”. Sempre antenados à tecnologia, são usuários assíduos das redes sociais e consumem conteúdos online diariamente, em diferentes plataformas e, como é de se esperar, também têm expectativas mais altas que as das gerações passadas.

Mas você sabe como sua marca deve se comportar diante dos hábitos de consumo da Geração Z? Bom, um ótimo primeiro passo é entender as necessidades dessa geração e iniciar um relacionamento com ela para, assim, aumentar suas chances de sucesso nos anos que ainda estão por vir. Isso porque, até 2020, a geração dos nativos digitais representará 40% dos consumidores do mundo (dados da Fast Company), e segundo estudos da IBM, já possuem 44 bilhões de dólares em poder de compra – número que só tende a crescer conforme ficarem mais velhos e conquistarem autonomia financeira. Além disso, hoje eles já são responsáveis por influenciar em até 93% do planejamento financeiro da família.

Como os canais preferidos desse público são as redes sociais, eles já são acostumados a procurar tudo pelas redes – às vezes antes mesmo de recorrer ao Google. Procuram se relacionar com as marcas e empresas de forma integrada, não importando o canal, o que significa que já esperam ser atendidos por uma mesma marca através do Instagram, Facebook ou loja online, em uma experiência fluida e facilitada. Outro ponto importante é que, antes de qualquer compra, eles avaliam as críticas online, e varrem as mídias sociais em busca do feedback de outras pessoas. Por isso as empresas devem se atentar e investir em mais recursos para gerenciar e influenciar as opiniões – e possíveis feedbacks negativos – online, de modo que a empresa tenha visibilidade, criando consciência de marca e um relacionamento próximo com os clientes. Mas não se esqueça: a chave para estar próximo a este público é o relacionamento, e é a maneira como eles se sentem valorizados por cada marca que pode influenciar na decisão de compra.

GPME Expansão e Estruturação de Negócios.

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Empreendedorismo

Como consultor de empresas, tenho percebido certa obsessão dos empresários por “organização”. Alguns querem se organizar para crescer, outros querem se organizar para dar um passo importante e, outros, simplesmente para se tornarem mais organizados. Mas, será que eles não estão se esquecendo de algo?

Na maioria das vezes, ser mais organizado não significa ser mais lucrativo. Na verdade, em muitos casos, o excesso de controles acaba onerando a empresa com a demanda por mão de obra adicional, licenças de software, aumento de burocracia, atrasos no processo, etc.

Aqui na GPME, acreditamos que “mais vale uma bagunça lucrativa do que um prejuízo organizado”. Isso não significa que as informações básicas não precisem ser registradas e analisadas. Ter domínio sobre as contas a pagar e as contas a receber é obrigação de qualquer negócio, de qualquer ramo. Até mesmo por questões legais, existem vários registros que precisam ser executados e documentados.

No entanto, investir tempo e dinheiro em ferramentas de controle interno só é aconselhável quando há oportunidades de ganhos maiores que os custos despendidos. O grande segredo é identificar qual o ponto mais frágil da sua empresa. É ali que mora o perigo e é ali que devemos mirar.

Se uma empresa do ramo varejista comercializa milhares de itens, é imprescindível que se invista em instrumentos de controle de estoque para reduzir desvios e perdas. Se um e-commerce atende a centenas de clientes mensalmente, um sistema CRM (Customer Relationship Management) é essencial para conhecer melhor o perfil de cada um desses clientes, garantindo uma recompra mais eficiente. Se um prestador de serviços executa dezenas de projetos simultâneos, talvez um software especializado em gerenciamento de projetos possa evitar erros de execução, aumentar a qualidade dos serviços e permitir uma ampliação da capacidade de atendimento da empresa.

É importante esclarecer que, nem sempre, a implantação de um novo controle requer investimento. Além de existirem aplicativos gratuitos na internet, há várias opções de ferramentas manuais para aprimorar registros e aumentar a lucratividade do seu negócio.

Enfim, encontre o problema antes de procurar a solução e lembre-se: as soluções mais caras não são necessariamente as mais eficazes.

