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Gestão
Se você se depara com situações que precisam daquele incentivo tecnológico durante sua rotina de trabalho, esta matéria pode ser útil para você.

Muitas vezes, tarefas deixam de ser realizadas, conhecimentos deixam de ser adquiridos e, nosso tempo acaba sendo gasto com atividades desnecessárias que poderiam ser evitadas ou simplificadas.

Diante da necessidade, por que não recorrer àquele que está sempre ao nosso lado -ou dentro de nosso bolso – o smartphone?

Neste guia nossa equipe reuniu os 10 melhores aplicativos de celular que vão auxiliar na produtividade e eficiência no dia a dia do empreendedor.

Gostou da ideia? Confira abaixo a lista selecionada e testada pela GPME.


Os 10 melhores apps de celular para empreendedores

  • Esens

    “Leia ou escute um livro por dia, sem pagar nada”


Ideal para quem gosta de livros, mas não consegue encaixar a leitura na rotina. Com o Esens o usuário tem resumos diários de livros em forma de áudio ou escrita, além de poder ler ou ouvir resumos em apenas 15 minutos por dia. Esens é um grande agregador para a vida do empreendedor e que não poderia faltar em nossa lista.


         “Quebre maus hábitos ou construa hábitos positivos”


O usuário pode selecionar quais hábitos deseja implantar e quais deseja tirar de sua rotina, além de sugerir novas práticas para seu melhor rendimento. O app conta ainda com ferramentas para a mensuração do seu progresso.


  • Waze:
    “Pegue a melhor rota em tempo real com a ajuda de outros motoristas”


O Waze é um aplicativo gratuito de informações de localizações e GPS. Além de apresentar uma melhor rota para o usuário, o app informa pontos de interesse, locais turísticos e estabelecimentos comerciais, conta ainda com alertas em tempo real, interface com mapa e orientação por voz.



  • BeerOrCoffee:

    “Faça mais negócios e trabalhe cada dia de um espaço de trabalho diferente”

Com centenas de empresas de coworkings parceiras, a proposta do BeerOrCoffee – soluções em Workspaces – é reunir em uma plataforma, estações de trabalho compartilhada de todo o Brasil. O app é ideal para empresas com atuação em várias cidades, e empresários que se deslocam com grande frequência.


  • Dropbox:

    “Armazene seus arquivos em nuvem”
 
O Dropbox segue o princípio do armazenamento em nuvem. Permite a integração de arquivos entre membros da mesma equipe. Sem dúvidas um grande facilitador para equipes e interação entre membros e o utilizado aqui na GPME.

“Organize a vida e depois vá desfrutar dela”
                 


A proposta do Todoist é organizar suas tarefas. O aplicativo funciona como um lembrete pessoal para o usuário. Sempre que você tiver uma tarefa pendente ou marcada para ser realizada, ele te dará um alerta para sua execução.

O app tira a preocupação de sempre acharmos que deixamos algo sem realizar. Um verdadeiro auxiliador para o empreendedor e sua rotina agitada.


       
  • Duolingo:

    “Aprenda um idioma com o Duolingo”

Referência em aprender um novo idioma através do celular, o Duolingo tem a proposta de ensinar o usuário de uma forma divertida, fugindo dos métodos tradicionais.

No app você tem a possibilidade de escolher qual idioma deseja aprender e seguir a jornada, avançando gradativamente nos níveis. Você pode realizar as tarefas do app ao longo do dia, de uma forma descontraída e efetiva.



  • Camscaner:

    “Aproveite a digitalização a qualquer momento”

A proposta do Camscanner é simples e eficiente, por isso, o motivo de estar em nossa lista. Basta posicionar o documento em frente à câmera e deixar o Camscanner fazer o trabalho. Os documentos são escaneados em formatos adequados para envio formal ao destinatário.


  • Trademap:

    “O mercado financeiro em seu bolso”


Se você possui ações na bolsa ou pensa em conhecer melhor o mercado financeiro, o Trademap é o nosso selecionado para te auxiliar. Nele você consegue acompanhar o movimento da bolsa de valores, escolher quais ações deseja acompanhar além de notificações e índices das empresas. Um app de alto padrão e que entrega o que promete de uma forma simples e eficiente. Assista acima um vídeo demostrativo das funcionalidades do app

  • Booking:

    “Facilite suas viagens e reservas”


Viaja com frequência e se depara com a dor de cabeça de buscar por hospedagens? No Booking o usuário consegue de maneira fácil reservar pousadas, hostels e hotéis em todo o mundo. Basta entrar no app, selecionar data, local e demais informações. Você pode filtrar também por preços e achar o que mais se enquadra no que precisa. 






