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Empreendedorismo

Quem foi melhor: Pelé ou Maradona? Esta pergunta recorrente provoca discussões calorosas e alongadas entre os amantes do futebol. E o pior, dificilmente teremos uma resposta definitiva que conforte e finalize o debate.

Sabe por quê?

Por dois motivos:

  • O futebol envolve paixão que impede uma linha lógica de discussão
  • A base de comparação e as métricas viáveis nem sempre são homogêneas


Comparar Pelé e Maradona é mais divertido do que coerente. Por exemplo, um argentino e um brasileiro podem ter opiniões diferentes, sobre quem foi melhor, por mero patriotismo.

Além disso, os dois craques jogaram em épocas distintas, nunca se enfrentaram nas quatro linhas e tinham posicionamento completamente diferente no campo de futebol.

Enfim, esta discussão é ótima, mas só enriquece a imprensa, pois não há evidência e coerência nos indicadores comparativos entre ambos os jogadores.

Mas, qual a relação de Pelé e Maradona com o mundo dos negócios?

Além deste tema ser controverso e trazer audiência ao texto, selecionei-o para tratarmos uma questão muito importante e bastante negligenciada na gestão das empresas brasileiras: os indicadores.

gestão de indicadores e futebol

O QUE SÃO INDICADORES

Só podemos estabelecer o juízo de “melhor ou pior” se pudermos comparar as coisas sobre uma mesma base. E, só podemos comparar de forma justa, aquilo que, de fato, pode ser medido. No mundo dos negócios, esta medida de desempenho é realizada através do que chamamos de indicadores.

Indicadores são métricas (índices) passíveis de mensuração contínua e comparação ao longo do tempo. No exemplo Pelé e Maradona, fica claro que a falta de critérios e padrões temporais, dão margem a aparecimento de um “indicador” emocional imensurável: a paixão.

 

QUANTOS INDICADORES DEVEM SER MEDIDOS?

Os indicadores devem servir de auxílio para a tomada de decisão dos gestores, e não apenas para provar a capacidade de mensuração das empresas. Há empresários viciados em indicadores, que gastam quase todo o tempo do seu dia calculando estes índices sem ter tempo para analisá-los, e, muito menos, para embasar decisões.

Por outro lado, existem vários empreendedores de grande sucesso que nunca se atentaram a estas medidas de desempenho, mas, que guardam meia dúzia de informações chave em suas mentes, capazes de estabelecer conexões simples e tomar excelentes decisões.

Assim sendo, o número de indicadores não tem qualquer relação com o sucesso de uma empresa.

 

QUAIS INDICADORES DEVEM SER MEDIDOS?

Não existe uma regra geral. Cada tipo de negócio vai demandar uma série de indicadores importantes, e, até negócios do mesmo segmento podem gerar indicadores diferentes, dependendo da proposta ao mercado. Existem alguns indicadores básicos e comuns à maioria dos negócios e serão citados na sequência deste texto, mas a gestão por indicadores permite ampla customização.

 

A DIFERENÇA ENTRE KPI´S E METAS

Outro conceito importante, ao tratarmos o universo dos indicadores, são os chamados KPI´s (Key Performance Indicator), ou indicador chave de performance. Os KPI´s são indicadores, gerados a partir de informações internas e mercadológicas que servem como parâmetros comparativos, para avaliação do desempenho e da evolução da empresa.

É importante não confundirmos indicadores com metas. Metas são aspirações futuras, algo que se pretende alcançar. Já o os indicadores são bases e métricas comparativas estabelecidas.

 

QUAL A IMPORTÂNCIA DOS INDICADORES?

A construção de uma gestão de indicadores permite que uma empresa torne tangível e mensurável suas operações, evidenciando seus problemas e pontos de correção. Através destes indicadores que os gestores vão perceber a evolução e sucesso de suas ações, melhorando a produtividade, reduzindo custos, aumentando vendas, otimizando processos, maximizando resultados e satisfação de colaboradores e acionistas. Enfim, os indicadores tornam a gestão lógica, racional, focada na melhoria contínua livre de vícios emocionais.

