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Empreendedorismo

O termo startup tem revolucionado o mercado nos últimos anos, porém muitos empreendedores ainda ficam em dúvida quando o assunto é classificar e definir esse modelo de negócio. 

 

No artigo de hoje tiraremos as principais dúvidas sobre o tema e explicar um pouco mais sobre esse universo. Vamos lá?

O que é uma startup?

A definição de startup ainda é um pouco confusa e nebulosa. Por ser um mercado em expansão e um modelo de negócio relativamente novo, existem diversos conceitos na hora de definir o que é uma startup.

Alguns optam por observar o status financeiro de uma empresa. Outros, seus canais de aquisição. 

Entretanto, de modo geral, há um consenso que classifica uma startup como uma empresa de baixo capital inicial com um modelo de negócio escalável e inovador. 

Isso quer dizer que a estrutura da uma organização precisa crescer em uma grande velocidade, acima de duas vezes por ano e continuar crescendo para ser classificada como uma startup.

De onde surgiu o termo startup?

O termo startup surgiu em meado dos anos 90, durante a época conhecida como “bolha da internet”. Seu conceito evoluiu ao longo dos anos e foi se popularizando, principalmente na última década. 

Com a crise financeira em 2008, o capital de investimento para novos negócios estava escasso e os juros altíssimos. A falta de capital e a popularização da internet fez com que diversos empreendedores encontrassem na internet e no modelo de startup um meio barato e inovador de iniciarem seus empreendimentos. 

Facebook, Amazon e Netflix são exemplos de startups de sucesso que auxiliaram na popularização do termo. 

Quando uma empresa deixa de ser uma startup?

Startups tendem a ser vistas até hoje como empresas de garagem, com poucos funcionários e uma estrutura caótica organizacional. Porém, isso nem sempre representa a realidade.

Existem alguns empreendedores e estudiosos do ramo que definem que uma empresa deixa de ser uma startup quando atinge o break even, ou seja, a estabilidade financeira, quando a receita supera os custos e a organização passa a lucrar. 

Porém, diversas empresas que já ultrapassaram o break even e a margem dos 200 funcionários ainda se classificam como startups, como é o caso da Méliuz A empresa mineira diz que seu modelo de negócio ainda é de uma startup, por isso prefere ser intitulada assim.

Outras, como é o caso do VivaReal, optam por não serem mais reconhecidas como startups por acreditarem que essa classificação diminui a credibilidade de uma empresa. 

Uma startup pode deixar de ser startup por dois motivos: 

  1. Quando seu modelo de negócio não é mais escalável;

  2. Quando a empresa passa a não se reconhecer como uma.

Empreendedorismo digital e startup são a mesma coisa?

Não necessariamente. De fato, diversas startups se encontram no meio digital, uma vez que a aquisição de consumidores pela internet é mais barata e democrática. Além disso, grande parte das startups oferece um produto digital, o que acaba fazendo com que ela estruture seu modelo de negócio de forma online. 

Entretanto, não é um pré-requisito estar presente no meio digital para ser considerada uma startup. 

Inclusive, existem startups que mesclam o meio físico com o digital, assim como existem outras que atuam no meio digital e acabam migrando para o físico. Um exemplo é a Printi, que anunciou em 2019 que abrirá mais de 100 lojas pelo Brasil. 

Além disso, nem todo empreendedorismo digital envolvem startups. Grandes e-commerces, como as Casas Bahia, resultou de uma migração da grande franquia de lojas físicas para o meio digital. 

Como se preparar para um ambiente de startups

O ambiente de startups é, de fato, muito desafiador. Muita coisa acontece ao mesmo tempo, principalmente nos primeiros anos de empreendimento. Por esse motivo é preciso estar bastante preparado para atuar em uma dessas empresas. 

Isso porque, além das habilidades técnicas necessárias para atuar em uma startup, é preciso ser um profissional multidisciplinar e procurar desenvolver as chamadas soft skills

As soft skills são conhecidas como habilidades relacionadas ao seu comportamento como profissional. 

Uma dica de ouro para desenvolver tantos conhecimentos em um curto espaço de tempo é aproveitar uma das grandes funcionalidades da internet: cursos online

Os cursos a distância são ferramentas muito boas para criar uma rotina de estudos diária. Através deles é possível adquirir diversos tipos de aprendizados, principalmente soft skill. Cursos EAD de liderança ou gestão de pessoas, por exemplo, podem agregar em sua formação profissional e fazer com que você se destaque no mercado. 

Além disso, os cursos online com certificado podem fazer uma diferença grande em seu currículo, o que soma pontos no quesito multidisciplinaridade. Um profissional da área de design que faz cursos de programação front-end, por exemplo, e tem a comprovação desse conhecimento, com certeza se destaca no mercado de trabalho.

Porém, é preciso ficar atento. Embora cursos online grátis sejam uma opção atraente pelo aparente baixo custo, nem sempre eles oferecem conteúdo de qualidade. Por isso, é importante escolher um bom portal, que seja referência do mercado e ofereça os melhores cursos online

Mindset de startups

O mindset de uma startup é um pouco diferente do que estamos acostumados a observar em modelos de negócios tradicionais. Isso porque uma empresa que cresce em um ritmo acelerado não sobrevive a certos mecanismos de gestão. 

A estrutura de processos, por exemplo, costuma ser menos burocrática e exigir menos etapas, a fim de economizar tempo na tomada de decisão. 

Além disso, a estrutura de organização horizontal tem um propósito maior do que princípios culturais. Ele permite maior autonomia aos funcionários de uma empresa para tomar decisões rápidas e agilizar processos, o que também é fundamental em um ambiente acelerado. 

Outro diferencial são as lideranças em startups, que costumam ser mais jovens que em empresas tradicionais. Isso porque a experiência com o produto e a agilidade com a tecnologia da empresa apresentam maiores diferenciais do que a experiência de mercado ou formação profissional em sim. 

De modo geral, startups funcionam em um mecanismo próprio, que tem tanto vantagens como desvantagens. É preciso entender, acima de tudo, quais os valores e qual estrutura organizacional o empreendedor deseja criar, para então definir se o modelo de startups é ideal para seu negócio ou não. 

E então, gostou do artigo? Comenta aqui embaixo a sua opinião!


Este artigo foi escrito pela educamundo.com.br

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Empreendedorismo

Ser consultor de empresas é algo indescritível. É um prazer imenso poder ajudar pessoas e empresas a encontrarem os melhores caminhos, seja em momentos de dificuldade ou em momentos de bonança. Normalmente, o consultor é acionado em duas situações:

  1. Quando a empresa perde vendas e entra em colapso
  2. Quando a empresa cresce demais e perde o direcionamento
Em qualquer uma das delas, o empresário se encontrará em um momento complicado, cheio de dúvidas, cercado de inseguranças e acumulando noites mal dormidas.


A DIFERENÇA ENTRE O ADMINISTRADOR E O CONSULTOR DE EMPRESAS

Essa é uma confusão comum, pois a maioria dos consultores nasce de uma formação em Administração de Empresas. Mas, nem todo administrador se especializa para adquirir as competências de um consultor.

O administrador é o profissional que controla números e informações e toma as decisões dentro do negócio. Para isso, ele precisa atuar diretamente no dia a dia da empresa, relacionando-se com a equipe, gerando e cobrando resultados. O administrador é visto como um braço direito da diretoria, aquela pessoa que representa os sócios na maioria das negociações e mesas de reuniões.

Já o consultor de empresas, possui uma vertente inversa no aspecto da rotina, pois ele não participa das decisões cotidianas da empresa. O consultor é acionado para auxiliar a diretoria e os administradores em momentos de maior complexidade, onde a experiência e bagagem trazida de outros negócios do mesmo segmento e até de outros ramos completamente diferentes, têm um peso significativo para elaboração da melhor estratégia. Sendo assim, o consultor estuda o cenário, busca soluções tradicionais, cria soluções alternativas, elabora o plano de ações e implementa até colher o resultado. Mas, o consultor não consegue implantar nada sozinho, pois, ele não atua no cotidiano da empresa. Para que um plano de ação obtenha sucesso, é imprescindível que a consultoria, a diretoria e os administradores do negócio atuem em conjunto, cada um dentro da sua competência.

Apesar das duas profissões terem vários pontos em comum, uma coisa é certa: os melhores consultores nem sempre são bons administradores e, os melhores administradores nem sempre são bons consultores.


QUANDO É INDICADA A PRESENÇA DE UM CONSULTORIA NA EMPRESA?

empresário analisando relatórios

 

Toda empresa, de qualquer porte ou segmento, pode contratar um consultor de empresas. No entanto, é preciso avaliar se realmente há essa necessidade. O consultor é ávido por mudanças e por desafios, portanto, um empresário que não queira passar por mudanças não deveria pensar em iniciar um projeto de consultoria.

O consultor precisa ser acionado quando não há solução aparente ou quando a solução existente parece distante e arriscada demais. Estes tipos de situação são propícios para iniciar um estudo, buscar referências, traçar cenários, encontrar recursos viáveis e montar o plano de ações. Como já foi dito, isso é um prato cheio para um consultor faminto.

De modo mais prático, podemos enumerar os casos ideais para um projeto de consultoria, dentro das duas situações já citadas:

Em cenários de crise ou queda de vendas:
– Reestruturação de produtos, custos e margens
– Reposicionamento de marca no mercado
– Reequilíbrio entre oferta e demanda
– Redução de custos e despesas
– Revisão de processos e redução de pessoal
– Renegociação de dívidas

Em cenários de expansão
– Estruturação do modelo de gestão
– Definição do melhor formato para expansão
– Construção de projeto de franquias
– Plano de investimentos e análise de viabilidade econômico-financeira
– Prospecção de capital e recursos
– Valuation

Então, contratar uma consultoria para uma empresa só porque o concorrente contratou ou porque o amigo disse que é bom, não faz sentido. Primeiro, é preciso encontrar o motivo real e só depois buscar o profissional no mercado, examinando suas referências comerciais e seu portfólio de clientes.

 

CONSULTORIA PARA EMPRESAS É SEMPRE NA ÁREA FINANCEIRA?


A resposta é não. Como o consultor de empresas é comumente apelidado de consultor financeiro, existe essa pequena distorção. Acontece que uma empresa precisa de números para tomar suas decisões e para controlar seus passos, portanto, tudo se inicia no setor financeiro. Entretanto, o domínio de estratégias de recursos humanos, de produção e de marketing são fundamentais para que um projeto de consultoria obtenha sucesso. As áreas são interligadas, sendo quase impossível criar uma ação sem envolver mais de uma área, configurando o consultor de empresas em um consultor de gestão. O consultor não precisa ser um gestor, mas precisa ter conhecimento profundo em gestão de negócios.

Imagine uma ação aparentemente simples, como o reajuste de 15% no preço de um produto. Veja com ela se desdobra:

– o mercado precisa aceitar esse aumento de preço, portanto, precisamos de um planejamento de marketing para criar uma comunicação eficiente, que apresente os benefícios deste produto e justifique seu preço mais elevado.

– o setor de RH precisa ser acionado para promover um treinamento com a equipe de vendas, conscientizando-os sobre o novo preço e, principalmente, sobre a estratégia de marketing que defenderá este novo preço.