 

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Gestão

Produto de qualidade, preço definido e objetivo traçado. E agora, como divulgar minha empresa?

Bom, se você já possui um negócio ou pensa em iniciar um, certamente passará por este questionamento. O fato é que em um tempo de extrema disputa mercadológica e diversificação nas formas de comunicação, ter apenas um bom produto não te trará os resultados e as expectativas que você deseja.

Mas calma! Isso não é motivo para buscar vender desesperadamente e divulgar seu negócio sem embasamento técnico. Sem uma estratégia coerente, seu produto será apenas mais um neste grande oceano chamado MERCADO.


Qual meio de divulgação adotar?

Podemos considerar que a loja física já é um meio de se apresentar a empresa. Um bom ponto comercial pode ser uma grande aposta na atração de clientes, porém, um alto fluxo de clientes passantes pode não significar vendas diretas e resultados garantidos.

O importante a ser priorizado na estratégia de divulgação de uma marca não é fazer com que ela seja vista pelo maior número de pessoas e no maior número de meios possíveis. No mercado atual, o objetivo é fazer com que sua marca e seu produto sejam vistas pelas pessoas certas. Isso leva o empreendedor a estudar onde, como e quando sua comunicação será realizada.


Se você possui uma empresa local, por que investir toda sua verba em uma propaganda de televisão com alcance nacional? Provavelmente, sua marca se tornará nacionalmente conhecida, mas quantos dos receptores desta mensagem serão realmente impactados e convertidos a clientes?

Em alguns casos, meios como rádio, internet, mala direta e até panfletos, têm um retorno mais relevante que grandes veículos como a TV, e, em alguns casos, realizam uma estratégia de divulgação mais vantajosa.

É muito importante estudar sua persona, conhecer suas dores e, principalmente, saber onde encontrá-la.


Onde está o cliente ideal do meu negócio?

Um ponto essencial ao traçar uma estratégia vitoriosa de divulgação de sua empresa é ter conhecimento sobre os meios de divulgação, selecionando aqueles têm maior potencial de impactar sua Persona. Diferente do público-alvo, com a criação da persona, a empresa possui um perfil mais específico de seu cliente, conhecendo suas dores, gostos e interesses.

No processo de divulgação de uma empresa, ser analítico quanto aos meios de divulgação e a adoção de uma linguagem adequada são fatores relevantes para o sucesso da promoção da sua marca. Com a elaboração da persona, a empresa pode direcionar uma linguagem própria que comunique naturalmente com seu cliente, criando uma relação de proximidade entre empresa e persona. Estude onde ela se encontra, os locais que ela frequenta, interesses, suas dores e como seu produto ou serviço pode sanar tais necessidades. Feito isso, está na hora de planejarmos onde comunicar com ela.

Se sua persona é um jovem com interesses relacionados à tecnologia, por que não apostar na utilização de uma comunicação mais forte via redes sociais e ferramentas de buscas? É importante lembrar que a mensuração da efetividade das estratégias e dos meios escolhidos são de extrema importância e que reajustes e exclusões são necessários para aumentar a efetividade.


Estratégia de divulgação da empresa: Mensurando os resultados


A resposta para “Como divulgar minha empresa” é: Depende. E o fator determinante é a mensuração. A divulgação de um negócio sem análise é algo incompleto, assim como cartas jogadas à mesa. É preciso estar atento à efetividade de cada uma destas cartas. Se foi realizado um planejamento de divulgação para um evento X da sua empresa, qual foi o ROI sobre os meios escolhidos? Se as expectativas foram abaixo do esperado se permita a realizar mudanças no processo: faça testes / opere mudanças / faça novos testes.

Caso perceba que o meio não é efetivo, exclua e implante investimentos naqueles que de fato trouxeram bons retornos. Perceba o que o processo de divulgação escolhido tem a lhe falar e não apenas invista seu orçamento em um meio, cruzando os dedos a espera de sua efetividade.



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Gestão
Vamos direto ao ponto! Toda empresa vende algum produto ou serviço, certo? Assim sendo, o produto que entregar maior satisfação total ao cliente, será o de maior sucesso de vendas. Ponto.

Mas como medir isso?

SATISFAÇÃO TOTAL DO CLIENTE


Todo produto possui um preço, um custo e um valor percebido. A satisfação total é o equilíbrio perfeito entre estas três variáveis.

Preço é a medida monetária de um produto. Um cachorro quente custa 5 reais, por exemplo.

