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Empreendedorismo, Gestão

Você já deve ter se deparado com aquelas faixas de tecido branco estampando a famosa mensagem em caixa alta: “SOB NOVA DIREÇÃO” pendurada na fachada de estabelecimentos. Esta foi uma medida muito usada por comerciantes do século passado e que ainda sobrevive nos dias atuais. No entanto, existe uma incoerência enorme nesta prática.

COMPREI UMA EMPRESA. DEVO MANTER A MARCA ANTERIOR?

Quando a empresa possui uma história de sucesso e credibilidade perante o mercado, não há necessidade de abandonar aquela marca consagrada e substituí-la por uma marca nova, sem vida própria, sem trajetória construída. Se não há motivos para mudar o letreiro, também não haverá motivos para comunicar que o negócio possui um novo dono. Portanto, se a empresa que você comprou possui uma boa reputação, o ideal é manter tudo de bom que ela já tem e evitar impactar clientes e parceiros com a mudança de proprietário. O novo proprietário da empresa deve ser encarado apenas como uma peça trocada, sem tornar essa informação pública. Então, não há razão para pendurar a famosa faixa de “sob nova direção”.

COMPREI UMA EMPRESA E NÃO QUERO MANTER A MARCA ANTERIOR

Por outro lado, existem empresas que possuem alguns deslizes registrados na sua história e sua reputação não é das melhores. Nestas situações é aconselhado transformar o negócio em todos os aspectos, e, logicamente, alterar a marca. Se o novo empresário não quiser que os consumidores assimilem o negócio aos erros do passado, uma nova marca é uma estratégia muito promissora. Sendo assim, havendo mudança de marca também haverá mudança de letreiro. Ao mudar o letreiro a empresa já terá uma nova identidade e transmitirá a ideia ao cliente tornando desnecessária a faixa “sob nova direção”.

EM QUAL SITUAÇÃO É INDICADO PENDURAR A FAIXA?

Nunca! A resposta é curta e simples. Se a marca for mantida, não há motivo para comunicar que o negócio foi comprado ou vendido. Se a marca não for mantida, a nova marca já cumprirá essa tarefa de comunicar que tudo mudou. É preciso deixar claro que a marca é apenas a exteriorização da alma de uma empresa e que essa essência é muito maior do que um mero letreiro. A alma é construída com trabalho, tempo, estratégia, modelo de gestão, mix de produtos e uma infinidade de outros pontos. Mas, isso é assunto para outro dia.

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Empreendedorismo, Franquias, Gestão
Franquia não é um emprego: esse é um alerta importante no universo do franchise que deveria estar consolidado na mente dos empreendedores de plantão. Uma franquia é apenas um modelo de expansão de determinado negócio, visando replicar um modelo testado e que deu certo. Mas, o fato de ter dado certo não indica que dará certo em todas as circunstâncias. Existem fatores que devem ser levados em conta ao empreender, em todos os formatos de negócios, sejam eles franquias ou não. De acordo com estatísticas do mercado nacional, 23% das empresas fecham as portas em até dois anos de funcionamento. Quando consideramos os números do setor de franquias, essa taxa de mortalidade cai para menos de 10%. Isso indica que optar por uma franquia pode ser uma decisão mais segura, mas também não é garantia de sucesso.Antes de abrir uma empresa, muitos brasileiros se concentram no planejamento do negócio e se esquecem do próprio planejamento pessoal. No segmento de franquias, esse ponto é ainda mais grave, pois as franquias tendem a contemplar investimentos maiores em troca de fornecer um modelo mais seguro ao empresário. Portanto, se o investidor não se planejar corretamente para injetar os recursos na empresa, poderá começar com o pé esquerdo e não conseguir reverter a situação. Neste aspecto, podemos considerar, além do capital de implantação, o planejamento da renda da família durante a fase de maturação e as reservas de capital para aportar em função dos prejuízos nos meses iniciais. Esses dois desembolsos costumam chegar a até 20% do investimento inicial. Vencida esta etapa, inicia-se a escolha da franquia. Os dois filtros principais deste processo são o valor total de investimento e o ramo de atividade da franquia. Primeiramente, é preciso limitar o investimento à verba do investidor e não se esquecer de considerar as despesas extras. Em seguida, basta escolher os segmentos que tem maior afinidade com o seu perfil. Quando o assunto é franquia, não dá pra viver de oportunidades. Como já dito, a franquia não é emprego, mas sim, um empreendimento, portanto, precisa de gestão. Gerir algo que conhecemos e dominamos aumenta significativamente a chance de sucesso. Não adianta buscar numa conveniência de investimento numa franquia de sorvetes se a aptidão do empreendedor é com o mercado de moda. O ideal é alinhar o interesse, habilidade, conhecimento e gestão. Por último, depois de cuidar das finanças familiares, criar uma reserva para as despesas complementares do negócio, limitar a faixa de investimento e escolher o ramo do negócio, basta escolher a marca! Parece simples, mas não é. Antes de entregar todas as suas economias a um franqueador, investigue-o intensamente. Algumas verificações básicas são tempo de mercado, quantidade de lojas abertas e qualidade do produto ofertado. Aprofundando um pouco mais, verifique como é o suporte ao franqueado, como funcionam os treinamentos, se há acompanhamento financeiro e como é a gestão do fundo de propaganda. Por fim, tire a prova final: entre em contato com pelo menos três franqueados da marca e pergunte se eles estão satisfeitos, se obtêm resultados e se o recomendam investir na marca. Cuidado com opiniões destoantes, faça uma pesquisa sincera e sensata e boa sorte! 
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Empreendedorismo, Gestão