– o setor financeiro precisa atualizar as fichas técnicas dos produtos em conjunto com o setor produtivo. Além disso, será preciso revisar as margens deste produto para que as projeções de receitas e custos sejam coerentes com o novo preço e com a representatividade do custo sobre o novo preço.

Este pequeno exemplo poderia ser encarado como uma tarefa financeira, pois bastaria aplicar 15% ao preço original. Mas, como pudemos ver, não é restrita à área financeira e não é simples.

Podemos ir mais além, neste mesmo caso, e sugerir que este produto se encontre num mercado altamente concorrido e que o reajuste de 15% em seu preço não seria aceito tão facilmente pelo público, necessitando, portanto, de um reposicionamento do produto no mercado. Agora ficou ainda mais complicado, não é? Vamos tentar montar um miniplano:

– Estudo sociodemográfico do mercado para descobrir se o público consumidor será mantido ou se teremos que atacar uma nova fatia de mercado, contemplada por outras classes sociais, outras idades, outras regiões, etc.

– Criar linguagem de comunicação para este novo público, adequando mídias online e offline.

– Desenvolver nova embalagem para aumentar o valor percebido pelo cliente e encantá-lo mais rápido.

Depois disso, ainda será preciso executar os mesmos passos do exemplo anterior, alinhando os treinamentos com o RH, as planilhas com a produção e as projeções com o financeiro. Enfim, é realmente complexo.


OS TIPOS DE CONSULTORIA PARA EMPRESAS

consultores apresentando dados para cliente
Vencido o mito de que todo consultor de empresas é “consultor financeiro”, podemos abrir um pouco o tema e mencionar os diversos tipos de consultoria disponíveis no mercado.

Uma empresa pode apresentar falhas em todos os seus departamentos e, nem sempre, o consultor terá soluções prontas para aquele tema específico. Além disso, existem segmentos de mercado especialmente técnicos, onde um consultor de empresas competente consegue atuar na gestão, mas precisa de auxílio de outras consultorias específicas.

Imaginemos uma empresa do ramo de casacos femininos voltados para a classe média-alta, que detenha desde a confecção até a comercialização varejista dos produtos e que se encontre em crise financeira. O consultor de empresas traçará as soluções para aumento de receita ou para redução de custos, porém, em qualquer um dos caminhos, é fundamental a inserção de outras consultorias no processo, pois a abrangência do negócio é longa, indo desde a indústria até o varejo.

– Primeiramente, uma consultoria de moda seria bem-vinda, para avaliar o produto final, verificar se estão alinhados com as tendências e se há possibilidade de redução de valor agregado sem redução de valor percebido.

– Em seguida, uma consultoria de varejo poderia ser uma boa aposta, para garantir que o modelo de loja é o ideal para o público alvo, verificar se a localização e distribuição destes pontos de venda está adequada e ainda criar estratégias de exposição e promoção dos produtos.

– Caberia ainda, uma consultoria de produção, especializada em confecção, para revisar os processos internos, reduzir custos desnecessários, criar células produtivas funcionais e aumentar a produtividade sem novas contratações.

– Diante de tantas mudanças, o clima organizacional poderá ser abalado, baixando o nível de confiança dos colaboradores na empresa. A solução poderia ser uma consultoria de recursos humanos, para traçar uma análise de clima, montar o diagnóstico, criar programas de pontuação e bônus para valorizar os membros mais motivados, implantar programas de reciclagem e treinamentos em conjunto com a consultoria de produção, entre outras aplicações.

 O exemplo foi pontual, mas é simples de imaginar amarrações similares em projetos de alto nível técnico, como hospitais, indústrias de alimentos, construtoras etc.

Veja também: Primeiros passos ao abrir um negócio


COMO SE TORNAR UM CONSULTOR DE EMPRESAS

consultor de empresa apresentando resultados


Resposta rápida: não é da noite para o dia. Um consultor é construído ao longo de alguns anos. Experiência, conhecimento e capacidade de transferir conhecimento, representam a fórmula de um verdadeiro consultor.

O consultor precisa ser, antes de mais nada, um bom vendedor, pois o tempo todo estará diante de empresários e administradores tentando convencê-los sobre seu plano e sobre o melhor caminho a seguir. Um plano traçado no papel não tem nenhum valor se não for implantado e reconhecido por seus resultados gerados. Assim como um professor precisa vender o conteúdo aos alunos, um consultor precisa deixar claro os argumentos e embasamentos da sua ideia. Mas, para vender uma ideia, é preciso, primeiro, “criar a ideia”.

Para se construir uma ideia sólida, o consultor  de empresas precisa se transformar em um pesquisador insaciável, revirando informações antigas, atuais e futuras; buscando tendências regionais, nacionais e internacionais; relacionando segmentos avessos, setores complementares a ramos similares; extinguindo crenças e traumas e abrindo-se ao novo, ao inesperado. Pode ter soado poético, mas é a pura realidade.

Grande parte do conhecimento, advém das próprias pesquisas, mas, a fatia mais significativa de sabedoria só será conquistada com muito estudo e dedicação. Estudar tributação pode ser algo chato, mas talvez, uma revisão do planejamento tributário de determinada empresa seja a única forma de salvá-la. Aprimorar os conceitos sobre fundos de investimentos pode ser cansativo e complicado, no entanto, algumas empresas só terão essa alternativa como fonte de recursos. Conhecer leis e entender o sistema jurídico nacional pode custar muitas horas de leitura, mas também pode aumentar consideravelmente as chances de ganho em um processo judicial.



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Empreendedorismo

Quem foi melhor: Pelé ou Maradona? Esta pergunta recorrente provoca discussões calorosas e alongadas entre os amantes do futebol. E o pior, dificilmente teremos uma resposta definitiva que conforte e finalize o debate.

Sabe por quê?

Por dois motivos:

  • O futebol envolve paixão que impede uma linha lógica de discussão
  • A base de comparação e as métricas viáveis nem sempre são homogêneas


Comparar Pelé e Maradona é mais divertido do que coerente. Por exemplo, um argentino e um brasileiro podem ter opiniões diferentes, sobre quem foi melhor, por mero patriotismo.

Além disso, os dois craques jogaram em épocas distintas, nunca se enfrentaram nas quatro linhas e tinham posicionamento completamente diferente no campo de futebol.

Enfim, esta discussão é ótima, mas só enriquece a imprensa, pois não há evidência e coerência nos indicadores comparativos entre ambos os jogadores.

Mas, qual a relação de Pelé e Maradona com o mundo dos negócios?

Além deste tema ser controverso e trazer audiência ao texto, selecionei-o para tratarmos uma questão muito importante e bastante negligenciada na gestão das empresas brasileiras: os indicadores.

gestão de indicadores e futebol

O QUE SÃO INDICADORES

Só podemos estabelecer o juízo de “melhor ou pior” se pudermos comparar as coisas sobre uma mesma base. E, só podemos comparar de forma justa, aquilo que, de fato, pode ser medido. No mundo dos negócios, esta medida de desempenho é realizada através do que chamamos de indicadores.

Indicadores são métricas (índices) passíveis de mensuração contínua e comparação ao longo do tempo. No exemplo Pelé e Maradona, fica claro que a falta de critérios e padrões temporais, dão margem a aparecimento de um “indicador” emocional imensurável: a paixão.

 

QUANTOS INDICADORES DEVEM SER MEDIDOS?

Os indicadores devem servir de auxílio para a tomada de decisão dos gestores, e não apenas para provar a capacidade de mensuração das empresas. Há empresários viciados em indicadores, que gastam quase todo o tempo do seu dia calculando estes índices sem ter tempo para analisá-los, e, muito menos, para embasar decisões.

Por outro lado, existem vários empreendedores de grande sucesso que nunca se atentaram a estas medidas de desempenho, mas, que guardam meia dúzia de informações chave em suas mentes, capazes de estabelecer conexões simples e tomar excelentes decisões.

Assim sendo, o número de indicadores não tem qualquer relação com o sucesso de uma empresa.

 

QUAIS INDICADORES DEVEM SER MEDIDOS?

Não existe uma regra geral. Cada tipo de negócio vai demandar uma série de indicadores importantes, e, até negócios do mesmo segmento podem gerar indicadores diferentes, dependendo da proposta ao mercado. Existem alguns indicadores básicos e comuns à maioria dos negócios e serão citados na sequência deste texto, mas a gestão por indicadores permite ampla customização.

 

A DIFERENÇA ENTRE KPI´S E METAS

Outro conceito importante, ao tratarmos o universo dos indicadores, são os chamados KPI´s (Key Performance Indicator), ou indicador chave de performance. Os KPI´s são indicadores, gerados a partir de informações internas e mercadológicas que servem como parâmetros comparativos, para avaliação do desempenho e da evolução da empresa.

É importante não confundirmos indicadores com metas. Metas são aspirações futuras, algo que se pretende alcançar. Já o os indicadores são bases e métricas comparativas estabelecidas.

 

QUAL A IMPORTÂNCIA DOS INDICADORES?

A construção de uma gestão de indicadores permite que uma empresa torne tangível e mensurável suas operações, evidenciando seus problemas e pontos de correção. Através destes indicadores que os gestores vão perceber a evolução e sucesso de suas ações, melhorando a produtividade, reduzindo custos, aumentando vendas, otimizando processos, maximizando resultados e satisfação de colaboradores e acionistas. Enfim, os indicadores tornam a gestão lógica, racional, focada na melhoria contínua livre de vícios emocionais.

Voltando ao título do texto, lembro-me de um taxista em Buenos Aires que me disse: “Pelé fez mais gols, deu mais assistências, ganhou mais títulos, venceu mais jogos e foi mais profissional. Mas o Maradona é um Deus e foi muito melhor”. Certamente, este taxista argentino fanático não se baseou na gestão de indicadores em suas conclusões.

Se você gostou do tema e quer desenvolver uma gestão por indicadores, elevando a performance da sua empresa, baixe agora a nossa lista de indicadores primários e comece a dar os primeiros passos.

baixar lista de indicadores

 

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Empreendedorismo

As mudanças no mundo do trabalho ocasionadas pelo que é chamado de quarta revolução industrial já têm impacto sobre milhões de trabalhadores e organizações. Reinventar-se tornou-se necessário em diversos aspectos. Nova cultura, posicionamento e estratégia são apenas o começo de muitas adaptações.


Desde as necessidades das empresas, até as expectativas dos profissionais, muita coisa mudou. Por isso, é necessário compreender quais são essas mudanças e como elas afetam as pessoas e empresas. Depois disso, entender como lidar com elas de forma eficiente para todos.


Entenda agora o que mudou nas formas de trabalho e como isso impacta nas empresas e nos profissionais.



A Quarta Revolução Industrial

O que caracteriza uma revolução industrial são as mudanças provocadas por novas tecnologias, que influenciam a economia, política e sociedade como um todo. Enquanto nos séculos XVIII e XIX (na primeira Revolução Industrial) isso representou a introdução do uso de máquinas, agora a história é diferente.