Custo é o valor gasto pelo produtor para elaborar o produto. Este cachorro quente composto por pão, salsicha, mostarda e embalagem, teve um custo bruto de 2 reais. 

Até aí tudo bem, mas e o tal do “Valor”?

Valor é o conjunto de atributos e benefícios que este cachorro quente entregou ao seu consumidor. 
Desta forma, só há uma pessoa capaz de dizer o real valor deste produto: o cliente, o cara! Aqui é importante não confundirmos 2 conceitos: valor agregado e valor percebido.

VALOR AGREGADO X VALOR PERCEBIDO

Valor Agregado, como o próprio nome já diz, é tudo aquilo que agregamos ao produto, na tentativa de diferenciá-lo da concorrência.

Valor Percebido, são os atributos ou agregados, que o cliente realmente percebe como vantagem competitiva. 

Utilizando o exemplo do cachorro quente, fica a pergunta: O que o cliente valoriza no seu Produto? Será que investir em um pão e uma salsicha de maior qualidade, não seria mais inteligente do que inserir passas e ovo de codorna no seu cachorro quente?
Quem pode responder a pergunta? O Cara! E este cara não sou Eu!




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Empreendedorismo, Gestão

Você já deve ter se deparado com aquelas faixas de tecido branco estampando a famosa mensagem em caixa alta: “SOB NOVA DIREÇÃO” pendurada na fachada de estabelecimentos. Esta foi uma medida muito usada por comerciantes do século passado e que ainda sobrevive nos dias atuais. No entanto, existe uma incoerência enorme nesta prática.


COMPREI UMA EMPRESA. DEVO MANTER A MARCA ANTERIOR?

Quando a empresa possui uma história de sucesso e credibilidade perante o mercado, não há necessidade de abandonar aquela marca consagrada e substituí-la por uma marca nova, sem vida própria, sem trajetória construída. Se não há motivos para mudar o letreiro, também não haverá motivos para comunicar que o negócio possui um novo dono. Portanto, se a empresa que você comprou possui uma boa reputação, o ideal é manter tudo de bom que ela já tem e evitar impactar clientes e parceiros com a mudança de proprietário. O novo proprietário da empresa deve ser encarado apenas como uma peça trocada, sem tornar essa informação pública. Então, não há razão para pendurar a famosa faixa de “sob nova direção”.


COMPREI UMA EMPRESA E NÃO QUERO MANTER A MARCA ANTERIOR

Por outro lado, existem empresas que possuem alguns deslizes registrados na sua história e sua reputação não é das melhores. Nestas situações é aconselhado transformar o negócio em todos os aspectos, e, logicamente, alterar a marca. Se o novo empresário não quiser que os consumidores assimilem o negócio aos erros do passado, uma nova marca é uma estratégia muito promissora. Sendo assim, havendo mudança de marca também haverá mudança de letreiro. Ao mudar o letreiro a empresa já terá uma nova identidade e transmitirá a ideia ao cliente tornando desnecessária a faixa “sob nova direção”.



EM QUAL SITUAÇÃO É INDICADO PENDURAR A FAIXA?

Nunca! A resposta é curta e simples. Ao comprar uma empresa, se a marca for mantida, não há motivo para comunicar que o negócio foi comprado ou vendido. Se a marca não for mantida, a nova marca já cumprirá essa tarefa de comunicar que tudo mudou. É preciso deixar claro que a marca é apenas a exteriorização da alma de uma empresa e que essa essência é muito maior do que um mero letreiro. A alma é construída com trabalho, tempo, estratégia, modelo de gestão, mix de produtos e uma infinidade de outros pontos. Mas, isso é assunto para outro dia.