Uma dúvida comum no mercado de micro e pequenas empresas é saber como diferenciar custo de investimento. O empresário costuma enxergar uma única soma para todas as saídas financeiras da empresa, porém, existem dois grandes grupos que precisam ser identificados e segregados: Custos x Investimentos. Na linguagem técnica os custos são definidos como OPEX e o investimentos como CAPEX. O OPEX representa todos os gastos operacionais, ou seja, todos os custos necessários para fazer a operação girar mensalmente, como insumos, impostos, funcionários, aluguel, energia, etc. Já o CAPEX é recurso utilizado para adquirir ou melhorar os bens da empresa como máquinas, equipamentos, veículos, móveis, obras de ampliação do espaço, enfim, estes gastos são chamados de investimentos.

Esse entendimento é fundamental na vida de qualquer empresa. Quando o empreendedor decide montar um negócio ele vai se deparar primeiro com os investimentos de montagem (obras, aquisição de equipamentos, treinamento da primeira equipe, taxas de legalização, etc) e em seguida com os custos normais da operação (aluguel, água, energia, internet, salários, impostos, etc). É importante dizer que todo investimento requer um planejamento financeiro antes de ser realizado pois os investimentos precisam gerar retorno. Um investimento só faz sentido se ele trouxer algo em troca ao investidor, nesse caso, o próprio empresário.

Na visão errônea de alguns empresários o investimento só ocorre na fase inicial do negócio. Essa visão pode comprometer toda a estrutura financeira de uma empresa e levá-lo à falência. Um negócio de sucesso precisa estar atento a oportunidades e precisa se reinventar a todo tempo. Essas atualizações requerem investimentos constantes, sejam para reduzir custos de operação, sejam para aumentar produtividade, sejam para melhorar a qualidade de vida no trabalho dos colaboradores ou até mesmo para expandir o negócio abrindo filiais e navegando por novos territórios. Para quem se interessou pelo assunto ficam aqui 3 passos para você analisar sua empresa:

1) Classificar todos os custos mensais em OPEX e CAPEX. Relembrando: se o custo for relacionado à operação principal é OPEX, se for relacionado a aquisição, melhorias ou expansão é CAPEX.

2) Avaliar se a diferença entre as receitas e os custos OPEX está saudável, verificando assim se a operação gera lucratividade adequada ao seu ramo de atuação. Se a resposta for negativa você já sabe que precisa atacar o OPEX.

3) Avaliar se os gastos com CAPEX da empresa cabem dentro dessa lucratividade apurada. Se couberem, ótimo, você está crescendo de forma estruturada. Se não couberem você precisará rever seu planejamento de investimentos, pois tudo indica que o retorno não está acontecendo conforme o projetado. Em muitos casos é necessário dar um passo atrás, abdicar algumas crenças e redirecionar o leme.