 

Desenvolvimentos em genética, inteligência artificial, robótica, nanotecnologia, impressão 3D e biotecnologia são algumas das novas descobertas. Além disso, a tecnologia da informação, big data e internet das coisas mudam a relação humana com os itens tecnológicos. Isso proporcionará uma revolução mais abrangente do que qualquer coisa que já tenhamos visto.

 

Sistemas inteligentes — residências, fábricas, fazendas ou cidades — ajudarão a resolver problemas que vão desde o gerenciamento da cadeia de suprimentos até a mudança climática. A ascensão da economia compartilhada permitirá que as pessoas monetizem tudo, desde a sua casa vazia até o seu carro. As opções de espaços de trabalho compartilhados (ou coworkings) crescem cada vez mais.

 

Embora a mudança iminente seja uma grande promessa, os padrões de consumo, produção e emprego criados por ela também representam grandes desafios, exigindo uma adaptação proativa por parte de empresas, governos e indivíduos.


As mudanças proporcionadas pela tecnologia

 

De acordo com pesquisas apresentadas no World Economy Forum em 2018, quase 50% das empresas esperam que a automação leve a uma redução em sua força de trabalho em tempo integral até 2022.

 

No entanto, no futuro do trabalho, 38% das empresas pesquisadas esperam estender sua força de trabalho para novas funções de melhoria de produtividade, e mais de um quarto espera que a automação leve à criação de novas funções em sua empresa. 

 

Isso significa que enquanto setores inteiros se ajustam, a maioria das profissões está passando por uma transformação fundamental. Enquanto alguns trabalhos são ameaçados, outros crescem rapidamente. Os trabalhos existentes também estão passando por uma mudança nos conjuntos de habilidades necessárias para executá-los.

 

Porém, juntamente à revolução tecnológica, surgem fatores de mudança socioeconômicos, geopolíticos e demográficos mais amplos, cada um interagindo em múltiplas direções e intensificando-se mutuamente. O que gera mudanças no mercado de trabalho e no posicionamento dos profissionais e empresas.



Os novos perfis de profissionais

Da mesma forma que as empresas possuem novas necessidades, os trabalhadores também. Principalmente nos grandes centros urbanos a correria do dia-a-dia e quantidade de tarefas estão cada vez maiores. É necessário administrar compromissos de trabalho, lazer, cuidar da saúde, da família e uma série de outras coisas.

 

Por isso, os profissionais estão cada vez menos valorizando aspectos como estabilidade e carteira assinada. Também não aceitam horários rígidos, gestão engessada e inflexibilidade. Por outro lado, veem muito valor em uma cultura colaborativa, flexibilização dos horários e espaços de trabalho, valorização da equipe e gestão humanizada.

 

Um grande exemplo disso é o sucesso que os espaços de coworking estão encontrando ao abrigarem equipes de grandes corporações. Ter times de colaboradores em escritórios compartilhados não só flexibiliza e facilita o dia-a-dia do profissional como também o torna mais satisfeito (e consequentemente mais produtivo).

 

Além disso, os profissionais estão cada vez mais focados em serem multifuncionais. Atualmente, vê-se muito mais valor em conseguir executar diversas tarefas, relacionadas e setores diferentes, do que especializar-se somente em um assunto. Claro que saber a fundo sobre certas informações é necessário, mas só isso já não é mais suficiente para satisfazer os anseios das pessoas e nem das empresas.

 

Os aspectos emocionais também têm ganhado destaque nessas mudanças, tanto por parte dos trabalhadores quanto das próprias empresas. As competências emocionais, como autoconhecimento e capacidade de lidar com o outro são muito valorizadas pelas organizações. Mas, em contrapartida, os colaboradores também exigem respeito e empatia por parte da gestão.


As mudanças no estilo de vida

 

A economia colaborativa mudou muito a forma como as pessoas enxergam o consumo. No lugar de ser proprietário de algo, escolhe-se usar itens compartilhados. Desde bicicletas e carros, até apartamentos e escritórios. Essa escolha acontece por razões práticas e econômicas, pois facilitam o deslocamento no dia-a-dia, hospedagem ou moradia e, claro, as formas de trabalho.

 

Deslocar-se de carro e ficar horas no trânsito é uma situação impensável para muitas pessoas. Os profissionais valorizam, cada vez mais, a possibilidade de trabalhar perto de casa, e realizar seus encontros e reuniões em locais práticos e bem estruturados. Ir para o trabalho de bicicleta ou caminhando é um luxo que tem se tornado cada vez mais comum.

Veja também: Como abrir um negócio de sucesso 

 

Até aqui, deu para perceber que as novas tecnologias, evoluções globais  e mudanças sociais impactam na relação das empresas com as pessoas e vice-versa. Mas também há alterações na forma como o trabalho é visto e executado. É importante manter-se sempre atualizado, seja você representante de uma organização ou um funcionário. Assim, estando ciente das novas demandas no mercado de trabalho, sempre haverá espaço para você.

 

Se você gostou deste assunto e quer se aprofundar, entenda por que o futuro do trabalho não será sobre diplomas, e sim sobre habilidades

 

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Empreendedorismo

Escolher um sócio para sua empresa é uma questão delicada e bastante comum no mundo dos negócios. Para aqueles que estão pensando em iniciar uma empresa ou para quem está vivendo um momento difícil com o sócio, este conteúdo pode ser muito útil.


Tentar empreender sozinho ou buscar um sócio para minha empresa?

Uma sociedade nada mais é do que a união de duas ou mais pessoas com o propósito de fornecer algum produto ou serviço a uma população, visando obtenção de lucros. Portanto, a adoção de um sócio só se faz necessária quando o empreendimento necessitar de:



Levantamento de Capital:


Esse é o motivo principal que motiva o empreendedor abuscar um sócio. Sem o capital inicial para ativação do negócio, dificilmente sua ideia sairá do papel. Então, se você não tem a quantia total para desenvolver seu plano, um sócio pode ser uma boa opção.

União de Habilidades Diferentes:


Sabemos que as pessoas são diferentes umas das outras e que possuem qualidades, características e conhecimentos técnicos distintos. Se você deseja criar uma construtora – por exemplo – pois se considera um ótimo engenheiro, mas sua timidez e sua falta de relacionamento social prejudicam suas oportunidades de gerar vendas, talvez você precise buscar um sócio com este perfil para complementar sua corporação.

Ampliação da Força de Trabalho:

Muitas vezes, no início do empreendimento, a quantidade de trabalho é tanta que as horas disponíveis no seu dia não são suficientes para concluir tudo que precisa ser feito. E, nesta fase de implantação, antes da empresa atingir a maturidade, pode ser inviável ampliar a equipe de colaboradores. Neste sentido, bons sócios para assumir postos de trabalho podem alavancar seus projetos e acelerar o crescimento do negócio.


Portanto, se você se enquadra em pelo menos uma destas situações, entrar em sociedade com alguém pode ser muito importante e até essencial para o sucesso do seu projeto. Por outro lado, se você já avaliou os três casos e não se sente desamparado em nenhum deles, a sua melhor opção é seguir sozinho.

 

O papel de cada sócio na empresa

Se você optar pelo caminho da sociedade, é fundamental que cada parte tenha sua missão bem clara e definida para evitar conflitos internos e garantir que o negócio caminhe numa direção única. De modo geral, esses são os papéis e tipos de sócios:



Sócio Investidor:

Tem por objetivo a injeção do capital em busca de retorno acima dos rendimentos oferecidos pelas aplicações financeiras tradicionais;

Sócio Operador:

É responsável pela operação da empresa, ou seja, faz com que todas as tarefas sejam executadas, participando do dia a dia do negócio. Pode ter competências diversas e atuar naquilo que tem mais domínio, desde o administrativo até a produção;

Sócio Estratégico:

Tem papel importante nas mesas corporativas e auxilia na avaliação de grandes decisões, deixando as ações e eventos cotidianos por conta do sócio operador, sem intervenções.

 

Quem tem sócio, tem patrão: Será mesmo?

A palavra sócio pode causar pavor em algumas pessoas, por terem vivido uma situação ruim ou por terem ouvido alguma história triste sobre sociedades problemáticas. Porém, não é a sociedade que causa a sensação de prestação de contas, mas sim, a própria empresa. Ser empresário é muito mais do que conquistar liberdade e autonomia. Inúmeros artigos sobre empreendedorismo pregam o jargão “livre-se do seu chefe”, mas esquecem de orientar sobre as dificuldades e riscos envolvidos nessa decisão, e, principalmente, acerca da disciplina exigida ao criar uma empresa e colocá-la no mundo.

Os empresários de sucesso possuem rotinas pesadas de trabalho, responsabilidades, compromissos com clientes e comprometimento com sua equipe.

Logo, um novo sócio na sua vida só será mais uma peça dentro dessa engrenagem que você construiu. Logicamente que respeito e parceria entre as partes são fundamentais para o sucesso da relação, mas não há nada além disso.

 

Um novo sócio em uma empresa existente

Esta também é uma situação muito comum, tanto para quem deseja entrar em algo já consolidado, quanto para você que tem dúvidas se vale a pena inserir mais um indivíduo na sociedade para tentar melhorar os resultados da empresa.


A regra é mesma, não há complicação. Pergunte a si mesmo:

  • Eu preciso injetar capital na minha empresa, evitando utilizar recursos bancários?
  • Eu preciso complementar a gestão ou a operação da empresa, inserindo competências e habilidades que eu não tenho?
  • Eu estou com minha rotina atribulada e preciso dividir tarefas com outra pessoa que possua o mesmo grau de responsabilidade e comprometimento que eu possuo?


Se não encontrar nem uma resposta positiva, esqueça… Essa empresa não precisa de um novo sócio.

 

Sociedade entre marido e mulher

Situação polêmica, mas com solução clara e objetiva: só dará certo uma sociedade entre marido e mulher se houver pelo menos uma das três famosas ocasiões: Injeção de Capital, União de habilidades ou Ampliação da força de trabalho. Em todos os casos, a regra continua válida. As sociedades formadas por marido e mulher dão errado quando iniciam sem motivo, sem necessidade, apenas por conveniência.

Sim, existem algumas questões que ultrapassam a razão e podem gerar problemas irreversíveis, mas isso ocorre em qualquer sociedade. Repetindo o que foi exposto antes, se não houver respeito, parceria e disciplina, a sociedade tenderá ao fracasso, assim como a união de dois amigos, pais e filhos ou dois desconhecidos quaisquer.

 


Dica do especialista

A escolha de um bom sócio para um negócio pode ser o divisor de águas entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento. Descubra se você realmente precisa de um sócio e construa uma relação saudável, buscando o equilíbrio entre humildade e imponência. Junte-se a pessoas melhores que você! 

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Empreendedorismo

Estamos vivendo a era da informação. Somos bombardeados diariamente com uma infinidade de notícias, textos, vídeos, imagens e muitas vezes, ficamos perdidos em meio a tanto conteúdo disponível. E, com isso, torna-se difícil decidir em que (e em quem) confiar e quais dicas valem a pena seguir para iniciar um negócio. São muitas dúvidas cercando a mente do empreendedor, como a escolha do segmento, a aposta em franquia ou a criação de uma marca, a decisão de utilizar capital próprio ou de captar um empréstimo, entre várias outras questões.
Eu sei muito bem como é, por isso separei algumas dicas que podem te ajudar muito a esclarecer as principais dúvidas de como abrir seu próprio negócio e finalmente dar os primeiros passos de sucesso. Vamos começar?