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Empreendedorismo, Franquias, Gestão
Franquia não é um emprego: esse é um alerta importante no universo do franchise que deveria estar consolidado na mente dos empreendedores de plantão. Uma franquia é apenas um modelo de expansão de determinado negócio, visando replicar um modelo testado e que deu certo. Mas, o fato de ter dado certo não indica que dará certo em todas as circunstâncias. Existem fatores que devem ser levados em conta ao empreender, em todos os formatos de negócios, sejam eles franquias ou não. De acordo com estatísticas do mercado nacional, 23% das empresas fecham as portas em até dois anos de funcionamento. Quando consideramos os números do setor de franquias, essa taxa de mortalidade cai para menos de 10%. Isso indica que optar por uma franquia pode ser uma decisão mais segura, mas também não é garantia de sucesso.Antes de abrir uma empresa, muitos brasileiros se concentram no planejamento do negócio e se esquecem do próprio planejamento pessoal. No segmento de franquias, esse ponto é ainda mais grave, pois as franquias tendem a contemplar investimentos maiores em troca de fornecer um modelo mais seguro ao empresário. Portanto, se o investidor não se planejar corretamente para injetar os recursos na empresa, poderá começar com o pé esquerdo e não conseguir reverter a situação. Neste aspecto, podemos considerar, além do capital de implantação, o planejamento da renda da família durante a fase de maturação e as reservas de capital para aportar em função dos prejuízos nos meses iniciais. Esses dois desembolsos costumam chegar a até 20% do investimento inicial. Vencida esta etapa, inicia-se a escolha da franquia. Os dois filtros principais deste processo são o valor total de investimento e o ramo de atividade da franquia. Primeiramente, é preciso limitar o investimento à verba do investidor e não se esquecer de considerar as despesas extras. Em seguida, basta escolher os segmentos que tem maior afinidade com o seu perfil. Quando o assunto é franquia, não dá pra viver de oportunidades. Como já dito, a franquia não é emprego, mas sim, um empreendimento, portanto, precisa de gestão. Gerir algo que conhecemos e dominamos aumenta significativamente a chance de sucesso. Não adianta buscar numa conveniência de investimento numa franquia de sorvetes se a aptidão do empreendedor é com o mercado de moda. O ideal é alinhar o interesse, habilidade, conhecimento e gestão. Por último, depois de cuidar das finanças familiares, criar uma reserva para as despesas complementares do negócio, limitar a faixa de investimento e escolher o ramo do negócio, basta escolher a marca! Parece simples, mas não é. Antes de entregar todas as suas economias a um franqueador, investigue-o intensamente. Algumas verificações básicas são tempo de mercado, quantidade de lojas abertas e qualidade do produto ofertado. Aprofundando um pouco mais, verifique como é o suporte ao franqueado, como funcionam os treinamentos, se há acompanhamento financeiro e como é a gestão do fundo de propaganda. Por fim, tire a prova final: entre em contato com pelo menos três franqueados da marca e pergunte se eles estão satisfeitos, se obtêm resultados e se o recomendam investir na marca. Cuidado com opiniões destoantes, faça uma pesquisa sincera e sensata e boa sorte! 
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Empreendedorismo, Gestão

Uma dúvida comum no mercado de micro e pequenas empresas é saber como diferenciar custo de investimento. O empresário costuma enxergar uma única soma para todas as saídas financeiras da empresa, porém, existem dois grandes grupos que precisam ser identificados e segregados: Custos x Investimentos. Na linguagem técnica os custos são definidos como OPEX e o investimentos como CAPEX. O OPEX representa todos os gastos operacionais, ou seja, todos os custos necessários para fazer a operação girar mensalmente, como insumos, impostos, funcionários, aluguel, energia, etc. Já o CAPEX é recurso utilizado para adquirir ou melhorar os bens da empresa como máquinas, equipamentos, veículos, móveis, obras de ampliação do espaço, enfim, estes gastos são chamados de investimentos.

Esse entendimento é fundamental na vida de qualquer empresa. Quando o empreendedor decide montar um negócio ele vai se deparar primeiro com os investimentos de montagem (obras, aquisição de equipamentos, treinamento da primeira equipe, taxas de legalização, etc) e em seguida com os custos normais da operação (aluguel, água, energia, internet, salários, impostos, etc). É importante dizer que todo investimento requer um planejamento financeiro antes de ser realizado pois os investimentos precisam gerar retorno. Um investimento só faz sentido se ele trouxer algo em troca ao investidor, nesse caso, o próprio empresário.

Na visão errônea de alguns empresários o investimento só ocorre na fase inicial do negócio. Essa visão pode comprometer toda a estrutura financeira de uma empresa e levá-lo à falência. Um negócio de sucesso precisa estar atento a oportunidades e precisa se reinventar a todo tempo. Essas atualizações requerem investimentos constantes, sejam para reduzir custos de operação, sejam para aumentar produtividade, sejam para melhorar a qualidade de vida no trabalho dos colaboradores ou até mesmo para expandir o negócio abrindo filiais e navegando por novos territórios. Para quem se interessou pelo assunto ficam aqui 3 passos para você analisar sua empresa:

1) Classificar todos os custos mensais em OPEX e CAPEX. Relembrando: se o custo for relacionado à operação principal é OPEX, se for relacionado a aquisição, melhorias ou expansão é CAPEX.

2) Avaliar se a diferença entre as receitas e os custos OPEX está saudável, verificando assim se a operação gera lucratividade adequada ao seu ramo de atuação. Se a resposta for negativa você já sabe que precisa atacar o OPEX.