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Empreendedorismo, Gestão
Toda micro e pequena empresa trabalha com orçamento limitado, portanto, um gerenciamento de custos eficiente pode aumentar significativamente a lucratividade do negócio. É importante, antes de tratar as despesas, o empresário ter em mente qual o lucro desejado na operação e qual a expectativa de receita mensal. Para definir isso, ele pode buscar referências do setor e uni-las às suas percepções práticas. Após o lucro desejado ser definido, o ideal é centralizar todos os registros de entradas e saídas financeiras da empresa em um software, uma planilha digital ou até mesmo em um caderno.

É importante controlar e conferir o saldo de caixa para garantir que todos lançamentos foram computados. Ao lançar as saídas, uma dica muito útil é classificar cada despesa, agrupando-as em categorias. Esse tipo de agrupamento é chamado de “plano de contas”, e, ao contrário do que pensa a maioria dos empresários, quanto menor a quantidade de categorias, mais fácil se torna a análise.

Os planos de conta extensos são confusos, dificultam interpretações rápidas e ainda geram dúvidas ao classificar. Podemos até deixar aqui um exemplo de plano de contas resumido, com apenas 7 categorias, que pode ser utilizado por um pequeno comércio e auxiliar em seu gerenciamento de custo:

– Produtos para revenda
– Impostos sobre venda
– Custo de Ocupação
– Serviços Mensais
– Salários e Encargos
– Despesas Diversas
– Investimentos


Em seguida, devemos criar metas de custo para uma das categorias. Para definir essas metas, é preciso iniciar as classificações, construir um histórico de um ou dois meses, analisar o comportamento de cada categoria e com esta base, definir as novas metas. Cabe ressaltar que a ação de reduzir custos não funciona quando é realizada de forma desorganizada. Primeiro, deve-se identificar o que precisa ser reduzido e quanto será reduzido. Por exemplo, “não adianta reduzir o gasto com telefone, quando não há problemas com a conta de telefone”. Reduções de custos desprogramadas podem comprometer processos internos e até afetar a qualidade oferecida ao cliente, portanto, é preciso ter critérios no gerenciamento de custos. Por fim, é importante ficar claro que são os custos que precisam se adequar às receitas e não o inverso.
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Gestão

Qual é sua maior fraqueza no que se refere à administração de um negócio? Essa pergunta foi feita a Bill Gates, e sua resposta foi: “lidar com as questões de contratação e gerenciamento de pessoas.”

Segundo ele, construir a equipe certa é tão importante quanto ter visão do negócio, porque o líder não pode destacar-se em todas as funções necessárias para que sua visão ganhe forma. Ou seja, é imprescindível que uma equipe colabore na concretização das ideias.

As pessoas certas na equipe ajudam o líder a aprimorar sua visão e a traçar as estratégias. Um quadro mais equilibrado em termos de gênero, etnias e experiências de vida, por sua vez, garante a diversidade de pensamento e diferentes abordagens para a solução de problemas. Consequentemente, permite que a empresa chegue a melhores produtos e serviços.

Líderes como Bill Gates, com dificuldade para recrutar, entrevistar e gerenciar pessoas, devem fazer pelo menos um grande esforço para contratar a pessoa certa que se encarregue dessa tarefa por eles.

Nem todo empresário, no entanto, tem condições financeiras de fazer essa contratação chave. Em startups e outros pequenos negócios, o empreendedor é um faz-tudo e, entre suas atribuições, está a execução de todas as rotinas necessárias à contratação de novos funcionários. Nesse caso, o mais indicado é optar por contratar pessoas que tenham valores e propósitos alinhados com os seus e dar preferência pela diversidade em vez da homogeneidade. Discordâncias e pequenos atritos são gerenciáveis e até bem-vindos.

Fonte:
https://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2018/08/o-que-bill-gates-ensina-sobre-lideranca-quando-revela-sua-maior-fraqueza.html

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Gestão

Com as inúmeras possibilidades e opções de escolha que temos como consumidores, o que acontece quando vivemos uma experiência ruim? Simples: nós trocamos. Trocamos de aparelho, deixamos de ir a um restaurante, excluímos o app, descartamos uma marca específica, e por aí vai. Este exercício de pensar com a cabeça do usuário é fundamental. Mas, na prática, o que significa ser uma empresa centrada no usuário? O exemplo do Aribnb ilustra bem isso.