Anibal Maini é consultor e fundador da GPME Expansão e Estruturação de Negócios.
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Gestão

Com as inúmeras possibilidades e opções de escolha que temos como consumidores, o que acontece quando vivemos uma experiência ruim? Simples: nós trocamos. Trocamos de aparelho, deixamos de ir a um restaurante, excluímos o app, descartamos uma marca específica, e por aí vai. Este exercício de pensar com a cabeça do usuário é fundamental. Mas, na prática, o que significa ser uma empresa centrada no usuário? O exemplo do Aribnb ilustra bem isso.

Brian Chesky, fundador do Airbnb, não esconde de ninguém de onde veio a inspiração para criar uma experiência memorável para os usuários: Walt Disney. Mais especificamente da releitura do clássico “A Branca de Neve”. A partir dali, o executivo pensou em como seria usar esse storyboard para os usuários do Airbnb – até contrataram gente da Pixar para ajudar. E o storyboard deu fruto à chamada “jornada do consumidor” na empresa.

Com o roteiro, Chesky e o Airbnb entenderam que o produto real deles era a viagem, e não a hospedagem. E havia muitos elementos da viagem sobre os quais eles não tinham controle. A partir dali, o time do Airbnb assumiu que o núcleo da experiência eram as viagens; e, diante disso, começaram a vender um pacote de experiências que inclui a hospedagem, claro, mas que vai muito além.

Criar uma empresa orientada ao usuário significa proporcionar a melhor experiência possível aos seus clientes. Significa levar os princípios do customer success (sucesso do cliente) a ferro e fogo, não só no atendimento, mas em todas as etapas da jornada e interação das pessoas com a sua marca.

Chesky dá seu próprio testemunho sobre o que seria uma experiência “11 estrelas” para seus clientes:
“A experiência de 0 a 3 é você chegar a um lugar, tocar na porta e ninguém aparecer. Uma experiência 5 é você bater na porta, entrar e encontrar uma cama. Numa experiência 6, você chega, alguém o recebe, tem uma garrafa de vinho e você pensa ‘funcionou super bem, fui bem-recebido, com certeza vou voltar’. Já em uma experiência nota 7, é o Reid Hoffman a recebê-lo numa casa de frente para o mar; ele sabe que você gosta de cozinhar, a cozinha já está lá etc. Uma experiência incrível. A experiência 10 estrelas é uma experiência Beatles, as pessoas o esperando lá fora do aeroporto. Mas a experiência 11 é inimaginável. Vai além de qualquer expectativa. É ter o Reidi Hoffmann e o Elon Musk te recebendo, e contando que você tem uma viagem marcada para a Lua”.

Mas, e essa “jornada do consumidor”? Como funciona?
A expressão usada aqui é “jornada do consumidor”, mas no final das contas, estamos falando de CX, ou Customer Experience. E, quando se trata de CX, existem quatro fases que indicam o quanto sua empresa se apropria desse tema:

1) Desconhecida: você não tem clareza sobre quem é o usuário principal e qual a experiência dele com o produto/serviço.
2) Conhecida: você já sabe quem são os usuários, mas não tem controle sobre as suas experiências. Elas são randômicas e, de certa forma, imprevisíveis.
3) Previsível: você sabe quem é o usuário central, quais são as etapas e tem previsibilidade sobre a experiência; em outras palavras, a experiência está no seu domínio
4) Replicável: cada detalhe da experiência passa a ser parte de um processo replicável, escalável e conhecido por todas as pessoas da empresa.

O aprendizado mais importante, aqui, é a definição de quem é o usuário central por parte da sua empresa. Aquele sem o qual sua organização não existiria. Depois, você deve identificar, em um nível mais amplo, quais são as etapas pelas quais ele passa. Definir o storyboard da experiência, como o Airbnb fez.

Para cada etapa, tente identificar sentimentos e dúvidas que podem surgir para o usuário — as portas que confundem. Quais são as perguntas que ele faz? O que parece óbvio para você, mas é dúvida recorrente entre os clientes?

Em quarto lugar, crie hipóteses para as expectativas do usuário numa etapa específica. É somente “ok”, satisfatório? É incrível?