Voltando ao título do texto, lembro-me de um taxista em Buenos Aires que me disse: “Pelé fez mais gols, deu mais assistências, ganhou mais títulos, venceu mais jogos e foi mais profissional. Mas o Maradona é um Deus e foi muito melhor”. Certamente, este taxista argentino fanático não se baseou na gestão de indicadores em suas conclusões.

Se você gostou do tema e quer desenvolver uma gestão por indicadores, elevando a performance da sua empresa, baixe agora a nossa lista de indicadores primários e comece a dar os primeiros passos.

baixar lista de indicadores

 

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Gestão
Vamos direto ao ponto! Toda empresa vende algum produto ou serviço, certo? Assim sendo, o produto que entregar maior satisfação total ao cliente, será o de maior sucesso de vendas. Ponto.

Mas como medir isso?

SATISFAÇÃO TOTAL DO CLIENTE


Todo produto possui um preço, um custo e um valor percebido. A satisfação total é o equilíbrio perfeito entre estas três variáveis.

Preço é a medida monetária de um produto. Um cachorro quente custa 5 reais, por exemplo.

Custo é o valor gasto pelo produtor para elaborar o produto. Este cachorro quente composto por pão, salsicha, mostarda e embalagem, teve um custo bruto de 2 reais. 

Até aí tudo bem, mas e o tal do “Valor”?

Valor é o conjunto de atributos e benefícios que este cachorro quente entregou ao seu consumidor. 
Desta forma, só há uma pessoa capaz de dizer o real valor deste produto: o cliente, o cara! Aqui é importante não confundirmos 2 conceitos: valor agregado e valor percebido.

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VALOR AGREGADO X VALOR PERCEBIDO

Valor Agregado, como o próprio nome já diz, é tudo aquilo que agregamos ao produto, na tentativa de diferenciá-lo da concorrência.

Valor Percebido, são os atributos ou agregados, que o cliente realmente percebe como vantagem competitiva. 

Utilizando o exemplo do cachorro quente, fica a pergunta: O que o cliente valoriza no seu Produto? Será que investir em um pão e uma salsicha de maior qualidade, não seria mais inteligente do que inserir passas e ovo de codorna no seu cachorro quente?
Quem pode responder a pergunta? O Cara! E este cara não sou Eu!

 




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Empreendedorismo

Após o sucesso de grandes players com seus programas de assinatura, o modelo de negócio tem virado uma febre, despertando interesse de marcas que pouco exploravam o mercado digital.

A verdade é que o programa ou clube de assinatura nada mais é do que um modelo de venda recorrente, com faturas programadas, consolidando-se como uma potente ferramenta de fidelização de clientes.

Geralmente, a vantagem ofertada aos consumidores é um grande desconto em cestas de produtos ou pacotes de serviços como contrapartida ao compromisso firmado por um determinado período.

Os clubes de assinatura estão rompendo a barreira do mundo digital e o mercado de serviços tem adaptado seus modelos a esta nova modalidade de venda recorrente. Não é de hoje que as academias de ginástica oferecem descontos desproporcionais para “assinantes” de seus ciclos anuais de atividades. Redes de depilação e outros serviços estéticos, redes de alimentos funcionais e dietas também já aderiram ao modelo de assinaturas.

Aí mora um perigo! Nem tudo deve ser vendido por assinatura. Como Assim? Explico:

Para que um cliente se comprometa com períodos determinados de compra, o produto ofertado deve fazer parte do dia a dia dele. Obviamente, nós só vamos comprar frequentemente aquilo que consumimos também com frequência. Um clube de vinhos é ótimo para apreciadores da bebida, nem tanto para consumidores esporádicos. Parece óbvio, mas muitas marcas embarcam na febre de vender por assinaturas produtos com baixa repetição de compras pelos clientes e acabam fracassando com o modelo.