Quero abrir um negócio próprio. Qual segmento escolher?


Não pense que irá encontrar essa resposta pronta. Essa decisão depende muito de você, mas, podemos mostrar os caminhos para auxiliar você a chegar nessa definição. Para ser bem sucedido em uma atividade, o empreendedor de sucesso precisa, primeiro, dominar essa atividade. Neste aspecto, é fundamental ter aptidão com o ramo, pois isso facilita muito o início da operação e encurta o processo de aprendizagem. Nada impede de estudar e aprender sobre algo novo, mas tome ciência de que isso pode atrasar seu plano em cerca de um ano.


Portanto, se você é um ótimo cozinheiro e gosta de servir outras pessoas, pesquise opções no ramo de alimentação, como por exemplo, abrir um restaurante  ,ou se você entende de mecânica e é um bom conhecedor de carros, busque um negócio no ramo automotivo. Mas, cuidado para não confundir hobby com business e transformar uma paixão em uma obrigação. Seja seletivo e descubra algo que você se considere competente e que seja passível de monetizar.

 


Franquia ou marca própria ao iniciar um negócio?


Essa resposta é mais fácil de ser encontrada com outra pergunta: Você quer reduzir o risco pagando por um modelo já testado ou pretende apostar sozinho e começar um negócio do ponto zero? A franquia não é uma garantia de sucesso, mas é uma forma de mitigar os riscos, visto que a operação já foi testada e possui várias rotinas e processos já definidos para aumentar a chance de sucesso do franqueado. Por outro lado, se você quer iniciar um negócio por conta própria pode alongar bastante a construção do negócio, pois você será o responsável por criar cada detalhe da sua empresa, como criar um logotipo, definir o quadro inicial de funcionários, escolher as máquinas e equipamentos corretos, definir o mix de produtos e serviços, etc. Todo desafio é válido, desde que a escolha seja bem embasada.


Ao abrir um negócio, invisto meu capital ou empréstimo?


Dúvida cruel, não é? É complicado, pois ao iniciar um negócio essa decisão não pode ser tomada apenas com base financeira. Questões como família, idade e patrimônio precisam ser minuciosamente avaliadas para garantir que o empreendedor invista com mais segurança. Em nenhuma situação o empresário deve apostar em uma única opção ao abrir um negócio próprio. Apostar 100% de capital próprio significa assumir um risco desnecessário, ao passo que utilizar 100% de capital de terceiros pode representar um custo financeiro acima da capacidade de pagamento do negócio. O ideal é mesclar as opções, alinhando expectativa do empreendedor, cenário econômico e potencial de resultado do negócio. É fundamental a sintonia entre as finanças pessoais e as finanças empresariais para realizar um investimento sólido e sustentável a longo prazo. 

No vídeo abaixo o portal Sebrae exemplifica a questão da viabilidade de um empréstimo:

 

A ideia: Que tipo de empresa montar e em qual segmento?

Qualquer plano de negócio irá nascer a partir de uma ideia, ou melhor, de uma boa ideia. Essa ideia será verificada em busca de viabilidade. Viabilidade significa atestar que algo é passível de ser executado. A viabilidade pode ser verificada em vários aspectos, como financeiro, operacional, mercadológico, etc. Isto vale para qualquer porte de negócio, desde uma loja de varejo até uma grande indústria. Se você ainda não teve a grande ideia para iniciar uma empresa de sucesso, infelizmente, você está distante de construir um negócio. Mas, se você já tem a ideia, siga em frente.

Veja também: Como divulgar minha empresa



Operação: O que vender e como vender?
empresários buscando gerar lucror

Ao abrir um negócio, para descobrirmos o investimento teremos que “visualizar” essa operação em funcionamento, para então transformá-la em números. Podemos segmentar os custos operacionais para facilitar a construção do modelo:

  • Mix de Produtos e Serviços

    Defina o nome e a descrição detalhada do que você pretende vender e separe em grupos. Apure também qual o custo direto de cada produto ou serviço sobre o preço de venda. Se você tem dúvidas sobre os preços, em breve publicaremos um material com técnicas de precificação e criação de produtos de sucesso. 


  • Escolha o ponto Comercial e Área Mínima

    Identifique se as vendas da empresa dependem de alto, médio ou baixo fluxo de clientes passantes. Esta dependência vai definir a localização do empreendimento ,e se ele vai se encontrar em um shopping center, em uma avenida principal, em uma rua neutra ou em um bairro industrial. Calcule também quantos metros quadrados são necessários para realizar a operação. Com estas duas informações, você terá condições de estimar o valor de aluguel mensal.


  • Selecione o quadro de funcionários

    Elabore uma relação da equipe mínima para iniciar a operação. Pense nas funções básicas de cada setor para que o processo de comprar, transformar e vender seja executado. Assim, você terá base para projetar o custo mensal da folha de pagamento da empresa.


  • Fique atento aos encargos trabalhistas

    Este é um assunto bastante complexo, mas, como queremos praticidade e agilidade para começar o novo negócio, vamos considerar que o total de encargos seja equivalente a 80% do valor da folha de pagamento.


  • Impostos


    Outro tema complexo ao abrir um negócio é a tributação. Não vamos adentrar no mérito dos regimes tributários, nem diferenciar incidência de impostos sobre vendas ou sobre lucros. Para facilitar o cálculo, vamos criar um atalho rudimentar:  
  • Aplique 10% sobre a receita, se a empresa for do setor de comércio ou indústria.
  • Aplique 15% sobre a receita, se a empresa for uma prestadora de serviços.


  • Taxas de vendas

    Caso a empresa realize vendas em cartões, vendas online ou qualquer outro tipo de venda comissionada, considere o custo gerado por estas movimentações.


  • Custos Mensais

    Junte todas essas informações e crie uma nova lista de custos mensais, com todos os outros gastos da empresa, como telefone, internet, contador, energia, água, alarme, softwares, material de escritório, material de limpeza, despesas bancárias, custos com site, etc.




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Conceitos essenciais ao iniciar um negócio


D.R.E. (Demonstrativo de Resultado):

O DRE é a ferramenta principal do empresário, pois é com ele que conseguimos apurar a lucratividade do negócio. Além do lucro, o DRE gera vários outros indicadores fundamentais para gestão da empresa. De forma prática, vamos tratar o DRE como uma tabela onde teremos receitas, custos e lucro. Neste momento, vamos concentrar apenas em dois itens:
  • Receita: É a soma de todas as vendas realizadas, considerando a multiplicação das quantidades e preços de cada item. Também pode ser chamado de receita bruta de vendas ou faturamento.
  • Lucro: É o resultado da receita bruta deduzida de todos os custos da empresa. Na prática, é este indicador que atesta a viabilidade econômica da empresa.


Investimento Inicial
:

Consiste no levantamento de todos os gastos necessários para iniciar o negócio. Podemos separar em quatro grupos:

  • Móveis e Equipamentos – móveis, equipamentos e ferramentas para armazenar, produzir e entregar seus produtos e serviços
  • Obras e reformas – adequação física e estética de espaços
  • Formalização – taxas de constituição da empresa
  • Treinamentos – treinamento da primeira equipe, capacitação do gestor e gastos antecipados com mão de obra


Payback:

De forma prática, o payback representa o prazo de retorno do investimento, ou seja, em quanto tempo o capital investido será devolvido. Veremos mais detalhes a seguir.






PROJEÇÕES DE RESULTADOS DO MEU NEGÓCIO

empresário apresentando os tipos de projeções para um negócio
Agora é momento de cruzar gastos iniciais com os gastos operacionais. A ideia é simples: o resultado operacional terá que ser positivo para devolver o investimento inicial ao empresário dentro de um período de tempo.


  • COMO PROJETAR AS RECEITAS


Esse número não é tão simples de definir, mas pode ser norteado pelo correto alinhamento entre:
  • Pesquisa sobre negócios similares já existentes
  • Capacidade máxima de produção/entrega
  • Ponto de Equilíbrio


Caso esteja inseguro com as projeções de receitas, crie 3 cenários para fazer as simulações:

  • Cenário Pessimista
  • Cenário Moderado
  • Cenário Otimista
  • COMO PROJETAR CUSTOS
Os custos possuem dois comportamentos distintos, de forma que alguns variam em função da variação da receita, e, outros são fixos, independentemente do volume de vendas. Portanto, podemos classifica-los em dois grandes grupos:


  • Custos Variáveis: acompanham a variação do volume de vendas, como taxas de vendas, impostos, insumos, etc. Na projeção estes custos precisam ser lançados como percentuais aplicados sobre a receita.
  • Custos Fixos: não variam proporcionalmente com o volume de vendas. Sofrem alterações conforme o uso, mas podem ser considerados fixos, como aluguel, contador, internet, salários, encargos trabalhistas, etc.


  • COMO PROJETAR LUCROS

O lucro será decorrente da subtração entre a receita e os custos.


  • COMO CALCULAR PAYBACK



O valor de investimento inicial dividido pelo lucro mensal projetado trará a resposta de quantos meses serão necessários para recuperar o valor investido. Após reaver o valor total do investimento inicial do negócio, os próximos lucros estarão livres para o empresário.

Confira nossa vídeoaula sobre projeções de resultados



COMO SABER SE O MEU PROJETO DE EMPREENDIMENTO É VIÁVEL?

empresário pensativo no sucesso de sua empresa
Não adianta termos uma ótima ideia e todos os dados se não soubermos avaliar a qualidade destes números e conseguir medir os riscos reais do projeto. Precisamos ter base para descobrir qual o lucro ideal e qual o payback ideal para abrir seu negócio.

Veja também: O papel do consultor de empresa


Qual o lucro ideal para meu negócio?

  • Busque o lucro médio: Mesmo com essas diferenciações, podemos nortear esse indicador, considerando que a lucratividade média satisfatória é de 15 a 20% sobre a receita.
  • Cuidado com os erros nas projeções: Desconfie se a lucratividade do seu projeto apontar algo acima de 30%, pois existem grandes chances de haver algum erro nos números. Dificilmente uma empresa constituída corretamente apurará lucratividade acima de 30%.
  • Cuidado com resultados apertados: Por outro lado, se esse indicador for abaixo de 10%, é aconselhado uma revisão geral do projeto, pois lucratividades reduzidas representam maior risco ao investidor, visto que qualquer oscilação no mercado pode comprometer o resultado e alongar o prazo de payback. Existem segmentos de lucratividade baixa, porém, isso ocorre quando a escala é alta e as receitas atingem montantes elevados.

 



Qual o payback ideal para meu negócio?

O payback ideal depende dos anseios do investidor. Logicamente ao abrir um negócio próprio, todo investidor quer recuperar o capital investido no menor prazo possível, mas, é preciso entender que velocidade e rentabilidade não caminham na mesma direção.