3) Avaliar se os gastos com CAPEX da empresa cabem dentro dessa lucratividade apurada. Se couberem, ótimo, você está crescendo de forma estruturada. Se não couberem você precisará rever seu planejamento de investimentos, pois tudo indica que o retorno não está acontecendo conforme o projetado. Em muitos casos é necessário dar um passo atrás, abdicar algumas crenças e redirecionar o leme.

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Empreendedorismo, Gestão
Toda micro e pequena empresa trabalha com orçamento limitado, portanto, um gerenciamento de custos eficiente pode aumentar significativamente a lucratividade do negócio. É importante, antes de tratar as despesas, o empresário ter em mente qual o lucro desejado na operação e qual a expectativa de receita mensal. Para definir isso, ele pode buscar referências do setor e uni-las às suas percepções práticas. Após o lucro desejado ser definido, o ideal é centralizar todos os registros de entradas e saídas financeiras da empresa em um software, uma planilha digital ou até mesmo em um caderno.

É importante controlar e conferir o saldo de caixa para garantir que todos lançamentos foram computados. Ao lançar as saídas, uma dica muito útil é classificar cada despesa, agrupando-as em categorias. Esse tipo de agrupamento é chamado de “plano de contas”, e, ao contrário do que pensa a maioria dos empresários, quanto menor a quantidade de categorias, mais fácil se torna a análise.

Os planos de conta extensos são confusos, dificultam interpretações rápidas e ainda geram dúvidas ao classificar. Podemos até deixar aqui um exemplo de plano de contas resumido, com apenas 7 categorias, que pode ser utilizado por um pequeno comércio e auxiliar em seu gerenciamento de custo:

– Produtos para revenda
– Impostos sobre venda
– Custo de Ocupação
– Serviços Mensais
– Salários e Encargos
– Despesas Diversas
– Investimentos


Em seguida, devemos criar metas de custo para uma das categorias. Para definir essas metas, é preciso iniciar as classificações, construir um histórico de um ou dois meses, analisar o comportamento de cada categoria e com esta base, definir as novas metas. Cabe ressaltar que a ação de reduzir custos não funciona quando é realizada de forma desorganizada. Primeiro, deve-se identificar o que precisa ser reduzido e quanto será reduzido. Por exemplo, “não adianta reduzir o gasto com telefone, quando não há problemas com a conta de telefone”. Reduções de custos desprogramadas podem comprometer processos internos e até afetar a qualidade oferecida ao cliente, portanto, é preciso ter critérios no gerenciamento de custos. Por fim, é importante ficar claro que são os custos que precisam se adequar às receitas e não o inverso.
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Gestão

Com as inúmeras possibilidades e opções de escolha que temos como consumidores, o que acontece quando vivemos uma experiência ruim? Simples: nós trocamos. Trocamos de aparelho, deixamos de ir a um restaurante, excluímos o app, descartamos uma marca específica, e por aí vai. Este exercício de pensar com a cabeça do usuário é fundamental. Mas, na prática, o que significa ser uma empresa centrada no usuário? O exemplo do Aribnb ilustra bem isso.

Brian Chesky, fundador do Airbnb, não esconde de ninguém de onde veio a inspiração para criar uma experiência memorável para os usuários: Walt Disney. Mais especificamente da releitura do clássico “A Branca de Neve”. A partir dali, o executivo pensou em como seria usar esse storyboard para os usuários do Airbnb – até contrataram gente da Pixar para ajudar. E o storyboard deu fruto à chamada “jornada do consumidor” na empresa.

Com o roteiro, Chesky e o Airbnb entenderam que o produto real deles era a viagem, e não a hospedagem. E havia muitos elementos da viagem sobre os quais eles não tinham controle. A partir dali, o time do Airbnb assumiu que o núcleo da experiência eram as viagens; e, diante disso, começaram a vender um pacote de experiências que inclui a hospedagem, claro, mas que vai muito além.

Criar uma empresa orientada ao usuário significa proporcionar a melhor experiência possível aos seus clientes. Significa levar os princípios do customer success (sucesso do cliente) a ferro e fogo, não só no atendimento, mas em todas as etapas da jornada e interação das pessoas com a sua marca.