Brian Chesky, fundador do Airbnb, não esconde de ninguém de onde veio a inspiração para criar uma experiência memorável para os usuários: Walt Disney. Mais especificamente da releitura do clássico “A Branca de Neve”. A partir dali, o executivo pensou em como seria usar esse storyboard para os usuários do Airbnb – até contrataram gente da Pixar para ajudar. E o storyboard deu fruto à chamada “jornada do consumidor” na empresa.

Com o roteiro, Chesky e o Airbnb entenderam que o produto real deles era a viagem, e não a hospedagem. E havia muitos elementos da viagem sobre os quais eles não tinham controle. A partir dali, o time do Airbnb assumiu que o núcleo da experiência eram as viagens; e, diante disso, começaram a vender um pacote de experiências que inclui a hospedagem, claro, mas que vai muito além.

Criar uma empresa orientada ao usuário significa proporcionar a melhor experiência possível aos seus clientes. Significa levar os princípios do customer success (sucesso do cliente) a ferro e fogo, não só no atendimento, mas em todas as etapas da jornada e interação das pessoas com a sua marca.

Chesky dá seu próprio testemunho sobre o que seria uma experiência “11 estrelas” para seus clientes:
“A experiência de 0 a 3 é você chegar a um lugar, tocar na porta e ninguém aparecer. Uma experiência 5 é você bater na porta, entrar e encontrar uma cama. Numa experiência 6, você chega, alguém o recebe, tem uma garrafa de vinho e você pensa ‘funcionou super bem, fui bem-recebido, com certeza vou voltar’. Já em uma experiência nota 7, é o Reid Hoffman a recebê-lo numa casa de frente para o mar; ele sabe que você gosta de cozinhar, a cozinha já está lá etc. Uma experiência incrível. A experiência 10 estrelas é uma experiência Beatles, as pessoas o esperando lá fora do aeroporto. Mas a experiência 11 é inimaginável. Vai além de qualquer expectativa. É ter o Reidi Hoffmann e o Elon Musk te recebendo, e contando que você tem uma viagem marcada para a Lua”.

Mas, e essa “jornada do consumidor”? Como funciona?
A expressão usada aqui é “jornada do consumidor”, mas no final das contas, estamos falando de CX, ou Customer Experience. E, quando se trata de CX, existem quatro fases que indicam o quanto sua empresa se apropria desse tema:

1) Desconhecida: você não tem clareza sobre quem é o usuário principal e qual a experiência dele com o produto/serviço.
2) Conhecida: você já sabe quem são os usuários, mas não tem controle sobre as suas experiências. Elas são randômicas e, de certa forma, imprevisíveis.
3) Previsível: você sabe quem é o usuário central, quais são as etapas e tem previsibilidade sobre a experiência; em outras palavras, a experiência está no seu domínio
4) Replicável: cada detalhe da experiência passa a ser parte de um processo replicável, escalável e conhecido por todas as pessoas da empresa.

O aprendizado mais importante, aqui, é a definição de quem é o usuário central por parte da sua empresa. Aquele sem o qual sua organização não existiria. Depois, você deve identificar, em um nível mais amplo, quais são as etapas pelas quais ele passa. Definir o storyboard da experiência, como o Airbnb fez.

Para cada etapa, tente identificar sentimentos e dúvidas que podem surgir para o usuário — as portas que confundem. Quais são as perguntas que ele faz? O que parece óbvio para você, mas é dúvida recorrente entre os clientes?

Em quarto lugar, crie hipóteses para as expectativas do usuário numa etapa específica. É somente “ok”, satisfatório? É incrível?

Por fim, quando todos esses processos forem cumpridos, virá outro grande desafio: massificar a experiência, torná-la acessível a um número cada vez maior de usuários. Mas essa é uma porta que deixarei para abrir num futuro artigo — de preferência, intuitivamente, sem precisar de um adesivo indicando se devo puxar ou empurrar.