  • Busque o Payback médio: de modo geral, o payback fica entre 24 e 48 meses.
  • Cuidado com os erros nas projeções: Desconfie de prazos abaixo de 24 meses. Pense assim: se fosse rápido e fácil, todo mundo faria. Existem prazos de retorno abaixo de 24 meses, mas apenas em casos de projetos de porte muito pequeno.
  • Cuidado com payback muito longo: Os projetos de grande porte tendem a esticar um pouco mais o prazo de retorno, mas nada que ultrapasse 60 meses. Acima disso, o risco assumido pode ser grande, pois em 5 anos, muita coisa pode mudar, como a economia de mercado, o comportamento dos consumidores, as tecnologias desenvolvidas e até mesmo os recursos naturais disponíveis no planeta.


Vamos abrir um negócio de sucesso?

E então, você se sente seguro para abrir sua própria empresa? Prepare seu checklist e tire seus planos do papel:


  • Estruture a ideia
  • Crie os produtos e serviços
  • Desenhe a estrutura física
  • Defina o quadro de funcionários
  • Faça uma relação de custos fixos (valores absolutos)
  • Faça uma relação de custos variáveis (percentuais sobre a receita)
  • Faça a projeção das Receitas
  • Simule os cenários com auxílio de DREs
  • Calcule o Lucro (avalie esse lucro)
  • Apure o Investimento Inicial
  • Calcule o Payback (avalie esse payback)
  • Inicie o negócio

Você já tem as ferramentas necessárias e sabe como abrir seu próprio negócio corretamente.
Confira nosso E-book Produto Perfeito e saiba como criar um produto de sucesso e colocá-lo no mercado.





 


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Empreendedorismo, Gestão

Você já deve ter se deparado com aquelas faixas de tecido branco estampando a famosa mensagem em caixa alta: “SOB NOVA DIREÇÃO” pendurada na fachada de estabelecimentos. Esta foi uma medida muito usada por comerciantes do século passado e que ainda sobrevive nos dias atuais. No entanto, existe uma incoerência enorme nesta prática.


COMPREI UMA EMPRESA. DEVO MANTER A MARCA ANTERIOR?

Quando a empresa possui uma história de sucesso e credibilidade perante o mercado, não há necessidade de abandonar aquela marca consagrada e substituí-la por uma marca nova, sem vida própria, sem trajetória construída. Se não há motivos para mudar o letreiro, também não haverá motivos para comunicar que o negócio possui um novo dono. Portanto, se a empresa que você comprou possui uma boa reputação, o ideal é manter tudo de bom que ela já tem e evitar impactar clientes e parceiros com a mudança de proprietário. O novo proprietário da empresa deve ser encarado apenas como uma peça trocada, sem tornar essa informação pública. Então, não há razão para pendurar a famosa faixa “sob nova direção”.

Veja também: Como divulgar minha empresa


COMPREI UMA EMPRESA E NÃO QUERO MANTER A MARCA ANTERIOR

Por outro lado, existem empresas que possuem alguns deslizes registrados na sua história e sua reputação não é das melhores. Nestas situações é aconselhado transformar o negócio em todos os aspectos, e, logicamente, alterar a marca. Se o novo empresário não quiser que os consumidores assimilem o negócio aos erros do passado, uma nova marca é uma estratégia muito promissora. Sendo assim, havendo mudança de marca também haverá mudança de letreiro. Ao mudar o letreiro a empresa já terá uma nova identidade e transmitirá a ideia ao cliente tornando desnecessária a faixa “sob nova direção”.



EM QUAL SITUAÇÃO É INDICADO PENDURAR A FAIXA ?

Nunca! A resposta é curta e simples. Ao comprar uma empresa, se a marca for mantida, não há motivo para comunicar que o negócio foi comprado ou vendido. Se a marca não for mantida, a nova marca já cumprirá essa tarefa de comunicar que tudo mudou. É preciso deixar claro que a marca é apenas a exteriorização da alma de uma empresa e que essa essência é muito maior do que um mero letreiro. A alma é construída com trabalho, tempo, estratégia, modelo de gestão, mix de produtos e uma infinidade de outros pontos. Mas, isso é assunto para outro dia.



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Empreendedorismo, Franquias, Gestão
Franquia não é um emprego: esse é um alerta importante no universo do franchise que deveria estar consolidado na mente dos empreendedores de plantão. Uma franquia é apenas um modelo de expansão de determinado negócio, visando replicar um modelo testado e que deu certo. Mas, o fato de ter dado certo não indica que dará certo em todas as circunstâncias. Existem fatores que devem ser levados em conta ao empreender, em todos os formatos de negócios, sejam eles franquias ou não. De acordo com estatísticas do mercado nacional, 23% das empresas fecham as portas em até dois anos de funcionamento. Quando consideramos os números do setor de franquias, essa taxa de mortalidade cai para menos de 10%. Isso indica que optar por uma franquia pode ser uma decisão mais segura, mas também não é garantia de sucesso.Antes de abrir uma empresa, muitos brasileiros se concentram no planejamento do negócio e se esquecem do próprio planejamento pessoal. No segmento de franquias, esse ponto é ainda mais grave, pois as franquias tendem a contemplar investimentos maiores em troca de fornecer um modelo mais seguro ao empresário. Portanto, se o investidor não se planejar corretamente para injetar os recursos na empresa, poderá começar com o pé esquerdo e não conseguir reverter a situação. Neste aspecto, podemos considerar, além do capital de implantação, o planejamento da renda da família durante a fase de maturação e as reservas de capital para aportar em função dos prejuízos nos meses iniciais. Esses dois desembolsos costumam chegar a até 20% do investimento inicial. Vencida esta etapa, inicia-se a escolha da franquia. Os dois filtros principais deste processo são o valor total de investimento e o ramo de atividade da franquia. Primeiramente, é preciso limitar o investimento à verba do investidor e não se esquecer de considerar as despesas extras. Em seguida, basta escolher os segmentos que tem maior afinidade com o seu perfil. Quando o assunto é franquia, não dá pra viver de oportunidades. Como já dito, a franquia não é emprego, mas sim, um empreendimento, portanto, precisa de gestão. Gerir algo que conhecemos e dominamos aumenta significativamente a chance de sucesso. Não adianta buscar numa conveniência de investimento numa franquia de sorvetes se a aptidão do empreendedor é com o mercado de moda. O ideal é alinhar o interesse, habilidade, conhecimento e gestão. Por último, depois de cuidar das finanças familiares, criar uma reserva para as despesas complementares do negócio, limitar a faixa de investimento e escolher o ramo do negócio, basta escolher a marca! Parece simples, mas não é. Antes de entregar todas as suas economias a um franqueador, investigue-o intensamente. Algumas verificações básicas são tempo de mercado, quantidade de lojas abertas e qualidade do produto ofertado. Aprofundando um pouco mais, verifique como é o suporte ao franqueado, como funcionam os treinamentos, se há acompanhamento financeiro e como é a gestão do fundo de propaganda. Por fim, tire a prova final: entre em contato com pelo menos três franqueados da marca e pergunte se eles estão satisfeitos, se obtêm resultados e se o recomendam investir na marca. Cuidado com opiniões destoantes, faça uma pesquisa sincera e sensata e boa sorte! 
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Empreendedorismo, Gestão
Toda micro e pequena empresa trabalha com orçamento limitado, portanto, um gerenciamento de custos eficiente pode aumentar significativamente a lucratividade do negócio. É importante, antes de tratar as despesas, o empresário ter em mente qual o lucro desejado na operação e qual a expectativa de receita mensal. Para definir isso, ele pode buscar referências do setor e uni-las às suas percepções práticas. Após o lucro desejado ser definido, o ideal é centralizar todos os registros de entradas e saídas financeiras da empresa em um software, uma planilha digital ou até mesmo em um caderno.

É importante controlar e conferir o saldo de caixa para garantir que todos lançamentos foram computados. Ao lançar as saídas, uma dica muito útil é classificar cada despesa, agrupando-as em categorias. Esse tipo de agrupamento é chamado de “plano de contas”, e, ao contrário do que pensa a maioria dos empresários, quanto menor a quantidade de categorias, mais fácil se torna a análise.

Os planos de conta extensos são confusos, dificultam interpretações rápidas e ainda geram dúvidas ao classificar. Podemos até deixar aqui um exemplo de plano de contas resumido, com apenas 7 categorias, que pode ser utilizado por um pequeno comércio e auxiliar em seu gerenciamento de custo:

– Produtos para revenda
– Impostos sobre venda
– Custo de Ocupação
– Serviços Mensais
– Salários e Encargos
– Despesas Diversas
– Investimentos


Em seguida, devemos criar metas de custo para uma das categorias. Para definir essas metas, é preciso iniciar as classificações, construir um histórico de um ou dois meses, analisar o comportamento de cada categoria e com esta base, definir as novas metas. Cabe ressaltar que a ação de reduzir custos não funciona quando é realizada de forma desorganizada. Primeiro, deve-se identificar o que precisa ser reduzido e quanto será reduzido. Por exemplo, “não adianta reduzir o gasto com telefone, quando não há problemas com a conta de telefone”. Reduções de custos desprogramadas podem comprometer processos internos e até afetar a qualidade oferecida ao cliente, portanto, é preciso ter critérios no gerenciamento de custos. Por fim, é importante ficar claro que são os custos que precisam se adequar às receitas e não o inverso.
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Empreendedorismo, Gestão pessoal

Os podcasts são perfeitos para inspirar e ensinar sobre qualquer assunto. E porque não adquirir mais conhecimento com notícias de empreendedorismo enquanto você está no trânsito, na academia, tomando um café, ou fazendo qualquer tipo de atividade que não vai tirar sua concentração?

É como se fosse um programa de rádio com conteúdo sob demanda. Você pode ouvir o que quiser, na hora que bem entender. Dá pra escutar os episódios diretamente do seu computador, ou baixar aplicativos no celular para ter acesso a todas às plataformas.

Confira as três dicas de podcasts sobre empreendedorismo e negócios que trouxemos pra vocês:


1- DIRETO DAS TRINCHEIRAS

Esse podcast é apresentado elo Ricardo Jordão Magalhães e tem assuntos relacionados com vendas, marketing, liderança, empreendedorismo e e-commerce. Os insights são práticos e podem ser aplicados facilmente.

Escute aqui  o podcast ou baixe no seu agregador.


2- MAN IN THE ARENA

Quando o assunto é podcast sobre empreendedorismo, Man in the arena é uma referência um podcast de entrevistas, onde três empreendedores (Miguel Cavalcanti, CEO e Founder da AgroTalento; Leo Kuba, CEO e Founder da Inkuba; e In Hsieh, Co-Founder da CBIPA) levam um convidado para falar sobre a experiência e crescimento do seu negócio, como por exemplo: Gui Telles (Uber), Cristiane Correa (autora do livro Sonho Grande) e Tiago Yonamine (Trampos.co). Além disso eles também dão indicações de livro e conselhos de gestão. O último episódio é de 2016, mas os ensinamentos ainda são atuais.

 

3- B9

Essa dica é dois em um. No portal do B9 existe mais que um podcast, e nós indicamos aqui o Braincast e o Código Aberto. O primeiro tem o foco mais voltado para a criatividade, tecnologia, cultura e negócios. Já o segundo possui episódios que falam sobre o futuro das mídias e das tecnologias. Com certeza da pra ficar por dentro de notícias sobre empreendedorismo acompanhando esses dois Podcasts.