Chesky dá seu próprio testemunho sobre o que seria uma experiência “11 estrelas” para seus clientes:
“A experiência de 0 a 3 é você chegar a um lugar, tocar na porta e ninguém aparecer. Uma experiência 5 é você bater na porta, entrar e encontrar uma cama. Numa experiência 6, você chega, alguém o recebe, tem uma garrafa de vinho e você pensa ‘funcionou super bem, fui bem-recebido, com certeza vou voltar’. Já em uma experiência nota 7, é o Reid Hoffman a recebê-lo numa casa de frente para o mar; ele sabe que você gosta de cozinhar, a cozinha já está lá etc. Uma experiência incrível. A experiência 10 estrelas é uma experiência Beatles, as pessoas o esperando lá fora do aeroporto. Mas a experiência 11 é inimaginável. Vai além de qualquer expectativa. É ter o Reidi Hoffmann e o Elon Musk te recebendo, e contando que você tem uma viagem marcada para a Lua”.

Mas, e essa “jornada do consumidor”? Como funciona?
A expressão usada aqui é “jornada do consumidor”, mas no final das contas, estamos falando de CX, ou Customer Experience. E, quando se trata de CX, existem quatro fases que indicam o quanto sua empresa se apropria desse tema:

1) Desconhecida: você não tem clareza sobre quem é o usuário principal e qual a experiência dele com o produto/serviço.
2) Conhecida: você já sabe quem são os usuários, mas não tem controle sobre as suas experiências. Elas são randômicas e, de certa forma, imprevisíveis.
3) Previsível: você sabe quem é o usuário central, quais são as etapas e tem previsibilidade sobre a experiência; em outras palavras, a experiência está no seu domínio
4) Replicável: cada detalhe da experiência passa a ser parte de um processo replicável, escalável e conhecido por todas as pessoas da empresa.

O aprendizado mais importante, aqui, é a definição de quem é o usuário central por parte da sua empresa. Aquele sem o qual sua organização não existiria. Depois, você deve identificar, em um nível mais amplo, quais são as etapas pelas quais ele passa. Definir o storyboard da experiência, como o Airbnb fez.

Para cada etapa, tente identificar sentimentos e dúvidas que podem surgir para o usuário — as portas que confundem. Quais são as perguntas que ele faz? O que parece óbvio para você, mas é dúvida recorrente entre os clientes?

Em quarto lugar, crie hipóteses para as expectativas do usuário numa etapa específica. É somente “ok”, satisfatório? É incrível?

Por fim, quando todos esses processos forem cumpridos, virá outro grande desafio: massificar a experiência, torná-la acessível a um número cada vez maior de usuários. Mas essa é uma porta que deixarei para abrir num futuro artigo — de preferência, intuitivamente, sem precisar de um adesivo indicando se devo puxar ou empurrar.

Fonte: https://endeavor.org.br/jornada-consumidor-o-que-o-airbnb-aprendeu-com-disney/

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Gestão, Vendas

Dia Internacional da Mulher está chegando e nos faz lembrar de um tema muito falado entre o varejo: Datas Comemorativas.

As datas comemorativas movimentam o comercio há algum tempo e tem se tornado cada vez mais relevantes para incrementar as vendas. Mas, qual a melhor estratégia para aproveitar a oportunidade?

Nem sempre fazer promoções ou divulgações é o suficiente. Por isso, separamos algumas dicas para você ter sucesso em vendas nessas ocasiões.

1) Planejamento
Antes de mais nada, planejar-se é fundamental. Escolha as datas que comuniquem com seu público e façam sentido para serem trabalhadas. As vezes, a melhor estratégia é não fazer nada em alguma data que não tenha a ver com seu segmento de mercado.
Lembre-se que projetar o crescimento de vendas é o primeiro passo. Isso vai nortear todas as outras ações. Nestas datas, a chance de atrair novos clientesé maior, por isso, esteja preparado tanto para atender tanto às expectativas dos clientes atuais, como de um novo público. Criar kits e combos também é uma estratégia interessante, para aumentar o ticket médio.

2) Estoque
Organize seu estoque! Antes de fazer qualquer ação ou promoção de um produto, tenha certeza que você será capaz de atender à demanda. Não adianta fazer promoção de um produto/serviço que você não conseguirá oferecer aos clientes. Mas, atenção, nem sempre comprar muito é garantia de aumento de vendas. É importante alinhar as compras com o planejamento de vendas.
Além disso, preparar o ponto de venda também é muito importante. A exposição correta e destaque dos produtos podem ajudar a elevar as vendas.

3) Equipe
Oriente sua equipe para a ação. Os funcionários e responsáveis pelas vendas e atendimento devem estar 100% inteirados sobre o tema e campanha. O cliente pode ir à loja pela divulgação, mas é sua equipe que vai ajudar a concretizar a venda.
Contrate equipe extra, se for uma data de grande importância. Além disso, motive sua equipe. A estratégia de criar metas de vendas diárias é uma ótima forma de incentivar manter o time bem entrosado.