Fonte: https://endeavor.org.br/jornada-consumidor-o-que-o-airbnb-aprendeu-com-disney/

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Gestão, Vendas

Dia Internacional da Mulher está chegando e nos faz lembrar de um tema muito falado entre o varejo: Datas Comemorativas.

As datas comemorativas movimentam o comercio há algum tempo e tem se tornado cada vez mais relevantes para incrementar as vendas. Mas, qual a melhor estratégia para aproveitar a oportunidade?

Nem sempre fazer promoções ou divulgações é o suficiente. Por isso, separamos algumas dicas para você ter sucesso em vendas nessas ocasiões.

1) Planejamento
Antes de mais nada, planejar-se é fundamental. Escolha as datas que comuniquem com seu público e façam sentido para serem trabalhadas. As vezes, a melhor estratégia é não fazer nada em alguma data que não tenha a ver com seu segmento de mercado.
Lembre-se que projetar o crescimento de vendas é o primeiro passo. Isso vai nortear todas as outras ações. Nestas datas, a chance de atrair novos clientesé maior, por isso, esteja preparado tanto para atender tanto às expectativas dos clientes atuais, como de um novo público. Criar kits e combos também é uma estratégia interessante, para aumentar o ticket médio.

2) Estoque
Organize seu estoque! Antes de fazer qualquer ação ou promoção de um produto, tenha certeza que você será capaz de atender à demanda. Não adianta fazer promoção de um produto/serviço que você não conseguirá oferecer aos clientes. Mas, atenção, nem sempre comprar muito é garantia de aumento de vendas. É importante alinhar as compras com o planejamento de vendas.
Além disso, preparar o ponto de venda também é muito importante. A exposição correta e destaque dos produtos podem ajudar a elevar as vendas.

3) Equipe
Oriente sua equipe para a ação. Os funcionários e responsáveis pelas vendas e atendimento devem estar 100% inteirados sobre o tema e campanha. O cliente pode ir à loja pela divulgação, mas é sua equipe que vai ajudar a concretizar a venda.
Contrate equipe extra, se for uma data de grande importância. Além disso, motive sua equipe. A estratégia de criar metas de vendas diárias é uma ótima forma de incentivar manter o time bem entrosado.

4) Divulgação
Tenha um planejamento de marketing para divulgar a ação. Pense em quanto você está disposto a investir, quantas pessoas quer alcançar, quem é seu público e em quais mídias ele está. O direcionamento de divulgação deve ser certeiro para seu público.
Também é essencial que as mídias estejam alinhadas (ponto de venda, mídia externa e mídia online) para garantir a força da campanha. A identidade e linguagem devem ser as mesmas. Lembrando que a vitrine é uma das maiores ferramentas de divulgação do varejo e é pouco explorada. Inove! Tenha ideias e busque ajuda, caso seja necessário, para criar uma vitrine atrativa, que comunique com seu público.

E ai, já conferiu o calendário 2018? Já identificou quais são as oportunidades para o seu ramo? Antecipe-se, saia na frente dos seus concorrentes!

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Empreendedorismo, Gestão
Para iniciar este assunto, primeiro é necessário entender que networking não é apenas conhecer pessoas, mas sim fazer contatos que possam trazer benefícios para ambos os lados.

Com o avanço do contato via redes sociais, hoje se torna muito mais fácil aproximar-se e estar em contato com alguém. Contudo, vale lembrar também que de nada vale apenas se conectar pelas redes sociais. Elas são ferramentas poderosas, sim, mas devem ser usadas para fazer contatos reais. Começar a seguir uma pessoa, adicioná-la a sua rede, mas sequer iniciar uma conversa, deve te fazer pensar: qual o benefício para você ou para pessoa? Ela pode até ter ideias bacanas e publicar textos que vão agregar conhecimento para você, mas, no entanto, não há networking.