Além dessas três dicas, você pode encontrar nessa plataforma outros podcasts sobre negócios que te interesse.



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Ser esforçado vale mais que ser inteligente
Principais dúvidas ao iniciar um negócio próprio

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Empreendedorismo, Gestão pessoal

Por mais que a empresa vá muito bem, com um crescimento bom e com boas contratações de clientes, será que ela não precisa de algo mais?

Geralmente o momento de parar, e aproveitar o que está sendo feito, é desvalorizado e enxergado como perda de tempo, tempo esse que poderia ser utilizado para tratar “problemas reais”.

O empreendedor não para nunca. Ele sempre tem algo para melhorar ou para segurar as pontas. Uma hora é crise, outra hora é a necessidade de uma inovação na empresa, que desgasta e acaba “comendo” o tempo dele.

E sem contar toda a dedicação com a empresa, ainda existem os desgastes pessoais, porque afinal, ninguém para de viver quando está tocando um negócio. “Não pode parar” é a frase que vem a cabeça sempre, mas já pensou que dar uma pausa pode ser necessário, nem que seja meia hora todo o dia?

Não adianta gerir o negócio e deixar de gerir a própria vida. Quando não tomamos conta de nós, a cabeça não funciona, e é sobre isso que o escritor Shirzad Chamine mostra em seu bestseller, Inteligência Positiva. Sua visão sobre a meditação é a partir de uma perspectiva científica e, segundo sua teoria, nós sabotamos a nossa mente, e isso nos impede de encontrar alternativas para crescer.

A nossa mente pode nos ajudar a pensar em saídas para situações difíceis, mas ela também pode nos sabotar, trazendo inseguranças e julgamentos, e assim, nos impedindo de arriscar e crescer, quando necessário.

É preciso exercitar a mente, como um músculo, para mudar a forma de pensar. E além disso, o autoconhecimento trás diversas vantagens para a elaboração de ideias e para a produtividade. O estado que a meditação proporciona faz com que a percepção dos dias mude. Assim a empresa continua com um crescimento alto, mas com um novo significado à passagem do tempo.

Esse exercício diário estimula a criatividade e o otimismo, o que também nos guia para soluções. O bem-estar contribui na solução de problemas, e o melhor de tudo: auxilia a se aproximar da felicidade. A preocupação com o resultado, com o final do processo, não podeedor está tendo.

Sempre existe a possibilidade de crescer e melhorar seu negócio, e ter uma vida mais equilibrada auxilia nesse e nos demais meios. E é claro que a meditação não vai ser dominada logo no primeiro dia. É todo um processo de criar um hábito que trará resultados positivos para o corpo, a mente, e a empresa.

Equilíbrio é o exercício de extrairmos a felicidade de cada hora do nosso dia. Em uma refeição eu posso gastar 20 minutos apreciando cada momento, o sabor, a textura do alimento. E é dessa forma que desenvolvemos um olhar diferente sobre o tempo que gastamos.

Com essa visão de equilíbrio, o empreendedor pode gastar 14 horas do dia com seu negócio, mas estando presente mental e emocionalmente nessas 14 horas. Para que o tempo flua com algo que te faça feliz.

Assim, continuamos a trajetória que leva nossas empresas a serem cada dia mais relevantes para o mundo, sem que a ansiedade e o stress cresçam na mesma velocidade.

Fonte: Endeavor

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Empreendedorismo
A Black Friday surgiu nos Estados Unidos, como uma estratégia organizada pelo varejo oferecendo descontos generosos e liquidação de estoque. Por lá, ela acontece um dia depois do feriado americano de Ação de Graças, um dos mais importantes do país.
 
No Brasil a Black Friday também ficou muito conhecida nos últimos anos, e é uma ótima oportunidade para sua empresa fechar 2018 com chave de ouro e alavancar as vendas no último mês do ano. Mesmo as empresas que ainda não se programaram para a data (que acontece em breve, no dia 23 de novembro), ainda há tempo de executar algumas ações para o aumento de vendas. E algumas estratégias fazem toda a diferença na hora de conquistar os consumidores. Aqui, separamos algumas das melhores estratégias da Black Friday para utilizar na sua loja física ou online:
 
1. Ofertas + desconto à vista
Em 2013, o Submarino foi um pouco além do desconto e ofereceu uma condição especial para quem fizesse o pagamento à vista. Todo o site estava com 12% de desconto para pagamento em uma única vez. Isso além dos produtos que chegavam aos 80% de desconto.
 
Esta é uma tática simples, que você provavelmente emprega no seu e-commerce, no dia a dia, mas que pode acabar sendo esquecida durante a Black Friday.
 
2. Compre agora e volte no Natal
Muitos consumidores aproveitam os baixos preços da Black Friday para adiantar suas compras de Natal. O resultado disso são alguns empreendedores insatisfeitos com a possível baixa de vendas em dezembro.
 
Para não sofrer com isso, a Americanas lançou uma promoção em que os clientes que fizessem compras na Black Friday teriam um desconto de 10% em seu próximo pedido, que seria, provavelmente, no Natal.
 
Essa é uma maneira interessante de fidelizar o cliente e elevar um pouco mais o faturamento de dezembro.
 
3. Black Friday em dezembro
Também, para não deixar a Black Friday “ofuscar” o Natal, a World Tennis apostou em uma Black Friday em dezembro. A marca promete comercializar alguns produtos com os mesmos preços que foram praticados na sexta-feira de promoções.
 
Essa é uma ótima saída para liquidar de uma vez produtos que tenham encalhado no estoque e se diferenciar dos seus concorrentes.
 
4. E-commerce: faça anúncios de retargeting
Nem todo cliente clica em um anúncio e realiza a compra de primeira. Mas anunciar novamente pode fazer o seu consumidor relembrar a sua oferta e partir para a ação de compra.
 
Na Black Friday, essa técnica é uma carta na manga, pois você pode divulgar os produtos de maior interesse com uma grande porcentagem de desconto, atraindo o interesse das pessoas.

Por fim, aproveite a data para gerar mais visibilidade e engajamento da sua empresa com o público. Estar inserido em datas comerciais importantes como esta, faz toda a diferença na maneira como as pessoas enxergam a sua marca.
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Empreendedorismo, Gestão pessoal

O que deve crescer primeiro: a empresa ou o empreendedor? A maioria das pessoas diria “a empresa, claro”. Mas o ideal é que aconteça um equilíbrio: empresa e empreendedor crescendo juntos, na mesma velocidade. À medida que o negócio se expande, o empreendedor, para acompanhar esse ritmo, precisa mudar a sua rotina.

Da forma com que ele interage com funcionários às tecnologias que dão suporte ao crescimento do negócio, tudo vai mudando. Isso implica adaptar-se para atender às necessidades do negócio em seus diferentes estágios. Assim, o empreendedor precisa saber como evoluir na mesma sintonia da empresa, passando de executor a gestor, de gestor a líder, e de líder a coach de outros líderes.

“Ninguém chega lá sozinho” é uma das frases mais famosas do ecossistema empreendedor. Ela vale ainda mais no estágio inicial do negócio, quando o empreendedor é mais executor e o crescimento começa a acontecer. Nesse momento, muita gente adota a filosofia do “eu mesmo resolvo”. Mas simplesmente não dá. Não é possível fazer tudo sozinho. Criar um negócio maior do que você mesmo significa também trazer mais pessoas para o seu lado — e dar a elas espaço para agir com autonomia. Em dado momento, será preciso trazer uma, duas, três, vinte novas pessoas. Nessa hora, o delegar será mais importante do que o “sair fazendo”.

As famosas três perguntas de Peter Drucker devem nortear esse momento:

O que estou fazendo e não precisa ser feito?
O que estou fazendo e poderia ser feito por outra pessoa?
O que estou fazendo e só eu mesmo posso fazer?
De gestor a líder, ou “gestor de gestores”
Um segundo momento crítico do desenvolvimento de uma empresa — e de seu empreendedor — é quando a equipe cresce de modo a formarem-se times de áreas diferentes. Cada departamento tem dois ou três funcionários, e o empreendedor já não consegue dar conta da gestão de tudo isso. Ou seja, ele precisa tornar-se gestor de gestores: liderar quem chega para tocar essas áreas.

É uma etapa difícil, pois implica descentralização, processo que costuma ser doloroso. Não se trata de simples desapego, mas de entender que, num dado momento, o empreendedor pode julgar que é hora de buscar novos desafios, sendo necessário que ele não esteja mais tão próximo da operação. Por isso, a pergunta determinante deste momento é:

Se você tivesse que se afastar da sua empresa hoje, ela sobreviveria?
O crescimento é o objetivo de uma empresa, essa fase é parada obrigatória. E existem indícios de que é chegado o momento de passar da gestão à liderança, aprimorando-se como gestor de gestores:

O empreendedor costuma entrar o tempo todo nas decisões, o que diminui a autoridade de outras potenciais lideranças;
Todas as decisões críticas dependem exclusivamente do empreendedor;
A equipe é formada por pessoas pouco questionadoras, que praticamente executam e não propõem.
Entre a constatação desses indícios e a saída do empreendedor da linha de frente que toca o negócio, leva algum tempo. Há casos em que o processo chega a durar um ano. Mas existem exemplos que mostram o caminho das pedras. A Contabilizei é um deles.

Líderes são os guardiões da cultura. E para tudo isso acontecer, o empreendedor, como líder, deve ser o primeiro guardião da cultura da empresa. Ele deve, obrigatoriamente, ter a visão da companhia na ponta da língua e também no coração, praticando-a no dia a dia, de modo a transmiti-las sempre para seus liderados.

Com o crescimento do negócio, chegará a etapa em que o empreendedor terá que se dedicar a construir confiança com seus liderados. Cercado de líderes funcionais — ou seja, especialistas em suas funções –, ele deverá aprimorar suas habilidades de liderança e de relacionamento, conversando, ouvindo e ensinando. Também deverá aprimorar processos internos e a infraestrutura de tecnologia para que a cultura seja preservada.

Assim, é hora de manter o pensamento no alto nível, de marcar encontros com investidores, de desenvolver uma visão disruptiva, de participar de eventos que podem gerar conexões importantes ou até de visitar uma feira de tendências fora do país, por exemplo.

Nesta etapa, não só o comando do empreendedor já estará dividido, mas o seu pensamento também.

São líderes de negócio que participam da estratégia, tomam decisões de alto risco e garantem que a operação do dia a dia esteja alinhada com os objetivos estratégicos da empresa. Em resumo: o empreendedor precisa de mentores. Eles vão ajudá-lo a desenvolver-se emocionalmente para as dificuldades dos relacionamentos que surgirão, e também para a preservação da cultura organizacional neste momento.

O caso de André Street, da Stone, ilustra bem essa etapa. Para ele, o empreendedor deve ser o Chief Meaning Officer da empresa, aquele que dá significado ao negócio. E isso está intimamente ligado à capacidade de se comunicar. É a partir da combinação da cabeça de um com a cabeça do outro que nasce uma coisa nova. É o momento da descoberta de possibilidades diferentes.