O desafio na implantação desta modalidade é que a ativação do modelo não é muito simples, exige cuidados e paciência com a operação financeira das assinaturas. Para que a cobrança recorrente seja ativada com sucesso, é necessário que haja uma perfeita interação de processos e tecnologia entre a emissão dos dados, o processamento bancário e as operadoras de cartão. A sincronização destas etapas que vão da venda propriamente dita, até o recebimento da mesma devem estar muito bem mapeadas para que não haja falhas no débito ou duplicidade de cobrança.

 Ainda que o modelo seja testado com sucesso, é preciso entender que como em todo novo negócio, existe uma curva de aprendizado a ser considerada. Portanto, faz-se necessário conscientizar as pontas de vendas e ter uma estratégia de contingência, previamente traçada, para minimizar os problemas junto aos clientes finais. Mas, se fosse fácil, qualquer um faria.

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Gestão pessoal

Elogiar tornou-se um verbo quase proibido no mercado empresarial. A maioria dos empresários pensa que elogiar um funcionário pode fazer com que ele se acomode ou peça um aumento. Elogiar um fornecedor pode fazer com que ele aumente seus preços, reduza sua qualidade ou piore seu atendimento, julgando que o cliente já está garantido. O mesmo é válido para prestadores de serviços e demais parceiros. Certo? Errado!

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Empreendedorismo

Um dia desses um amigo me disse: “vou criar uma rede de franquias“. Para minha surpresa, quando perguntei de que franquia se tratava, ele me respondeu que ainda estava pensando. Foi como se ele me dissesse que teria um neto antes mesmo de ter o primeiro filho.

A verdade é que o termo franquia entrou na moda e vem sendo interpretado de forma equivocada desde então. O movimento franchising nada mais é do que a expansão de um negócio consagrado por meio da sua replicação através da transferência técnica de know how. Porém, diversos empresários estão inventando franquias tentando salvar seus negócios ou mesmo aproveitando uma maré oportunista.

E quem paga esta conta é o franqueado, representado em sua maioria por inocentes indivíduos que investem todas suas economias em uma iniciativa empreendedora, teoricamente menos arriscada. Mas a expansão de negócios não funciona simplesmente assim. Se olharmos para as estatísticas, veremos que cerca de 80% das empresas no Brasil encerram suas atividades em até 5 anos. Em contra partida, apenas 15% das franquias fecham as portas no mesmo período. Estes números demonstram claramente que é melhor investir em algo consagrado do que apostar no novo. Entretanto, o que vemos são empresas com pouquíssimo tempo de mercado e baixos índices de lucratividade que já se aventuram no universo de franquias, vislumbrando comercializar unidades por todo o país. Assim, é preferível investir na primeira unidade franqueada de uma marca consolidada há anos do que apostar em fenômenos incertos.

Se você leitor já visitou algum evento de franquias, com certeza se deparou com estruturas profissionais e foi recebido da forma mais elegante possível por pessoas com alto poder de convencimento exibindo promessas de retorno financeiro extremamente atrativas.

Não acredite em tudo que você vê.
O teatro dos franqueadores é muito maior do que o reflexo dos números.

Não acredite em tudo o que você ouve. As maiores marcas possuem o setor comercial mais forte, são as que mais vendem franquias, mas também as que geram o maior número de insatisfações.

Não acredite em tudo o que você lê.
Manuais, circulares e contratos são essenciais, mas estão longe de serem garantias de viabilidade financeira de um negócio.

Melhor uma bagunça lucrativa do que um prejuízo organizado.

Ao escolher uma franquia, acredite em você, no seu feeling empreendedor e principalmente na sua capacidade de transformar projetos em realidade. Acredite na franquia como um trabalho e não como uma aposentadoria.
Enfim, o mercado atual de franquias é uma febre, mas cuidado, febre alta pode ser perigosa.

O remédio para ter uma boa administração de redes de negócios é saber como gerir e expandir com resultados, e disso nós entendemos. Entre em contato com a GPME e saiba como direcionar seus esforços e investimentos para o lugar certo.

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