Por outro lado, se você se utiliza desse meio para se conectar a alguém, por entender que a pessoa tem ideias e habilidades interessantes que se relacionam com o modo como você pensa ou com projetos que está produzindo, e então puxa uma conversa e vocês combinam um café, as coisas mudam. Você traz esse contato para o mundo externo e é assim que o networking de fato começa. Com o bate papo, podem surgir novas ideias, novas possibilidades e quem sabe até projetos em comum. Esse modo mais pessoal e tradicional de fazer seus contatos é, de fato, o que mais traz resultados, já que criar uma relação é uma maneira eficaz de divulgar e fazer o seu negócio crescer. As pessoas gostam de trabalhar com pessoas, e esta interação entre um e outro pode ser uma enorme vantagem.

Para construir uma rede bem feita, valem ainda algumas dicas mais simples, como: em palestras, cursos e eventos, procure conhecer novas pessoas e construa conversas interessantes. Se colocar em lugares onde é possível conhecer alguém pessoalmente e mostrar interesse pelo que tem a dizer, produz um resultado muito mais efetivo do que simplesmente uma troca de cartões de visitas. E não se esqueça: além de tudo, você também pode ser uma ponte de networking entre as pessoas que conhece.
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Empreendedorismo, Gestão

Quem quer ser um bom líder, busca informações que ajude a melhorar seus aspectos sobre tema. E já sabemos: com tanta informação disponível o tempo todo, não é só da sala de aula que saem bons insights sobre assuntos como este.

Partindo do ponto que hoje em dia a maioria das pessoas aproveita seu tempo livre especificamente assistindo a conteúdos da Netflix, nós separamos algumas séries que são ótimas para unir o útil ao agradável: relaxar na frente da tela e ter contato com questões como poder de influência, oratória desenvolvida e meios para busca de resultados da equipe, do que fazer ou não fazer para se tornar um líder melhor:

  • Grey’s Anatomy
    A chefe da área de cirurgia, Miranda Bailey, tem uma habilidade essencial para todo líder: sabe delegar funções para sua equipe quando percebe que alguém do time pode desempenhar a atividade melhor do que ela.
    A vantagem dessa característica é que ela permite a descentralização e dá maior autonomia aos subordinados para que eles obtenham êxito em suas atividades, segundo o especialista.

  • Mindhunter
    O tópico chave aqui é poder da influência, o principal artifício utilizado pelos agentes do FBI Bill Tench e Holden Ford para interrogar assassinos. A série é baseada no livro de John E. Douglas (1996) e mostra como eles conseguem traçar um perfil de motivação de assassinos em série e psicopatas. Saber influenciar pessoas é uma característica importante, pressupõe o entendimento do que se passa na cabeça do outro e isso melhora a comunicação. Ajuda a passar uma ideia dentro da equipe ou para construir networking, segundo o sócio do Grupo Master Mind Brasil.

  • Breaking Bad
    É claro que as atividades ilícitas desenvolvidas por não são exemplo para ninguém, mas particularidades da história à parte, o que é interessante é a solução de problemas em cenários desafiadores. Bons líderes enxergam oportunidades de crescimento e maturidade frente a problemas e desafios, que constantemente surgem. Saber resolver problemas é um diferencial de liderança e pode exigir uma dose extra de inteligência emocional para lidar com situações de pressão, na visão do especialista.

  • How to get away with murder
    A advogada e professor Annalise Keating é uma líder rígida que sabe extrair o melhor de sua equipe. Eduardo Mendes lembra que há uma diferença entre gestão e liderança. Enquanto orçamento, metas e recursos são próprios da gestão, o foco do líder são as pessoas. Sua missão é organizar a equipe de forma a facilitar o alcance de resultados satisfatórios. A série tem como protagonista Viola Davis, que interpreta a advogada e professora Annalise Keating. O perfil da personagem é a rigidez com que lidera sua equipe, mas, ao mesmo tempo, tem a capacidade de extrair o melhor de cada um.

  • Dr. House
    House pode ser um exemplo do que não fazer em cargo de liderança.
    Tecnicamente brilhante, o médico Gregory House peca pela sua inflexibilidade, mau humor, arrogância e falta de traquejo social.
    Uma das regras mais importantes para um bom líder é ter inteligência emocional, de acordo com Mendes. Trata-se da a capacidade para desenvolver e reconhecer as próprias emoções e as dos outros.
    Quanto mais hábil no relacionamento interpessoal mais motivação e comprometimento da equipe ele vai conseguir obter, segundo ele.

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