De acordo com André, o empreendedor deve ser forte e saber fazer os ”chamados”: “Tentamos isso aqui… mas chega!” ou “Tenta mais uma vez, vai por esse lado, ou por aquele…”. E ele enfatiza: “a melhor comunicação é o exemplo”. Principalmente em termos de cultura, que, segundo ele, é construída na base daquilo em que o “empreendedor diz que acredita e o que tolera, dando os exemplos por meio das promoções e demissões”.

André recomenda que o empreendedor contrate outros empreendedores, capazes de transformar a realidade, pensar em coisas novas. Também orienta a dedicar tempo para estudar benchmarks para o time, olhar para coisas novas, “criar uma tropa de elite”.

No dia a dia, o empreendedor vai ser um grande juiz: vai decidir tirar alguém, vai determinar para qual direção estão indo e também pregar para todo o time o porquê vocês estão indo nessa direção. Mas isso certamente fortalecerá a cultura — com o objetivo de consolidar o crescimento da empresa.

Tanto para a empresa quanto para o empreendedor, o crescimento é um processo cheio de desafios. Mas é da superação deles que resulta no real valor do negócio, bem como do desenvolvimento pessoal de quem se arrisca no ecossistema.

Fonte: Endeavor

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Empreendedorismo
“O cinema é um bom meio de descrever os comportamentos humanos, organizacionais, as tomadas de decisão, a comunicação, a liderança e tudo que tem relação com um tema específico.”

Confira nossos 10 melhores filmes para empreendedores:


1. The King’s Speech (2010) – O Discurso do Rei



O terapeuta Lionel Logue, passa para o rei a técnica e “truques” de como ou que falar, mais que isso passa confiança, mostra a postura ideal de uma pessoa pública e até a escolha das palavras na hora de um discurso.
  • O filme mostra a cumplicidade da amizade entre um terapeuta nada convencional e o Duque de York (que se tornaria o futuro Rei George VI).

George VI (Colin Firth), conhecido como Berty, assume, a contragosto, o trono de rei da Inglaterra quando seu irmão, Edward (Guy Pearce), abdica do posto em 1936. Despreparado, o novo rei pede o auxílio de um especialista em discursos, Lionel Logue (Geoffrey Rush), para superar seu nervosismo e gagueira. Com o tempo, tornam-se amigos.



2. The Social Network (2010) – A Rede Social


Amigos são amigos, negócios à parte.

Ele pode ser o mais jovem bilionário do mundo, mas o fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg não chegou onde ele está sem fazer alguns inimigos pelo caminho. De um dormitório de Harvard para o tribunal, o filme Rede Social (interpretado por Jesse Eisenberg) conta a história do Facebook, as provações e triunfos, e como ele constrói a rede social para o império de bilhões de dólares.

A saga vem com um aviso importante aos jovens empresários sobre a facilidade com fama e fortuna podem prejudicar as relações pessoais.



3. Up in the Air (2009) – Amor sem escalas


O protagonista do filme, George Clooney representa a geração que se defende muito bem com as mudanças tecnológicas e consegue se sustentar. Além dos conflitos de comunicação.

Ryan Bingham (George Clooney) é um consultor que tem a tarefa de demitir funcionários para cortar os gastos das empresas. Quando não está no trabalho, gosta de passar o tempo em quartos de hotéis pouco conhecidos e cabines de vôos. Com uma carta de demissão na mesa de seu chefe e a promessa de trabalho em uma misteriosa firma de consultoria, Bingham está perto de conquistar seu principal objetivo: conseguir dez milhões de milhas como passageiro.



4. In the Pursuit of Happiness (2006) – À procura da Felicidade

A boa ética no trabalho tem um longo caminho.

Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade para conseguir um emprego melhor que lhe dê um salário mais digno, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos, estações de trem, banheiros e onde quer que consigam um refúgio à noite, mantendo a esperança de que dias melhores virão.

Apesar dos problemas, Chris continua a honrar seu compromisso como um pai amoroso e afetuoso, usando a afeição e a confiança que seu filho depositou nele para superar os obstáculos que encontra.



5. The Aviator (2004) – O Aviador

Não tenha medo do “cara grande”.

O filme vencedor do Oscar mostra a carreira de 20 anos do lendário Howard Hughes (Leonardo DiCaprio), como ele deixa de ser um diretor de cinema Hollywood perfeccionista para um piloto de avião inovador e proprietário de uma companhia aérea. O filme mostra como Hughes assume a Trans World Airlines e tenta competir com a grande e ruim, Pan American Airlines. A estrada é longa e a luta contra a Pan Am. é dura, mas Hughes nunca desiste. E, embora eventualmente Hughes no filme sofria de paranóia e fobias debilitantes, pelo menos faz um breve retorno no final.

A lição deste filme e a história de empreendedor é esta: Nunca tenha medo de assumir uma empresa maior do que a sua.



6. Pirates of Silicon Valley (1999) – Os Piratas do Vale do Silício

A concorrência é boa nos negócios.

Quando a revolução começou, ninguém poderia imaginar que ela começaria em dois lugares tão diferentes. De um lado estava Steve Jobs, que de sua garagem criou Apple e um dos computadores pessoais mais usados na atualidade, e Bill Gates, o criador da Microsoft e do Windows, que tirou suas idéias de conversas noturnas em seu dormitório da faculdade. Ambos mudaram o jeito de encarar a informática, criando sistemas tão simples e abrangentes, para trabalhar, viver e se comunicar. Mas essa não foi uma revolução fácil e nem honesta. Conheça os bastidores da história desses dois homens, que usaram todos os tipos de golpes e armas para ganhar essa revolução. Com Noah Wyle (de Plantão Médico) e Anthony Michael Hall (de O Clube dos Cinco).

O filme é uma ficção, que se traduz uma intensa rivalidade entre dois homens de negócios, e como eles alimentam constantemente a rivalidade.

Considerando que o verdadeiro Steve Jobs e Bill Gates estão agora no topo, o filme mostra (pelo menos um) ponto: Quando você está apenas começando, um pouco de competição nunca fez mal a ninguém.



7. Jerry Maguire (1996)


Manter o seu valor.

Jerry Maguire (Tom Cruise) é um agente esportivo bem-sucedido no ramo, mas numa noite escreve uma declaração de 25 páginas que sugere que os agentes tenham menos clientes e passem a usar um tratamento mais humano para com eles. Este fato provoca sua demissão em um curto espaço de tempo e ele começa a perder de uma só vez todos os seus clientes, sendo obrigado a concentrar toda a sua energia e potencial em seu único cliente, um temperamental jogador negro de futebol americano (Cuba Gooding Jr.).

O filme nos lembra que começar um negócio nunca é fácil, mas fazer o que você acredita é sempre a escolha certa. No final, ele está mais feliz e mais bem sucedido do que nunca.



8. Wall Street (1987)

Este clássico não poderia deixar de fazer parte de nossa lista de melhores filmes sobre empreendedorismo. Nessa visão envolvente dos bastidores do mundo empresarial em 1980, um jovem e ambicioso corretor (Sheen) é atraído pelo mundo ilegal e altamente lucrativo da espionagem empresarial ao ser seduzido pelo poder, status e magia financeira da lenda de wall Street, Gordon Gekko (Douglas). Mas ele logo descobre que a riqueza adquirida da noite para o dia tem um preço muito alto. Daryl Hannah e Martin Sheen co-estrelam essa história de impressionante visão moral sobre o sonho americano que deu errado.

Wall Street tem uma forte mensagem moral: a riqueza adquirida da noite para o dia tem um preço muito alto e que a ganância vem quase sempre no caminho do verdadeiro sucesso



9. Gandhi (1982)

GANDHI não foi um monarca de nações, nem tinha dons científicos. Apesar de pequeno, este homem modesto fez o que nenhum outro homem conseguiu antes. Ele liderou um país inteiro à liberdade – ele deu esperança a seu povo. A história de GANDHI, o homem do século é contada neste filme emocionante e inesquecível. Depois de consumir 20 anos para ser concluída, esta obra-prima ganhou 9 Oscar em 1983, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Ator. Com primorosos detalhes, a vida de GANDHI seus princípios e ideais explodem nas telas em cenas impressionantes, como o terrível massacre em Amristar, onde os ingleses atingiram 15 mil homens, mulheres e crianças desarmados e a dramática marcha até o mar na qual GHANDHI liderou milhares de seus conterrâneos indianos a provar que o sal marinho pertencia a todos e não era apenas uma mercadoria britânica.

Um filme onde pode-se tirar grandes lições de liderança



10. Citizen Kane (1941) – Cidadão Kane

Um filme que está entre os melhores da história.

A ascensão de um mito da imprensa americana, de garoto pobre no interior a magnata de um império dos meios de comunicação. Associa a solidão e o sucesso profissional. Inspirado na vida do milionário William Randolph Hearst.

Fonte: jornaldoempreendedor.com.br



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Empreendedorismo

Com unidades em Porto Alegre, Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Salvador, Brasília e Miami, o Paris 6 é conhecido como um restaurante inovador, e este será o empreendimento que usaremos de exemplo aqui hoje.

Desde o nascimento, o Paris 6 representou uma série de vanguardas no segmento da gastronomia, tanto em controles quanto na busca de atendimento ao cliente na casa e ao público fora dela. A ideia inicial era montar um café que funcionasse 24 horas por dia, mas ele acabou se transformando em um dos restaurantes mais badalados de São Paulo, com enormes filas de espera e presença constante de famosos.


Quais são os principais pontos que um restaurante deve ter para se diferenciar?

Para uma empresa se diferenciar no mercado, ela precisa ter alma, DNA, autenticidade e personalidade. Este é um conceito seguido à risca no Paris 6, e isso fica muito claro quando um cliente vê um elemento do Paris 6 e identifica o todo pela parte. A partir do momento em que você consegue fazer uma parte lembrar o todo, você pode dizer que está construindo uma marca de sucesso.

Para quem quer abrir um negócio na área de alimentação, é importante ressaltar algumas atitudes que podem fazer completa diferença no sucesso do seu negócio.

Em qualquer segmento, o primeiro passo é entender o quanto você consegue focar, a capacidade de extensão desse foco e, assim, definir o seu tamanho. Ele não pode ser acima e também não pode ser abaixo do seu potencial. Entender o seu potencial e desenvolver o negócio que seja à altura dele sempre.

Mas é claro que, no caminho, aparecerão algumas dificuldades. E Isaac Azar, proprietário do Paris 6, conversou com o Jornal de Negócios e esclareceu alguns pontos sobre a rede:



Dificuldades:

“A primeira dificuldade é que, para ser dono de um negócio estabelecido na rua, no Brasil, existe a questão da segurança. É por isso, decidimos abrir lojas fora de São Paulo e Rio de Janeiro que fossem dentro de shopping centers. Até em São Paulo já começamos a adotar essa medida de abertura. É uma maneira de preservar a segurança do cliente e da nossa equipe.”

Outra dificuldade para um negócio pode ser conseguir atender às diferentes cargas tributárias, mantendo os mesmos preços e as mesmas condições em todas as casas.


Brasil vs. EUA:

Dizer que no Brasil é mais difícil e nos Estados Unidos é mais fácil é um mito. Cada país tem suas dificuldades. O importante é aprender como lidar e superar essas dificuldades.