Por fim, quando todos esses processos forem cumpridos, virá outro grande desafio: massificar a experiência, torná-la acessível a um número cada vez maior de usuários. Mas essa é uma porta que deixarei para abrir num futuro artigo — de preferência, intuitivamente, sem precisar de um adesivo indicando se devo puxar ou empurrar.

Fonte: https://endeavor.org.br/jornada-consumidor-o-que-o-airbnb-aprendeu-com-disney/

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Empreendedorismo

Esta é uma dúvida muito comum entre investidores, empresários e empreendedores, quando há a possibilidade de expandir seus negócios: focar ou diversificar?

Primeiramente, precisaremos entender o conceito de risco e retorno. De forma bem simples, o retorno é o ganho conquistado, ou seja, o lucro gerado por determinado investimento. O risco é a possibilidade de não ganhar, ou, até de perder alguma fatia desse investimento. Portanto, quanto maior o risco, maior será o retorno, e, segundo os princípios básicos da administração financeira, o investimento bem sucedido é aquele que consegue encontrar o contrapeso ideal entre risco e retorno. Diversificar é isso, buscar esse equilíbrio. Mas, a diversificação é mesmo uma fórmula de sucesso?

Na GPME, somos defensores de uma filosofia própria, que diz o seguinte: “invista naquilo que você realmente é bom”. As suas habilidades têm que ser levadas em conta no momento de escolher onde aplicar seus recursos. A diversificação busca a média, e, quem aspira à média, estará sempre mais longe de realizar algo grandioso.

Se você é dono de um minimercado, invista na ampliação da sua loja, abra filiais para atingir novos territórios e garanta acesso a grandes marcas. Se você é conhecedor do mercado financeiro, invista em ações, fundos de investimento ou crie sua própria corretora de valores. Se você é um bom cozinheiro, pense em montar um restaurante, uma escola culinária, uma consultoria gastronômica ou se especialize para se tornar o chef de uma cozinha renomada.

Nem sempre a diversificação elimina os riscos. Ao buscar um novo ramo de negócio para diversificar risco e sazonalidade, lembre-se que você terá um longo caminho até adquirir as habilidades necessárias para se sobressair nesse novo segmento. E, enquanto estiver buscando essas aptidões, desviará seu foco do negócio principal, prejudicando seus resultados duramente conquistados.

Enfim, não seja um desesperado em busca de oportunidades. Foque naquilo que você acredita a as oportunidades aparecerão naturalmente. Faça bem feito, utilize sua força para tornar-se ainda mais forte.

Anibal Maini é consultor e fundador da GPME Expansão e Estruturação de Negócios.


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Empreendedorismo, Gestão pessoal

Você é inteligente ou esforçado? Daniel Schwartz, CEO do Burger King, adora fazer essa pergunta em entrevistas de emprego. E para ele existe uma única resposta certa.

“É surpreendente o número de pessoas que me dizem: ‘eu não preciso trabalhar duro, eu sou inteligente’. Sério? Humildade é importante”, disse Schwartz em entrevista ao The New York Times.

Antes de assumir o cargo mais alto da hierarquia do Burger King, o executivo que hoje também é responsável pela Restaurant Brands International – rede que gere o Burger King – teve uma rápida ascensão em empresas do setor financeiro. Schwartz acredita que o segredo está em se esforçar, e não apenas ser inteligente e que, se você quer mudar alguma coisa, você precisa estar no mercado e estar cara a cara com as pessoas. Não é questão de apenas pegar o telefone e dizer às pessoas que você precisa fazer diferente, é ir até lá e fazer. Se você realmente se dedica, esse é um grande investimento de tempo para você. As pessoas apreciam isso, e estarão mais abertas a te ouvir.

A genialidade está em se esforçar, e ser apenas inteligente não é o suficiente. Você precisa arregaçar as mangas e estudar possibilidades e agir. Porque sabemos que não existe substituto para o trabalho duro. É importante continuar a trabalhar para que seu hoje seja melhor que seu ontem. Fazer isso te fará crescer em qualquer campo ou área, porque, no fim das contas, sabemos que a alegria e satisfação de ter superado um desafio compensa todo o trabalho duro e qualquer cansaço e desgaste gerado pelo caminho percorrido

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Gestão, Vendas

Dia Internacional da Mulher está chegando e nos faz lembrar de um tema muito falado entre o varejo: Datas Comemorativas.