4) Divulgação
Tenha um planejamento de marketing para divulgar a ação. Pense em quanto você está disposto a investir, quantas pessoas quer alcançar, quem é seu público e em quais mídias ele está. O direcionamento de divulgação deve ser certeiro para seu público.
Também é essencial que as mídias estejam alinhadas (ponto de venda, mídia externa e mídia online) para garantir a força da campanha. A identidade e linguagem devem ser as mesmas. Lembrando que a vitrine é uma das maiores ferramentas de divulgação do varejo e é pouco explorada. Inove! Tenha ideias e busque ajuda, caso seja necessário, para criar uma vitrine atrativa, que comunique com seu público.

E ai, já conferiu o calendário 2018? Já identificou quais são as oportunidades para o seu ramo? Antecipe-se, saia na frente dos seus concorrentes!

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Empreendedorismo, Gestão
Para iniciar este assunto, primeiro é necessário entender que networking não é apenas conhecer pessoas, mas sim fazer contatos que possam trazer benefícios para ambos os lados.

Com o avanço do contato via redes sociais, hoje se torna muito mais fácil aproximar-se e estar em contato com alguém. Contudo, vale lembrar também que de nada vale apenas se conectar pelas redes sociais. Elas são ferramentas poderosas, sim, mas devem ser usadas para fazer contatos reais. Começar a seguir uma pessoa, adicioná-la a sua rede, mas sequer iniciar uma conversa, deve te fazer pensar: qual o benefício para você ou para pessoa? Ela pode até ter ideias bacanas e publicar textos que vão agregar conhecimento para você, mas, no entanto, não há networking.

Por outro lado, se você se utiliza desse meio para se conectar a alguém, por entender que a pessoa tem ideias e habilidades interessantes que se relacionam com o modo como você pensa ou com projetos que está produzindo, e então puxa uma conversa e vocês combinam um café, as coisas mudam. Você traz esse contato para o mundo externo e é assim que o networking de fato começa. Com o bate papo, podem surgir novas ideias, novas possibilidades e quem sabe até projetos em comum. Esse modo mais pessoal e tradicional de fazer seus contatos é, de fato, o que mais traz resultados, já que criar uma relação é uma maneira eficaz de divulgar e fazer o seu negócio crescer. As pessoas gostam de trabalhar com pessoas, e esta interação entre um e outro pode ser uma enorme vantagem.

Para construir uma rede bem feita, valem ainda algumas dicas mais simples, como: em palestras, cursos e eventos, procure conhecer novas pessoas e construa conversas interessantes. Se colocar em lugares onde é possível conhecer alguém pessoalmente e mostrar interesse pelo que tem a dizer, produz um resultado muito mais efetivo do que simplesmente uma troca de cartões de visitas. E não se esqueça: além de tudo, você também pode ser uma ponte de networking entre as pessoas que conhece.
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Empreendedorismo, Gestão

Quem quer ser um bom líder, busca informações que ajude a melhorar seus aspectos sobre tema. E já sabemos: com tanta informação disponível o tempo todo, não é só da sala de aula que saem bons insights sobre assuntos como este.

Partindo do ponto que hoje em dia a maioria das pessoas aproveita seu tempo livre especificamente assistindo a conteúdos da Netflix, nós separamos algumas séries que são ótimas para unir o útil ao agradável: relaxar na frente da tela e ter contato com questões como poder de influência, oratória desenvolvida e meios para busca de resultados da equipe, do que fazer ou não fazer para se tornar um líder melhor:

  • Grey’s Anatomy
    A chefe da área de cirurgia, Miranda Bailey, tem uma habilidade essencial para todo líder: sabe delegar funções para sua equipe quando percebe que alguém do time pode desempenhar a atividade melhor do que ela.
    A vantagem dessa característica é que ela permite a descentralização e dá maior autonomia aos subordinados para que eles obtenham êxito em suas atividades, segundo o especialista.

  • Mindhunter
    O tópico chave aqui é poder da influência, o principal artifício utilizado pelos agentes do FBI Bill Tench e Holden Ford para interrogar assassinos. A série é baseada no livro de John E. Douglas (1996) e mostra como eles conseguem traçar um perfil de motivação de assassinos em série e psicopatas. Saber influenciar pessoas é uma característica importante, pressupõe o entendimento do que se passa na cabeça do outro e isso melhora a comunicação. Ajuda a passar uma ideia dentro da equipe ou para construir networking, segundo o sócio do Grupo Master Mind Brasil.