Plano de expansão:

O primeiro plano é solidificar nas praças em que já temos casas em funcionamento. Em paralelo iremos buscar aberturas de mercados próximos a essas praças. Caso não estiverem tão próximos assim, buscaremos regiões onde exista uma grande adesão à marca Paris 6. Por exemplo, iremos abrir em Curitiba, pois sabemos que a marca é forte por lá. Foi assim que fizemos em Brasília e hoje é um retumbante sucesso.


Marketing eficaz:

É o próprio segredo do Paris 6, que posso resumir em duas palavras: foco e determinação. Hoje somos uma das redes mais focadas do mercado e uma das que mais têm determinação. Comparativamente, posso colocar lado a lado marcas como Coca-Cola, McDonald’s e outras que se preocupam com o valor da sua marca e com que ela seja identificada. Você reconhece a marca de longe.


Redes sociais:

O acompanhamento das redes sociais é muito importante. Diria que é fundamental a atenção aos usuários dentro delas. O Paris 6 conta com mais de um milhão de pessoas em todas as nossas redes sociais. Entendemos como é importante acompanhar de perto as opiniões de cada um dos usuários que postam ali os seus comentários.

Fonte: Exame.

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Empreendedorismo

Se você jogar no Google “empreendedores que chegaram perto de falir”, vai se assustar com os nomes conhecidos que aparecerão. Os motivos são os mais diversos.

O CB Insights fez uma pesquisa com 101 startups que não deram certo e listou as 20 principais razões, como ter um produto/serviço que não resolve problemas reais do mercado ou não ter um time bem estruturado.

O ponto é: fracassar é mais comum do que falam por aí.

Empreender é uma empreitada de risco em que você está o tempo todo testando coisas. Inevitavelmente, você vai errar.
São várias jornadas até o empreendedor dominar um desafio, uma competência, um mercado. E é comum haver várias tentativas até acertar. Ofli Guimarães, Empreendedor Endeavor do Méliuz, por exemplo, teve 8 negócios até dar certo.

A Techcrunch tem um relatório sobre startups que se tornaram “unicórnios” e que mostra que quase 80% delas têm um cofundador que já teve algum negócio anterior.

“O que você faz depois de errar é o que separa o empreendedor da pessoa comum”, disse Bruno Balbinot, da AMBAR, em um painel do Scale-Up Summit. Para ele (e para muitos outros empreendedores), o erro é parte do processo evolutivo e você tem que usá-lo a seu favor.

E… o que você faz quando dá errado?
Em vez de ficar com aquela sensação de “eu não fui capaz”, tente ver o que você aprendeu e o que faria de diferente.

Diante de uma tomada de decisão que tenha dado errado, Fábio Di Giacomo, mentor Endeavor da Um%, provoca:

Quais foram seus pontos fortes? O que você fez que foi muito bom, independente do resultado alcançado?
Se você tivesse a oportunidade de viver esse momento novamente, o que faria de diferente?
O que você aprendeu com todo o processo?
Você acaba aprendendo uma forma que não funciona e fica cada vez mais próximo de uma que funcione.

O que todos os empreendedores que conhecemos que precisaram dar a volta por cima nos contam é: o importante é não cometer os mesmos erros de novo.

Fonte: RD Station

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Empreendedorismo

A Geração Z é definida por pessoas que nasceram entre 1998 e 2010 e, são conhecidas por ser a primeira geração “inteiramente digital” – isso porque já nasceram com o celular na mão e cresceram num mundo conectado – e são também conhecidos como “nativos digitais”. Sempre antenados à tecnologia, são usuários assíduos das redes sociais e consumem conteúdos online diariamente, em diferentes plataformas e, como é de se esperar, também têm expectativas mais altas que as das gerações passadas.

Mas você sabe como sua marca deve se comportar diante dos hábitos de consumo da Geração Z? Bom, um ótimo primeiro passo é entender as necessidades dessa geração e iniciar um relacionamento com ela para, assim, aumentar suas chances de sucesso nos anos que ainda estão por vir. Isso porque, até 2020, a geração dos nativos digitais representará 40% dos consumidores do mundo (dados da Fast Company), e segundo estudos da IBM, já possuem 44 bilhões de dólares em poder de compra – número que só tende a crescer conforme ficarem mais velhos e conquistarem autonomia financeira. Além disso, hoje eles já são responsáveis por influenciar em até 93% do planejamento financeiro da família.

Como os canais preferidos desse público são as redes sociais, eles já são acostumados a procurar tudo pelas redes – às vezes antes mesmo de recorrer ao Google. Procuram se relacionar com as marcas e empresas de forma integrada, não importando o canal, o que significa que já esperam ser atendidos por uma mesma marca através do Instagram, Facebook ou loja online, em uma experiência fluida e facilitada. Outro ponto importante é que, antes de qualquer compra, eles avaliam as críticas online, e varrem as mídias sociais em busca do feedback de outras pessoas. Por isso as empresas devem se atentar e investir em mais recursos para gerenciar e influenciar as opiniões – e possíveis feedbacks negativos – online, de modo que a empresa tenha visibilidade, criando consciência de marca e um relacionamento próximo com os clientes. Mas não se esqueça: a chave para estar próximo a este público é o relacionamento, e é a maneira como eles se sentem valorizados por cada marca que pode influenciar na decisão de compra.

GPME Expansão e Estruturação de Negócios.

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Empreendedorismo

Como consultor de empresas, tenho percebido certa obsessão dos empresários por “organização”. Alguns querem se organizar para crescer, outros querem se organizar para dar um passo importante e, outros, simplesmente para se tornarem mais organizados. Mas, será que eles não estão se esquecendo de algo?

Na maioria das vezes, ser mais organizado não significa ser mais lucrativo. Na verdade, em muitos casos, o excesso de controles acaba onerando a empresa com a demanda por mão de obra adicional, licenças de software, aumento de burocracia, atrasos no processo, etc.

Aqui na GPME, acreditamos que “mais vale uma bagunça lucrativa do que um prejuízo organizado”. Isso não significa que as informações básicas não precisem ser registradas e analisadas. Ter domínio sobre as contas a pagar e as contas a receber é obrigação de qualquer negócio, de qualquer ramo. Até mesmo por questões legais, existem vários registros que precisam ser executados e documentados.

No entanto, investir tempo e dinheiro em ferramentas de controle interno só é aconselhável quando há oportunidades de ganhos maiores que os custos despendidos. O grande segredo é identificar qual o ponto mais frágil da sua empresa. É ali que mora o perigo e é ali que devemos mirar.

Se uma empresa do ramo varejista comercializa milhares de itens, é imprescindível que se invista em instrumentos de controle de estoque para reduzir desvios e perdas. Se um e-commerce atende a centenas de clientes mensalmente, um sistema CRM (Customer Relationship Management) é essencial para conhecer melhor o perfil de cada um desses clientes, garantindo uma recompra mais eficiente. Se um prestador de serviços executa dezenas de projetos simultâneos, talvez um software especializado em gerenciamento de projetos possa evitar erros de execução, aumentar a qualidade dos serviços e permitir uma ampliação da capacidade de atendimento da empresa.

É importante esclarecer que, nem sempre, a implantação de um novo controle requer investimento. Além de existirem aplicativos gratuitos na internet, há várias opções de ferramentas manuais para aprimorar registros e aumentar a lucratividade do seu negócio.

Enfim, encontre o problema antes de procurar a solução e lembre-se: as soluções mais caras não são necessariamente as mais eficazes.

Anibal Maini é consultor e fundador da GPME Expansão e Estruturação de Negócios.
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Empreendedorismo

Esta é uma dúvida muito comum entre investidores, empresários e empreendedores, quando há a possibilidade de expandir seus negócios: focar ou diversificar?

Primeiramente, precisaremos entender o conceito de risco e retorno. De forma bem simples, o retorno é o ganho conquistado, ou seja, o lucro gerado por determinado investimento. O risco é a possibilidade de não ganhar, ou, até de perder alguma fatia desse investimento. Portanto, quanto maior o risco, maior será o retorno, e, segundo os princípios básicos da administração financeira, o investimento bem sucedido é aquele que consegue encontrar o contrapeso ideal entre risco e retorno. Diversificar é isso, buscar esse equilíbrio. Mas, a diversificação é mesmo uma fórmula de sucesso?

Na GPME, somos defensores de uma filosofia própria, que diz o seguinte: “invista naquilo que você realmente é bom”. As suas habilidades têm que ser levadas em conta no momento de escolher onde aplicar seus recursos. A diversificação busca a média, e, quem aspira à média, estará sempre mais longe de realizar algo grandioso.

Se você é dono de um minimercado, invista na ampliação da sua loja, abra filiais para atingir novos territórios e garanta acesso a grandes marcas. Se você é conhecedor do mercado financeiro, invista em ações, fundos de investimento ou crie sua própria corretora de valores. Se você é um bom cozinheiro, pense em montar um restaurante, uma escola culinária, uma consultoria gastronômica ou se especialize para se tornar o chef de uma cozinha renomada.

Nem sempre a diversificação elimina os riscos. Ao buscar um novo ramo de negócio para diversificar risco e sazonalidade, lembre-se que você terá um longo caminho até adquirir as habilidades necessárias para se sobressair nesse novo segmento. E, enquanto estiver buscando essas aptidões, desviará seu foco do negócio principal, prejudicando seus resultados duramente conquistados.

Enfim, não seja um desesperado em busca de oportunidades. Foque naquilo que você acredita a as oportunidades aparecerão naturalmente. Faça bem feito, utilize sua força para tornar-se ainda mais forte.

Anibal Maini é consultor e fundador da GPME Expansão e Estruturação de Negócios.


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Empreendedorismo, Gestão pessoal

Você é inteligente ou esforçado? Daniel Schwartz, CEO do Burger King, adora fazer essa pergunta em entrevistas de emprego. E para ele existe uma única resposta certa.

“É surpreendente o número de pessoas que me dizem: ‘eu não preciso trabalhar duro, eu sou inteligente’. Sério? Humildade é importante”, disse Schwartz em entrevista ao The New York Times.

Antes de assumir o cargo mais alto da hierarquia do Burger King, o executivo que hoje também é responsável pela Restaurant Brands International – rede que gere o Burger King – teve uma rápida ascensão em empresas do setor financeiro. Schwartz acredita que o segredo está em se esforçar, e não apenas ser inteligente e que, se você quer mudar alguma coisa, você precisa estar no mercado e estar cara a cara com as pessoas. Não é questão de apenas pegar o telefone e dizer às pessoas que você precisa fazer diferente, é ir até lá e fazer. Se você realmente se dedica, esse é um grande investimento de tempo para você. As pessoas apreciam isso, e estarão mais abertas a te ouvir.

A genialidade está em se esforçar, e ser apenas inteligente não é o suficiente. Você precisa arregaçar as mangas e estudar possibilidades e agir. Porque sabemos que não existe substituto para o trabalho duro. É importante continuar a trabalhar para que seu hoje seja melhor que seu ontem. Fazer isso te fará crescer em qualquer campo ou área, porque, no fim das contas, sabemos que a alegria e satisfação de ter superado um desafio compensa todo o trabalho duro e qualquer cansaço e desgaste gerado pelo caminho percorrido

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