As datas comemorativas movimentam o comercio há algum tempo e tem se tornado cada vez mais relevantes para incrementar as vendas. Mas, qual a melhor estratégia para aproveitar a oportunidade?

Nem sempre fazer promoções ou divulgações é o suficiente. Por isso, separamos algumas dicas para você ter sucesso em vendas nessas ocasiões.

1) Planejamento
Antes de mais nada, planejar-se é fundamental. Escolha as datas que comuniquem com seu público e façam sentido para serem trabalhadas. As vezes, a melhor estratégia é não fazer nada em alguma data que não tenha a ver com seu segmento de mercado.
Lembre-se que projetar o crescimento de vendas é o primeiro passo. Isso vai nortear todas as outras ações. Nestas datas, a chance de atrair novos clientesé maior, por isso, esteja preparado tanto para atender tanto às expectativas dos clientes atuais, como de um novo público. Criar kits e combos também é uma estratégia interessante, para aumentar o ticket médio.

2) Estoque
Organize seu estoque! Antes de fazer qualquer ação ou promoção de um produto, tenha certeza que você será capaz de atender à demanda. Não adianta fazer promoção de um produto/serviço que você não conseguirá oferecer aos clientes. Mas, atenção, nem sempre comprar muito é garantia de aumento de vendas. É importante alinhar as compras com o planejamento de vendas.
Além disso, preparar o ponto de venda também é muito importante. A exposição correta e destaque dos produtos podem ajudar a elevar as vendas.

3) Equipe
Oriente sua equipe para a ação. Os funcionários e responsáveis pelas vendas e atendimento devem estar 100% inteirados sobre o tema e campanha. O cliente pode ir à loja pela divulgação, mas é sua equipe que vai ajudar a concretizar a venda.
Contrate equipe extra, se for uma data de grande importância. Além disso, motive sua equipe. A estratégia de criar metas de vendas diárias é uma ótima forma de incentivar manter o time bem entrosado.

4) Divulgação
Tenha um planejamento de marketing para divulgar a ação. Pense em quanto você está disposto a investir, quantas pessoas quer alcançar, quem é seu público e em quais mídias ele está. O direcionamento de divulgação deve ser certeiro para seu público.
Também é essencial que as mídias estejam alinhadas (ponto de venda, mídia externa e mídia online) para garantir a força da campanha. A identidade e linguagem devem ser as mesmas. Lembrando que a vitrine é uma das maiores ferramentas de divulgação do varejo e é pouco explorada. Inove! Tenha ideias e busque ajuda, caso seja necessário, para criar uma vitrine atrativa, que comunique com seu público.

E ai, já conferiu o calendário 2018? Já identificou quais são as oportunidades para o seu ramo? Antecipe-se, saia na frente dos seus concorrentes!

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Empreendedorismo, Gestão
Para iniciar este assunto, primeiro é necessário entender que networking não é apenas conhecer pessoas, mas sim fazer contatos que possam trazer benefícios para ambos os lados.

Com o avanço do contato via redes sociais, hoje se torna muito mais fácil aproximar-se e estar em contato com alguém. Contudo, vale lembrar também que de nada vale apenas se conectar pelas redes sociais. Elas são ferramentas poderosas, sim, mas devem ser usadas para fazer contatos reais. Começar a seguir uma pessoa, adicioná-la a sua rede, mas sequer iniciar uma conversa, deve te fazer pensar: qual o benefício para você ou para pessoa? Ela pode até ter ideias bacanas e publicar textos que vão agregar conhecimento para você, mas, no entanto, não há networking.

Por outro lado, se você se utiliza desse meio para se conectar a alguém, por entender que a pessoa tem ideias e habilidades interessantes que se relacionam com o modo como você pensa ou com projetos que está produzindo, e então puxa uma conversa e vocês combinam um café, as coisas mudam. Você traz esse contato para o mundo externo e é assim que o networking de fato começa. Com o bate papo, podem surgir novas ideias, novas possibilidades e quem sabe até projetos em comum. Esse modo mais pessoal e tradicional de fazer seus contatos é, de fato, o que mais traz resultados, já que criar uma relação é uma maneira eficaz de divulgar e fazer o seu negócio crescer. As pessoas gostam de trabalhar com pessoas, e esta interação entre um e outro pode ser uma enorme vantagem.