  • Breaking Bad
    É claro que as atividades ilícitas desenvolvidas por não são exemplo para ninguém, mas particularidades da história à parte, o que é interessante é a solução de problemas em cenários desafiadores. Bons líderes enxergam oportunidades de crescimento e maturidade frente a problemas e desafios, que constantemente surgem. Saber resolver problemas é um diferencial de liderança e pode exigir uma dose extra de inteligência emocional para lidar com situações de pressão, na visão do especialista.

  • How to get away with murder
    A advogada e professor Annalise Keating é uma líder rígida que sabe extrair o melhor de sua equipe. Eduardo Mendes lembra que há uma diferença entre gestão e liderança. Enquanto orçamento, metas e recursos são próprios da gestão, o foco do líder são as pessoas. Sua missão é organizar a equipe de forma a facilitar o alcance de resultados satisfatórios. A série tem como protagonista Viola Davis, que interpreta a advogada e professora Annalise Keating. O perfil da personagem é a rigidez com que lidera sua equipe, mas, ao mesmo tempo, tem a capacidade de extrair o melhor de cada um.

  • Dr. House
    House pode ser um exemplo do que não fazer em cargo de liderança.
    Tecnicamente brilhante, o médico Gregory House peca pela sua inflexibilidade, mau humor, arrogância e falta de traquejo social.
    Uma das regras mais importantes para um bom líder é ter inteligência emocional, de acordo com Mendes. Trata-se da a capacidade para desenvolver e reconhecer as próprias emoções e as dos outros.
    Quanto mais hábil no relacionamento interpessoal mais motivação e comprometimento da equipe ele vai conseguir obter, segundo ele.

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Gestão

Diferente do que vemos na prática, a missão de uma empresa é muito mais do que um simples quadro pendurado na sala do diretor com uma frase bonita. Uma missão não se cria, a missão simplesmente nasce. É algo profundo que pode surgir antes ou durante a maturação do negócio, dependendo do instinto empreendedor e da oportunidade de mercado que será trabalhada.

Uma empresa obtém sucesso quando acredita naquilo que faz, e, principalmente, quando aquilo promove algum bem à sociedade. Nós, da GPME, acreditamos que o mundo pode ser infinitamente melhor, se as pessoas – físicas ou jurídicas – acreditarem na sua própria essência e pensarem no reflexo de suas ações perante a sociedade. Empresas sem alma, podem até gerar resultados por algum tempo, mas, dificilmente se sustentam ao longo prazo. E isso é válido tanto para a gestão de pequenas e médias empresa, quanto das grandes.

Trazemos aqui missões empresarias de dois gigantes do mercado de varejo, que mostram que um dos fatores do sucesso é promover mudanças positivas na sociedade:

  • NESTLÉ: oferecer ao consumidor brasileiro produtos reconhecidamente líderes em qualidade e valor nutricional, que contribuam para uma alimentação equilibrada, gerando sempre oportunidades de negócios para a empresa e valor compartilhado com a sociedade brasileira.

  • AVON: Ser a companhia que melhor entende e satisfaz as necessidades de produtos, serviços e auto-realização das mulheres no mundo todo.

E você, refletiu? Você acredita naquilo que vem desempenhando nos últimos anos? Sabe qual é a sua essência? Os tempos mudaram: a alma é a alma do negócio.

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Gestão

Para os consultores da GPME, o mercado consumidor atual está carente de atenção e não de razão. Além disso, em vários casos, principalmente no setor de serviços, o cliente não sabe exatamente o que ele precisa, portanto, a interferência da empresa na sua decisão de compra é muito útil.

Em todas as áreas, os clientes devem ser encarados como patrimônio da empresa, precisam receber cuidados especiais, necessitam ser fidelizados, mas, tudo isso dentro dos limites normais de relacionamento cliente-fornecedor. É importante sempre ouvir o que seu cliente tem a dizer, pois se ele não falar com você, provavelmente falará para dezenas de outras pessoas e isso pode prejudicar a imagem da sua empresa. Se o cliente está errado, é você quem deve informá-lo disso, mesmo que talvez ele não goste de ouvir esta verdade.

Mas, e se o erro for mesmo da empresa? O que deve ser feito? Bom, reconhecer o erro e tentar consertá-lo imediatamente já é um ótimo primeiro passo. Além disso, é um sinal de respeito ao consumidor e reduz as chances de que ele tenha e espalhe uma imagem negativa sobre o seu negócio.

A GPME existe para te ajudar a enxergar e entender melhor esse tipo de problema. Entre em contato com a gente e saiba mais sobre nossos produtos de consultoria e assessoria de empresas.

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