Para construir uma rede bem feita, valem ainda algumas dicas mais simples, como: em palestras, cursos e eventos, procure conhecer novas pessoas e construa conversas interessantes. Se colocar em lugares onde é possível conhecer alguém pessoalmente e mostrar interesse pelo que tem a dizer, produz um resultado muito mais efetivo do que simplesmente uma troca de cartões de visitas. E não se esqueça: além de tudo, você também pode ser uma ponte de networking entre as pessoas que conhece.
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Empreendedorismo, Gestão

Quem quer ser um bom líder, busca informações que ajude a melhorar seus aspectos sobre tema. E já sabemos: com tanta informação disponível o tempo todo, não é só da sala de aula que saem bons insights sobre assuntos como este.

Partindo do ponto que hoje em dia a maioria das pessoas aproveita seu tempo livre especificamente assistindo a conteúdos da Netflix, nós separamos algumas séries que são ótimas para unir o útil ao agradável: relaxar na frente da tela e ter contato com questões como poder de influência, oratória desenvolvida e meios para busca de resultados da equipe, do que fazer ou não fazer para se tornar um líder melhor:

  • Grey’s Anatomy
    A chefe da área de cirurgia, Miranda Bailey, tem uma habilidade essencial para todo líder: sabe delegar funções para sua equipe quando percebe que alguém do time pode desempenhar a atividade melhor do que ela.
    A vantagem dessa característica é que ela permite a descentralização e dá maior autonomia aos subordinados para que eles obtenham êxito em suas atividades, segundo o especialista.

  • Mindhunter
    O tópico chave aqui é poder da influência, o principal artifício utilizado pelos agentes do FBI Bill Tench e Holden Ford para interrogar assassinos. A série é baseada no livro de John E. Douglas (1996) e mostra como eles conseguem traçar um perfil de motivação de assassinos em série e psicopatas. Saber influenciar pessoas é uma característica importante, pressupõe o entendimento do que se passa na cabeça do outro e isso melhora a comunicação. Ajuda a passar uma ideia dentro da equipe ou para construir networking, segundo o sócio do Grupo Master Mind Brasil.

  • Breaking Bad
    É claro que as atividades ilícitas desenvolvidas por não são exemplo para ninguém, mas particularidades da história à parte, o que é interessante é a solução de problemas em cenários desafiadores. Bons líderes enxergam oportunidades de crescimento e maturidade frente a problemas e desafios, que constantemente surgem. Saber resolver problemas é um diferencial de liderança e pode exigir uma dose extra de inteligência emocional para lidar com situações de pressão, na visão do especialista.

  • How to get away with murder
    A advogada e professor Annalise Keating é uma líder rígida que sabe extrair o melhor de sua equipe. Eduardo Mendes lembra que há uma diferença entre gestão e liderança. Enquanto orçamento, metas e recursos são próprios da gestão, o foco do líder são as pessoas. Sua missão é organizar a equipe de forma a facilitar o alcance de resultados satisfatórios. A série tem como protagonista Viola Davis, que interpreta a advogada e professora Annalise Keating. O perfil da personagem é a rigidez com que lidera sua equipe, mas, ao mesmo tempo, tem a capacidade de extrair o melhor de cada um.

  • Dr. House
    House pode ser um exemplo do que não fazer em cargo de liderança.
    Tecnicamente brilhante, o médico Gregory House peca pela sua inflexibilidade, mau humor, arrogância e falta de traquejo social.
    Uma das regras mais importantes para um bom líder é ter inteligência emocional, de acordo com Mendes. Trata-se da a capacidade para desenvolver e reconhecer as próprias emoções e as dos outros.
    Quanto mais hábil no relacionamento interpessoal mais motivação e comprometimento da equipe ele vai conseguir obter, segundo ele.

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